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A Impressão Digital é mais barata?

A crescente e constante evolução da tecnologia relativa à impressão digital, trouxe consigo enormes avanços técnicos, mais opções e novas e melhores funcionalidades para impressão comercial, empresarial e de marketing atual. No entanto, no meio de tudo isto, as pessoas confundem-se e chegam a um ponto que não sabem qual o melhor processo de impressão: se o digital, se o offsset. Vamos, hoje, tentar ajudar um pouco nesse sentido.

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Antes de continuar, julgo ser importante recordar como funciona o atual sistema de impressão offsset convencional, também chamado de litografia offset. O sistema offsset tradicional (processo de impressão indirecta) funciona com matrizes produzidas através do uso de chapas de alumínio que servem de meio de gravação e, ao mesmo tempo, como meio de transferência da imagem para o material físico a imprimir (normalmente papel). O sistema offset tradicional é, desde a segunda metade do século passado, o principal processo de impressão e o mais usado, tanto em embalagens como os mais variados documentos impressos e de marketing, garantindo sempre uma excelente  qualidade (a qualidade média cifra-se em 175~200 linhas) para médias e grandes tiragens em praticamente em qualquer tipo de papel e, inclusive, alguns suportes “plásticos”, como por exemplo o poliestireno.

Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com
Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com

No sistema de impressão indirecta, como já referido anteriormente, existe um objecto entre a matriz e o papel, ao qual se deu o nome de cauchú ou blanqueta. A imagem encontra-se na matriz (antigamente, era necessário o uso de fotolitos para passar a imagem do computador para a chapa. Hoje em dia esse processo é feito automaticamente através do uso de CPS’s) denominada de  chapa e, daqui é transferida para um cilindro coberto com borracha (o tal cauchú) e daí, finalmente, para o suporte físico, vulgarmente papel. Em suma podemos dizer que a matriz (chapa) imprime o cauchú e este o papel. Como podemos ver na imagem, este processo tem de ser repetido por cada cor (CMYK), uma vez que cada corpo da máquina possui apenas uma cor; por outras palavras, a “impressora” imprime uma cor de cada vez até, por adição, imprimir todo o trabalho.

A impressão digital por sua vez, funciona através de um processo muito mais simples e elimina grande parte desta mecânica convencional e acima de tudo, reduz enormemente os custo de preparação e acerto de máquina, sendo por isso muito útil e prática para a realização de provas de cor e alguns trabalhos. Mas… quais as vantagens e desvantagens? Qual é a melhor opção?

Vantagens da impressão  Digital

  • Tempos de execução extremamente mais curtos.
  • Não necessita de acertos de cor, pois a primeira impressão é igual à última.
  • Tiragem certa; menos desperdício e menos variações.
  • Custo mais baixo até cerca de 1250 tiragens.
  • Impressão de dados variáveis.

 

Vantagens de Offset

  • Maior qualidade de imagem.
  • Maior gama de suportes e superfícies de impressão.
  • O custo unitário cai imenso quando a quantidade sobe.
  • Possibilidade de, em impressão folha a folha, suportar formatos maiores de impressão, logo melhor aproveitamento e menores tiragens.

 

 Ainda indeciso? Aqui vai mais uma ajuda:

Quantidade: A impressão offset tem bastantes custos fixos. Em pequenas tiragens o custo da impressão offsset será certamente elevado, mas se aumentar as quantidades, o o custo unitário cai imenso na impressão offset, pois ao contrário da impressão digital, os seus custos variáveis são bastante reduzidos. Em suma: pequenas quantidades opte pela impressão digital, mas em grandes quantidades pense offset.

Suporte de impressão: Necessita de um papel especial ou de um acabamento fora do comum? Pois bem, embora as opções de diferentes materiais e acabamentos estejam a aumentar de dia para dia no mundo do digital, a verdade é que a impressão offset ainda é quem oferece maior flexibilidade.

Cor: As máquina de impressão digital usam normalmente quatro cores (CMYK) de impressão no seu processo, embora algumas já imprimam também em cores Pantone® (cores directas).

 Se necessitar apenas de efectuar uma impressão a uma cor, por exemplo verde, a melhor opção será sem dúvida a impressão offset, pois na impressão digital será necessário recorrer ao sistema de quadricromia, enquanto que no sistema offset, a mesma impressão poderá ser executada recorrendo apenas a uma cor composta (neste caso, o verde).

Se necessita de uma impressão em selecção de cor ou quadricromia (vulgarmente chamada de impressão a quatro cores) o ideal poderá ser a impressão digital, pois quase de certeza irá oferecer-lhe menores custos iniciais.

Se por outro lado planeia efectuar uma impressão em cores directas através do Pantone Matching System ®, a impressão offset vai-lhe oferecer uma maior gama de cores, uma melhor correspondência e maior realismo.

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

Prazos: Se o prazo é curto, o digital oferece-lhe quase sempre melhores prazos de entrega.

Povas de cor: O Digital oferece provas precisas e no material que deseja imprimir no final o seu projecto. As provas de cor no processo offset são extremamente caras, quase proibitivas.

Personalização: Não pense mais! A impressão digital oferece-lhe esse serviço a um custo impossível de combater no processo offset, por isso, bem que podemos dizer que impressão personalizada, só se for impressão digital.

Ainda continua com dúvidas? Coloque-as, quem sabe poderemos ajudá-lo.

Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo

A exposição de fotografia “Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo”, reúne um conjunto 58 imagens do seu vasto reportório icónico. Este cientista e fotógrafo foi pioneiro na fotografia de alta velocidade. Com esta exposição pretende-se recuperar alguns dos magníficos instantâneos que Harold Edgerton (1903-1990) partilhou e legou à história da fotografia. Esta surpreendente exposição expande a nossa percepção acerca da beleza da rarefacção da beleza do movimento.

Fraguementos de Tempo

Fragmentos de Tempo

Na segunda metade da década de 1930, e através da utilização de luz estroboscópica Harold espantou o mundo, quando conseguiu pela primeira vez parar o tempo numa imagem fotográfica, capturando assim fascinantes imagens de sequências de um determinado movimento, movimento este, que de outra forma seria imperceptível ao olho humano. Não sei se a sua motivação era científica ou artística, mas a verdade é que vale a pena olhar atentamente para toda a sua obra.

Esta exposição, patente no  Jardim Botânico do Porto (Rua de Campo Alegre, 1191), é inserida nas  comemorações do Centenário da Universidade do Porto e da sua Faculdade de Ciências (FCUP). Até dia 08 de Janeiro de 2012, entre as 14:30 e as 18:30, de Quarta-feira a Domingo, não deixe passar a oportunidade e visite, pois afinal de contas, e em tempos de crise, não existe desculpa quando o acesso é gratuito.

Clique aqui para ouvir o spot publicitário a este evento que tem o patrocínio da Rádio Nova. Pode ainda aceder a esta divulgação feita por Inês Fonseca Santos em Câmara Clara, um programa da RTP.

GRÁTIS: Livro “Fotografia de vida selvagem”

O fotógrafo e ambientalista Uwe Skrczypczak escreveu este livro com vários objetivos em mente: ensinar os aspectos técnicos e o fluxo de trabalho digital da fotografia da vida selvagem; mostrar a beleza da África Oriental e a menina dos seus olhos, o parque natural de Serengeti; fornecer um guia para aquele fotógrafo que está planeando uma ida num safari Africano e quer estar preparado para capturar as melhores imagens.

Todo o livro baseia-se na sua própria experiência enquanto enquanto fotografo de vida selvagem. Com base nisso, Uwe Skrczypczak fala-nos sobre o equipamento; os prós e contras dos tipos de camera e objectivas, bem como os requisitos necessários para este tipo de trabalho (bem exigente por sinal). No seu livro, o qual já me encontro a ler, ele debruça-se igualmente sobre as técnicas mais adequadas para a exposição e focagem automática, sendo este último, aliás, um dos grandes desafios na fotografia da vida selvagem.

No livro mostra-nos ainda diferentes aspectos práticos da fotografia em vida selvagem, como por exemplo, retratos de animais, quer através da técnica de disparo, quer através da técnica de panning (e assim se captura um leopardo em excesso de velocidade). Nessas imagens o autor disponibiliza um pequeno conjunto de pictogramas s fim de mostrar quais as técnicas ideais para a captura da imagem numa situação específica.

Os tópicos abordados neste livro são:

• Equipamentos e acessórios

• Planeie a sua viagem

• Condições na estrada

• O lugar certo na hora certa

• A composição da imagem

• Onde ficar e rotina diária

• A luz no leste de África

• Migrações e épocas de acasalamento

• Habitats e comportamento animal

• Cruzamentos de rios

• Os grandes felinos, rinocerontes, girafas…

Por hoje o livro encontra-se gratuitamente disponível para aquisição. Amanhã já terá de desembolsar cerca de 30€. Promoções assim, não acontecem todos os dias.

 

Aqui ficam algumas imagens do seu trabalho.

Nova Geração de Radares

Esta semana direcionamos as nossas atenções um pouco para a segurança rodoviária, mais especificamente para uma nova geração de radares de deteção de velocidade, que vêm revolucionar por completo todo o processo, desde a deteção da velocidade, passando pelo processamento da coima até ao pagamento dessa mesma coima. Este novo tipo de radar Chamado “Cordon multi-target Photo Radar System” está ainda em fase de testes, mas uma coisa é certa, se vierem a ser implementados será a derradeira “arma” contra os condutores com o “pé mais pesado.” Este tipo de radar consegue detetar vários automóveis em simultâneo, coisa que é impossível de acontecer com os atuais radares.

Este novo detetor de velocidade pode ser facilmente montado em qualquer lugar já que é extremamente pequeno, logo também muito difícil de ser detetado. Com um ângulo de visão alargado, uma capacidade de processamento até 32 matriculas em simultâneo e ainda com capacidade de registar a velocidade a que o automóvel viaja. Graças a um sistema de iluminação por infravermelhos, o “Cordon” funciona também na perfeição à noite, enquanto um sistema de GPS incorporado no radar grava as coordenadas do local onde a infração foi cometida e toda a informação é guardada num cartão de memória SD com software de proteção de dados.

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Como conseguir uma foto de Murro espectacular!

A imagem que vêem abaixo foi captada por Blair Bunting para uma campanha publicitária da série Deadliest Catch do Discovery Channel.

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.

Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião.  Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.

Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?

Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.

Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.

O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.

Diagrama de Ilumuniação

Diagrama de Ilumuniação

fonte: Blair Bunting

Eu sou Nikon 1

A Nikon alargou o seu leque de ofertas acrescentando à sua gama de equipamentos a nova Nikon 1. A gama da Nikon é actualmente composta por Câmeras analógicas SLR (335mm); Câmeras Digitais Compactas (CoolPix) ; Câmeras Digitais Nikon 1 e Câmeras Digitais SLR.

Na passada sexta -feira a Nikon apresentou então um novo sistema de câmaras digitai a que chamou de Nikon 1. Esta apresentação foi feita em simultâneo com o lançamento de 2 modelos: a Nikon 1 J1 e a Nikon 1 V1. Esta nova gama é pioneira em algumas características relevantes na fotografia.

Segundo o poresidente da Nikon Europe, Takami Tsuchida, “este é o anúncio mais importante da Nikon desde que apresentámos a câmara digital há 14 anos (…) com o lançamento do Nikon 1, estamos a apresentar duas novas e inovadoras câmaras de objectiva intermutável que estão repletas de tecnologia revolucionária.”. Ainda segundo Jordi Brinkman, Gestor de Produto para a Nikon Europe “Os nossos engenheiros conseguiram alojar um processador e um sensor incrivelmente poderosos num corpo fino e minimalista Nikon 1 (…) estas não são apenas as câmaras mais rápidas do mundo (…) [e] (…) equipadas com funcionalidades nunca antes vistas [como] os modos de disparo de Instantâneo em movimento e Selector de fotografia inteligente.

Nikon 1 e suas 4 objectivas
Nikon 1 e suas 4 objectivas

 

A Nikon 1 J1 é a câmara mais pequena do mundo entre as câmaras digitais de objectiva intermutável equipada com sensores superiores a 1″ (polegada). A nova gama da Nikon, a Nikon 1, possui um processador que é muito mais rápido que a maioria dos equipamentos profissionais. Esta velocidade permite captar verdadeiros instantâneos em movimento. Também devido ao novo processador EXPEED 3, este corpo oferece a possibilidade de gravar um filme em câmara lenta, captando o movimento como nunca até agora foi possível. Uma outra característica deveras inovadora é o seu selector de fotografia que o ajuda a captar a fotografia perfeita. Quantas vezes lhe aconteceu tirar uma fotografia de acção, como por exemplo um cão a apanhar uma bola e se deu conta de que deveria ter clicado um segundo antes ou depois?! Com este novo sistema, ao clicar no obturador uma vez, a câmara capta e grava 20 imagens em alta resolução e selecciona automaticamente as cinco melhores com base em parâmetros definidos pela Nikon como as expressões faciais, o enquadramento ou a focagem. De seguida, apresenta-lhe a melhor imagem e, se não estiver satisfeito com a fotografia, a câmara irá sugerir outras imagens, o que significa que jamais irá tirar uma má fotografia.

Os novos modelos

A Nikon 1 J1 é a ideal para quem deseja captar excelentes fotografias, sem qualquer esforço, pois é muito fácil de utilizar e possui um flash incorporado. Além disso é suficientemente pequena e leve para andar consigo.

A Nikon 1 V1, possui um corpo robusto e, sem dúvida, o equipamento mais profissional desta gama, premindo aos seus utilizadores criarem à vontade e elevarem a fotografia a um nível superior. Dispõe de uma porta multi-acessórios, que lhe permite adaptar o seu flash externo ou outros acessórios.

No que toca a objectivas estes dois modelos compreendem as seguintes objectivas: 1 NIKKOR VR 10-30mm f/3.5-5.6; 1 NIKKOR VR 30-110mm f/3.8-5.6; 1 NIKKOR 10mm f/2.8 e uma 1 NIKKOR VR 10-100mm f/4.5-5.6 PD-ZOOM.

Se quiser saber mais sobre estes dois modelos veja o catálogo que a Nikon disponibiliza no seu website, bem como o vídeo que disponibilizamos acima.

Op Art

Op Art em inglês significa Optical Art ou seja Arte Óptica.

Apesar desta Arte ser criada com muito rigor, significa um mundo instável e irreal que dá a ilusão de movimento quando um objecto é estático. A Op arte desenvolveu-se nos anos 60 na América e na Europa mas o seu desenvolvimento foi mais lento do que outras artes até essa altura. Esta arte foi muito influenciada pela ciência e pela tecnologia.

As suas cores são usadas para criar efeitos visuais com movimento. Os tons vibrantes, círculos e formas que parecem sair da obra são as suas características mais marcantes. Este movimento artístico foi liderado por Victor Vasarely e Bridget Riley.

Victor Vasarely nasceu na Hungria em 1906. Aos 24 anos foi viver para Paris onde se dedicou ao aprofundamento dos seus conhecimentos gráficos. Quase todos os seus trabalhos são geométricos, policromáticos, multidimensionais, totalmente abstractos e intimamente ligados às ciências. Um dos mais famosos quadros de Vasarely é a ‘Zebra’.

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