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Tipos de letra são vectores

É uma luta antiga esta que tenho em relação às fontes, aos tipos de letra, enfim… a tipografia é uma arte, um carácter não é simples uma letra, é mais que isso, é um vector à espera da nossa imaginação.

A verdade é que muito se pode fazer e dizer com apenas alguns caracteres. Alguns criativos conseguem levar o uso da tipografia a um nível muito interessante. Quero apenas deixar-vos aqui alguns trabalhos que foram desenvolvidos tendo como ‘artista’ principal alguns insignificantes caracteres.

fonte: The Roxor

Cartões Comerciais dupla face

Todos os designers e criativos têm a preocupação de criar Cartões Comercias apelativos, pois sabem que os mesmos podem ter bastante impacto na angariação de clientes e promoção de eventuais negócios.

Os Cartões Comerciais frente e verso ou de dupla face, podem ser impressos a várias cores, desde uma cor até quadricromia, ou mesmo diferentes cores Pantone®, ou inclusivé a combinação de quadricromia e cores Pantone®, também chamadas de cores directas. Além das cores, que como vimos podem ser várias, inclusive por exemplo metálicas… podemos ainda acrescentar diferentes tipos de acabamentos ao cartões, por exemplo cantear os cantos dos cartões comerciais, adicionar relevo ou plástico (brilho ou mate), verniz geral ou verniz localizado, cortantes especiais de forma a criar diferentes formatos. Enfim, o limite para a criação de cartões comerciais pode bem ser a nossa imaginação. Hoje porém, quero apresentar-vos um leque de cartões de dupla impressão, ou seja impressão em ambos os lados que encontrei no blogue da agência Vandelay Design.

Model Republic

Model Republic

Thomas Atterdal

Thomas Atterdal

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Processo Criativo pré-estabelecido

Vou iniciar este artigo de forma controversa. Nem sempre estabeleço um método no meu processo de criação, por vezes, as ideias fluem e simplesmente surge o resultado pretendido. Isto não quer porém dizer que não uso qualquer processo criativo. Sim, o resultado final não aparece simplesmente. O que acontece é que por vezes o método de criação é diferente de projecto para projecto. Simplesmente não sigo sempre o mesmo caminho…

Sim, o facto de nem sempre seguir pelo mesmo caminho é lógico. Tão lógico quanto a natureza dos projectos em causa. Projectos diferentes, conceitos diferentes, métodos processuais distintos também. Além do mais, tento sempre evoluir e como tal, tenho, sinto a necessidade de pesquisar continuamente novos processos, novos truques, diferentes ideias e diferentes formas de desenvolvimento. Esta busca por uma contínua aprendizagem obriga-me inequivocamente a alterar constantemente a forma como abordo um determinado problema, e invariavelmente também, a forma como depois elaboro o processo de desenvolvimento e criativo do mesmo.

Assim sendo, torna-se um desafio criar uma fórmula cabal para um processo criativo, mas vamos considerar as vantagens e desvantagens em ter um processo criativo comum para os nossos projectos.

Vantagens de um processo criativo pré-estabelecido:

A) GUIA:

Uma das vantagens óbvias em ter um processo criativo estabelecido é precisamente o facto de ter um processo, um esquema, enfim… um guia. Desta forma não necessita de ‘perder’ tempo para elaborar uma nova abordagem a um determinado projecto, pois seguindo o guia saberá sempre qual o próximo passo a executar. Este guia é especialmente favorável quando temos pouco tempo para executar determinado projecto, pois ajuda-nos em termos de produtividade e elimina eventuais distracções que podem ocorrer enquanto pesquisamos.

B) SE NÃO ESTÁ SOZINHO

Se trabalha em equipe, o facto de ter uma fórmula pré-delineada é também uma vantagem acrescida, pois essa fórmula ajudará a determinar a que membro poderá se atribuído este ou aquele passo do projecto, além disso, como já fiz referência no ponto anterior, o facto de existir uma fórmula ajuda também a esclarecer determinados pontos e dúvidas que possam eventualmente surgir no seio da sua equipe.

C) PREVISIBILIDADE

Sim, ser previsível, poderá ser uma vantagem quando se trabalha em regime de freelancer. Digo isto porque se necessitar de sub-contratar um determinado passo do seu projecto, é de todo importante que tenha uma noção do tempo que o mesmo poderá demorar, mas acima de tudo que saiba com o que pode contar. Sim, eu sei que para tal basta por vezes analisar o portfólio do seu contratado, mas… e se for um projecto mais complexo?

Desvantagens de um processo criativo pré-estabelecido:

A) ROTINA

O facto de ter um processo criativo pré-estabelecido implica que analisa sempre o projecto de igual forma, como tal, fazer sempre da mesma forma pode vir a tornar-se monótono, mesmo para alguém verdadeiramente apaixonado. Se começar a achar o seu trabalho monótono, o tédio rapidamente se instala e vai achar o seu trabalho chato. Trabalho chato não tornam as pessoas mais felizes, mas sim o oposto. Veja quantas pessoas deprimidas existem por falta de se sentirem realizadas. Em suma, a monotonia é um dos maiores inimigos da criatividade. Imagine-se sentado frente ao seu computador com um lápis entre os dedos, uma folha em branco e você a desejar estar num outro lugar. Quer isso para si?

B) LIMITAÇÕES

Embora projectos diferentes obriguem a abordagens diferentes, a verdade é que a partir do momento que usa um processo previamente criado, estabeleceu limites e restrições que por vezes não permitem que se chegue ao âmago do projecto. Simplesmente podemos concluir que em determinados projectos, é de todo impossível usar processos já delineados.

C) ESTAGNAMENTO

Qualquer fórmula é por definição algo firme e imutável. Isso pode ser uma desvantagem significativa, pois vemos todos os dias avanços consideráveis quer em termos tecnológicos através de novos programas gráficos, quer processuais, através de novas ferramentas que são incorporadas nesses mesmos programas gráficos, quer ainda de Conceitos gráficos. Os próprios conceitos gráficos e estéticos são de dia para dia Conceitos Diferentes.

Essas novas aplicações, essas novas ferramentas, essa evolução de Conceitos Diferentes, torna rapidamente a existência de um processo criativo algo obsoleto e ultrapassado.

No próximo artigo
vamos dar uma olhada às vantagens e desvantagens
de um Processo Criativo LIVRE

fonte: DesignM

Manual Nikon D7000

Todos nós gostamos de adquirir este ou aquele equipamento, pois sabemos que tem mais esta ou aquela funcionalidade, porém, na maioria das vezes não chegamos a usar parte dessas mesmas funcionalidades e muitas das vezes simplesmente porque não usamos os manuais criados para o efeito.

Neste sentido, a Nikon disponibilizou esta semana o manual, composto por vídeos, imagens e textos, no seu website de manuais e tutoriais.

O Manual pode ser descarregado directamente para o seu pc. Trata-se de um manual com 348 páginas. Este manual é rigorosamente igual ao que irá acompanhar o equipamento. Se pretender antes usar os tutoriais, poderá fazê-lo no website da empresa.

Poderá ainda descarregar, ver e usufruir de outros manuais, bastando para isso visitar a página inicial e posteriormente escolher o equipamento que deseja.

Continuação de Boas Fotografias!

fonte: Nikon Rumors

Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD

Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD

Conforme combinado anteriormente estamos a apresentar as 10 lentes que mais impacto criaram, desde o seu lançamento. Apresentamos uma Grande Angular fullframe (Nikon 14-24mm f/2.8G ED AF-S Nikkor) e outra outra Grande Angular APS-C (Sigma 8-16mm f/4.5-5.6 DC HSM). Depois uma lente Olho de Peixe para Fullframe: Pentax smc DA 10-17mm f/3.5-4.5 ED (IF).

Hoje vamos apresentar a 4ª de 10, ou seja uma das objectivas mais extremas … de abertura constante, a Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD.

4 – 1ª Grande Angular de Zoom com abertura fixa:

Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD

 

1 – Grande Angular com zoom de abertura fixa: Olympus Zuiko Digital ED 14-35mm f / 2 SWD
Preço de Lançamento 2 229.00 €
Data de Lançamento Fevereiro de 2005
Resumo
ED 14-35mm f2.0
14-35mm (equivalente a 28-70mm nas full-frame)
18 elementos em 17 grupos
Abertura fixa de F2.0
Breve Descrição
O uso de um sensor que é duas vezes menor do que um sensor de filme de 35mm (full-frame) não foi sem motivos. Pessoas mal-intencionadas poderiam dizer que a principal razão foi a incapacidade de produzir um sensor maior, mas tal afirmação é apenas parcialmente verdadeira. Um sensor menor não significa apenas desvantagens, se comparado com maiores sensores, pois se forem devidamente concebidos, estas objectivas podem ser fisicamente mais leves e menores do que seus equivalentes de full frame e opticamente melhores.  Um exemplo perfeito disso é a Olympus Zuiko Digital ED 14-35 mm F/2.0 SWD. 

Esta objectiva oferece-nos os mesmos campos de visão de uma full frame 28-70 milímetros, mas ao mesmo tempo oferece uma abertura fixa de f/2.0 e um stop mais rápido que qualquer um dos seus rivais.

Deve possuir uma lente destas porque: é mais rápida em um stop que qualquer um dos seus rivais, possui uma abertura máxima constante de zoom e um sensor de focagem de alta velocidade.
Mas tenha em mente: que as lentes da Olympus 4/3 são brilhantes, especialmente no fim da escala.

Alguns Exemplos:


fontes: Photo Radar | Lentstip Olympus |  Fotos de:  Lentstip

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