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Recortes de papel

Dizem que as cartas deixaram de ser o que eram. Já ninguém escreve cartas e envia pelo correio, agora é tudo por mensagem e email. As únicas cartas que ainda se vai enviando por correio são faturas, ou publicidade. As cartas onde falavamos de nós aos nossos entes queridos, as de amor para os amados… Essas? Essas ninguém as escreve, ninguém as recebe… Aliás! Se houver por aí alguém que ainda receba, deixe um comentário :)

Annie Vought encontrou uma forma de trazer as cartas de novo à ribalta e atribuíu-lhes um novo significado!

Nos últimos quatro anos recriou meticulosamente notas e cartas que encontrou, escreveu ou recebeu, ampliando os documentos para um novo pedaço de papel e dissecando os espaços negativos com uma lâmina. O papel que resta e as frases suportam a estrutura de papel cortada, mantendo-a forte e escultural, apesar da sua aparente fragilidade.

Sem sombra de dúvida que muitas horas livres, não? No site têm mais, aqui.

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Veja o que se consegue com uma simples folha de papel

MIT Brian Chan tem um hobby, os origamis. Quando era criança os seus pais compravam diversos livros sobre o assunto. O Rapaz passava os modelos bem simples para outros bem mais complexos.

Começou por  copiar o que via nestas publicações e depois passou a criar suas próprias obras. Passado 20 anos ele começou a produzir insectos com uma impressionante riqueza de pormenores usando apenas uma folha de papel.
Já ganhou muitos prémios. Já criou mais de 100 modelos originais e afirma que o conceito básico por trás do origami é alocar secções de  folha de papel, que se tornam peças dobradas no modelo.
Veja alguns modelos:
Isto tudo com uma simples folha de papel, veja como parece mesmo real.

Curriculum Vitae – Skoda

Todos já passamos pela dificuldade que pode ser por vezes escrever um currículo. Informações de quem somos, onde estudamos, que conhecimentos temos… Afinal de conta um currículo bem feito pode ser a diferença necessária entre conseguirmos o emprego que tanto queremos ou de continuar desempregado.

A pensar em toda esta dificuldade, a agência The Leagas Delaney produziu esta publicidade para a Skoda (empresa de automóveis da República Checa fundada em 1925) onde mostra de forma artística e criativa toda esta relevância.

Na animação podemos ver um jovem a dar uns ajustes finais ao seu currículo, quando este ganha vida e assim entramos num imenso universo criado a partir das suas anotações. A animação é toda feita via computação gráfica através da imagem de um currículo que se vai transformando através de uma simulação de origami em todas as situações passadas e esperanças futuras do jovem.

“Para quem tem dificuldades na procura de um emprego, esta é uma excelente animação que traz uma reflexão sobre o poder e a função que um currículo bem articulado pode trazer na vida de qualquer um. Pense que um currículo não é apenas um simples documento com palavras, mas também é um reflexo de quem somos. Como mostra na animação, o mundo está cheio de oportunidades em diversos meios de comunicação (inclusive em redes sociais), portanto este é o momento de nós aproveitarmos esta nova era e mostrarmos as habilidades, qualidades e experiências que possuímos.”


Créditos:
Cliente: Skoda
Agência: Leagas Delaney Praha
Companhia Produção: weareflink@Bakery Films
Director: weareflink
Criativo: Niko Tziopanos
Director de Fotografia: Roman Jakobi
Produtor Executivo: Andreas Lampe, Florian Sigl
Produtor: Karsten Müller, Tini Schwarz
Artista e compositor: Moritz Gläsle
Artistas CG : Nils Engler, Stefan Galleithner, Phillip von Preuschen, Martin Sächsinger, Christian Schnellhammer, Alex Heyer, Niko Tziopanos
Compositores: Moritz Gläsle, Markus Gratl, Alexander von der Lippe
Música e som: Supreme Music, Hamburg

fonte: vimeo | galoclandestino

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Concurso de Fotografia > Antalis

O dia Mundial do Meio Ambiente é uma iniciativa da ONU, que se celebrou pela primeira vez em 5 de Junho de 1973. Esta iniciativa é desenvolvida através do Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA) e pretende sensibilizar a opinião mundial em relação a temas ambientais. O objectivo principal é motivar as pessoas para que se convertam em agentes activos do desenvolvimento sustentável.

A Antalis quer celebrar o Dia Mundial do Meio Ambiente no próximo dia 5 de Junho com todos os seus clientes, como tal, elaborou um concurso de Fotografia subordinado ao tema: “Florestas: A Natureza ao seu serviço”. Como tal as fotografias devem inspirar-se em “o meio ambiente e a importância das florestas”.

Serão premiadas as 3 melhores fotografias com uma máquina fotográfica CANON POWERSHOT A2200 de 14,1 Mpx.

No concurso podem participar todos os nossos clientes, agências de publicidade e ateliers de design de Portugal e Espanha. O prazo para enviar as fotografias é de 15 de Maio a 5 de Junho (ambos inclusive) e será necessário indicar o nome do participante e a empresa a que pertence.

Os vencedores serão apurados entre os dias 6-10 de Junho sendo depois publicados no sítio oficial da empresa.

Quando terminar o concurso, todos os participantes irão receber um folheto com informação relativa às Florestas a a sua importância meio ambiental, além de um pequeno presente ecológico.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Logótipos em Origami

O Origami é a famosa arte tradicional japonesa de dobrar o papel. Esta arte consiste em dobrar e redobrar geometricamente um bocado de papel, sem o cortar ou colar, normalmente quadrado, as vezes necessárias para criar representações de determinados seres ou objetos.

A pegar nesta arte pode-se criar mil e uma coisas diferentes e pode-se inspirar nela para a aplicar em outras artes. É o caso de, por exemplo, estes logótipos.

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Leaf-it

O trabalho do designer Coreano Sangwoo com o nome de ‘Leaf-it’, é um projecto baseado na natureza e consiste em folhas de papel que têm o formato de folhas de árvores que servem como post-it (lembretes diários) ou para marcadores de livros. Existem em vários tamanhos e em duas cores, verde e amarelo.

Fonte: www.designboom.com | www.appree.net

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Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.