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Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo

A exposição de fotografia “Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo”, reúne um conjunto 58 imagens do seu vasto reportório icónico. Este cientista e fotógrafo foi pioneiro na fotografia de alta velocidade. Com esta exposição pretende-se recuperar alguns dos magníficos instantâneos que Harold Edgerton (1903-1990) partilhou e legou à história da fotografia. Esta surpreendente exposição expande a nossa percepção acerca da beleza da rarefacção da beleza do movimento.

Fraguementos de Tempo

Fragmentos de Tempo

Na segunda metade da década de 1930, e através da utilização de luz estroboscópica Harold espantou o mundo, quando conseguiu pela primeira vez parar o tempo numa imagem fotográfica, capturando assim fascinantes imagens de sequências de um determinado movimento, movimento este, que de outra forma seria imperceptível ao olho humano. Não sei se a sua motivação era científica ou artística, mas a verdade é que vale a pena olhar atentamente para toda a sua obra.

Esta exposição, patente no  Jardim Botânico do Porto (Rua de Campo Alegre, 1191), é inserida nas  comemorações do Centenário da Universidade do Porto e da sua Faculdade de Ciências (FCUP). Até dia 08 de Janeiro de 2012, entre as 14:30 e as 18:30, de Quarta-feira a Domingo, não deixe passar a oportunidade e visite, pois afinal de contas, e em tempos de crise, não existe desculpa quando o acesso é gratuito.

Clique aqui para ouvir o spot publicitário a este evento que tem o patrocínio da Rádio Nova. Pode ainda aceder a esta divulgação feita por Inês Fonseca Santos em Câmara Clara, um programa da RTP.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Nine2Five > Concurso Braga

Abriram as inscrições para o nine2five’11. O prémio, para além da possibilidade de estágio em empresas da região, é de 250 € para o trabalho vencedor.

Este ano temos mais algumas novidades. Ao contrário do ano passado, não são apenas os finalistas de cursos de design que podem participar. A competição está aberta a todos os alunos de design, ensino secundário ou universitário.

Para além de estudantes, podem participar profissionais com formação na área ou, caso não a tenham, que apresentem pelo menos dois anos de experiência profissional.

O formato foi igualmente alterado. Na parte da manhã será apresentado o briefing e realizar-se-á um debate/brainstorming com a participação de todos os inscritos e de alguns designers convidados. Deste modo, acreditamos que se valoriza a partilha de experiências e a partilha de ideias. Na parte da tarde, realiza-se a competição.

O dia termina com um convívio pela noite dentro num bar de Braga.

Regulamento e Inscrição em designbyby.

Texto de: designbyby

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Esparguete na medida certa

Quem passa tempo na cozinha sabe a dificuldade que é conseguir calcular as proporções indicadas para que não sobre comida. Mas, para quem cozinha todos os dias, com o tempo vai aprendendo a controlar isso. Para quem só cozinha de vez em quando, a conversa já outra!

Três anos na Universidade deu para perceber que universitários desperdiçam muita comida. Sim, porque uma grande parte deles só começa a cozinhar nessa altura. E então não faz a mais pequena ideia das quantidades. E como os pratos que mais se faz são arroz e massa, achei que esta embalagem seria uma boa ideia a se aproveitar. Iria sem dúvida tirar muitas dores de cabeça a muitos estudantes!

E foi a pensar nisto que Neal Fletcher, estudante de design gráfico da Uclan – University of Central Lancashire em Inglaterra, desenvolveu este conceito: uma embalagem que separa o esparguete em 6 porções individuais iguais. O projeto foi desenvolvido para facilitar a vida do consumidor e evitar o desperdício.

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.