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Análise semiótica: BUGATTI

Ao longo das próximas semanas serão apresentados neste Blogue alguns aspectos que marcam e caracterizam os Logótipos das marcas de automóveis.

Os Logótipos dos fabricantes de automóveis são mais do que simples símbolos de identificação das marcas. A maioria deles, traduzem diversos aspectos da sua história e da sua evolução, estando em constante mutação, adaptando-se às épocas e tendências mas mantendo sempre um compromisso fiel com as suas origens e com o prestigio que representam em termos sociais.

A conjugação destes factores, culmina com a imagem de marca e de valores que produzem nos diferentes targets, uma carga simbólica que leva a sonhar com as potentes máquinas que fabricam e com o prestigio que estas têm aos olhos da sociedade.

Em suma, os logótipos são elementos visuais facilmente identificáveis que transmitem uma imagem carregada de simbolismo associada a uma marca.

Veja a interpretação simbólicas dos Logótipos que marcam a história das diferentes marcas de automóveis:

esta semana é dedicada à marca Bugatti

A Bugatti foi fundada em Molsheim, França, como um fabricante de automóveis de alto desempenho por Ettore Bugatti, um homem italiano descrito como um gênio excêntrico que estava em conjunção com os fabricantes de carros esportivos italianos, Ferrari e Lamborghini.

A empresa original é lendária pela produção de alguns dos carros mais exclusivos do mundo, bem como alguns dos mais rápidos.

A marca Bugatti original falhou com o advento da Segunda Guerra Mundial, pois era demasiada avançada tecnologicamente para a época. A morte do filho de Ettore, Jean também foi um factor contributivo. A empresa começou a enfrentar problemas financeiros e lançou um último modelo na década de 1950 antes de eventualmente ser comprado para o seu negócio de peças de avião em 1960.

Hoje o nome é de propriedade do Grupo Volkswagen, que fizeram renascer como um construtor de automóveis desportivos de produção muito limitada, nomeadamente através do Veyron 16.4. Acerca deste modelo elaboramos anteriormente os seguintes artigos: O Bugatti mais exclusivo de todos…1de1!, Bugatti Veyron 16.4 Super Sport no livro do Guiness e por fim o Bugatti Veyron Super Sport com belíssimas imagens do modelo acima referido.

fontes: Hi Cars

Pentax smc DA 40mm f/2.8 Ed. Limitada

Pentax smc DA 40mm f/2.8 (edição limitada)

Temos vindo já há alguns meses a apresentar as 10 lentes que mais impacto criaram, desde o seu lançamento. Começamos por apresentar uma Grande Angular fullframe (Nikon 14-24mm f/2.8G ED AF-S Nikkor) e outra outra Grande Angular APS-C (Sigma 8-16mm f/4.5-5.6 DC HSM). mais tarde, uma lente Olho de Peixe para Fullframe: Pentax smc DA 10-17mm f/3.5-4.5 ED (IF) e depois a Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD, a primeira lente grande angular de zoom com uma abertura de f/2.0.

Recentemente apresentamos a Noktor HyperPrime 50mm f/0.95, uma objectiva extremamente rápida, capaz de belas fotografias com quase completa ausência de luz.

Hoje optamos por apresentar a Pentax smc DA 40mm f/2.8, como sendo a objectiva mais fina existente no mercado, com apenas 15mm de espessura.

6 – A mais fina:

Pentax smc DA 40mm f/2.8

 

1 – Ultra fina: Pentax smc DA 40mm f/2.8 Ed. Limitada
Preço de Lançamento 260.00 €
Data de Lançamento Dezembro de 2004
Resumo
40mm f/2.8
40 mm (equivalente a 60 mm nas full-frame)
5 elementos em 4 grupos
Abertura fixa de F/2,8
Breve Descrição
Embora a Olympus, a Panasonic e a Sony tenham lançado também objectivas finas, a verdade é que a Pentax foi a primeira a fazê-lo, e fê-lo nesta objectiva de 40mm de distância focal. Esta objectiva tem apenas e só 15mm de espessura. Sim, não é um erro ortográfico, é mesmo assim: 15 mm de espessura. 

Esta objectiva lançada em 2004 possui imensas semelhanças com a sua antecessora lançada na década de 80. A verdade é que a sua antecessora é manual e esta nova objectiva conseguiu de forma espremida, não nego, mas conseguiu colocar naqueles 15 mm além do logótipo da Pentax e da escala de distâncias, conseguiu ainda colocar um mecanismo que permite a utilização do foco manual e do foco automático.

A sua distância focal de 40mm é equivalente a uns 60mm de full frame, ou seja, não é uma grande lente em termos de enquadramentos, mas, não é menos verdade que a sua espessura é a mesma que a de uma tampa de corpo de máquina, por isso, porque não usar esta objectiva inclusive para estes fins, como tampa de corpo. É que por vezes para conseguir aquela fotografia temos de ser rápidos a sacar a máquina da bolsa, acoplar a objectiva, enquadrar, focar e disparar…   Ora se já tivermos a objectiva acoplada, poupamos por vezes os preciosos segundos necessários para aquela fotografia especial.

Deve possuir uma Objectiva destas porque: é simplesmente a mais fina objectiva que existe.
Mas tenha em mente: que embora a objectiva seja ultra fina, os corpos DSLR não o são. Porém, se amanhã a Pentax decidir lançar um equipamento híbrido, esta objectiva irá sem dúvida marcar a diferença.

Alguns Exemplos:

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Colecção de 32 elementos Bokeh

Bokeh (do Japonês boke ??, “blur”) é um termo usado na Fotografia referente às áreas fora de foco e distorcidas, produzidas por lentes fotográficas. Diferentes bokehs de lentes produzem efeitos estéticos separados em fundos desfocados, os quais são frequentemente utilizados para reduzir distracções e enfatizar o assunto primário.

Deixo-vos aqui uma série de efeitos Bokeh, pois recentemente andei à procura destes mesmos elementos para um projecto criativo que tenho em mente.

Aproveitem!

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1ª Fotografia de sempre a um ser Humano

Numa visita ao blogue da Petapixel fui presenteado com esta curiosidade. Talvez esta fotografia do Templo de Boulevard em Paris, feita em 1838 por Louis Daguerre, seja a primeira fotografia a incluir um ser Humano.

Louis Daguerre foi o inventor de um processo de fotografia chamado daguerreotipia. Este processo permitia a criação de uma fotografia sem necessidade de negativo. Esta imagem teve necessariamente um período de exposição superior a 10 minutos, o que fez inevitavelmente com que todas as pessoas, carros, carroças e outros elementos móveis desaparecem do cenário. No entanto, porém, no canto inferior esquerdo está um homem que apenas conseguiu ficar em cena, porque estavam-lhe a engraxar os sapatos no momento. Ora esta operação demorou mais tempo que o período de exposição, como tal ficou para sempre registado.

É curioso que tal aconteceu apenas e só por um momento de pura sorte. Pena que provavelmente nunca se irá saber a sua identidade.

fonte: Public Radio Finances

Noktor HyperPrime 50mm f/0.95

Noktor HyperPrime 50mm f/0.95

Conforme combinado anteriormente estamos a apresentar as 10 lentes que mais impacto criaram, desde o seu lançamento. Apresentamos uma Grande Angular fullframe (Nikon 14-24mm f/2.8G ED AF-S Nikkor) e outra outra Grande Angular APS-C (Sigma 8-16mm f/4.5-5.6 DC HSM). mais tarde, uma lente Olho de Peixe para Fullframe: Pentax smc DA 10-17mm f/3.5-4.5 ED (IF) e recentemente a Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD, a primeira lente grande angular de zoom com uma abertura de f/2.0.

Hoje vamos apresentar a 4ª de 10, ou seja uma das objectivas mais extremas … de abertura constante, a Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD.

4 – A mais rápida:

Noktor HyperPrime 50mm f/0.95

 

1 – Grande Angular com zoom de abertura fixa: Noktor HyperPrime 50mm f/0.95
Preço de Lançamento 550.00 €
Data de Lançamento Fevereiro de 2005
Resumo
50mm f/0.95
50 mm (equivalente a 100 mm nas full-frame)
8 elementos em 7 grupos
Abertura fixa de F/0.95
Breve Descrição
Não que seja a primeira lente mais rápido do mundo, pois existe uma Noctilux Leica f/0.95 com a distância focal de 50 milímetros, mas apenas restrita à Leica e custa a módica quantia de 7 400 €, o que não é propriamente um valor que qualquer carteira possa dispender. 

Daí nos debruçar-mo-nos nesta objectiva da Noktor em vez da extraordinária Noctilux. Esta objectiva foi projectada para em exclusivo para os sistemas 4/3, porém, o fabricante não descartou a possibilidade de vir a desenvolver para outros sistemas no futuro.

A lente remonta aos dias da fotografia, pois tanto a focagem como a abertura do diafragma são manuais.

Deve possuir uma lente destas porque: é a objectiva de valores aceitáveis mais rápida do mercado. Sendo uma objectiva com uma abertura de f/095, produz facilmente efeitos fantásticos de pouca profundidade de campo; esta abertura faz com que com esta objectiva se possa fotografar sem luz.
Mas tenha em mente: que se trata de uma objectiva 4/3 e que a sua distância focal equivale a 100mm de uma 35 mm.

Alguns Exemplos:

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