Aqui está um vídeo interessante sobre o funcionamento do obturador de uma DSLR de topo: a Nikon D3.
Tecnicamente falando, estamos a falar de uma suposta fotografia filmada a 11 fps a uma velocidade de 1/4000 com uma abertura de f/16. Tudo isto foi depois retardada para 5000 fps, mas mesmo assim, a cortina move-se tão depressa que não conseguimos ver todo o processo de abertura e fecho da cortina.
Nada melhor para percebermos como de facto se consegue congelar movimentos que são completamente invisíveis ao olho humano.
Segundo este tailandês, desmontar um equipamento como este é extremamente fácil, pois basta observar-mos como ele em cerca de 10 minutos ‘estilhaça’ em partes esta D7000. Segundo o mesmo, e mediante aquilo que conseguimos apurar na visão do vídeo, apenas as partes superiores, inferiores e traseira são em magnésio, tal como já anteriormente havíamos dito.
Se estiver interessado em adquirir este modelo, sugerimos uma comparação exaustiva entre a D7000 e os modelos Nikon D90 e D300s ou mesmo com a Canon 7D, afim de escolher realmente o equipamento mais indicado para o tipo de fotografia que faz.
Mas o importante neste vídeo é mesmo a precisão e rapidez com que este tipo desmonta e de forma irrepreensível, a Nikon D7000.
Todos nós vimos ontem, quando ligamos os nossos televisores, ou quando fomos até à net, as imagens do tremor de terra de magnitude 8,9 que devastou o Japão e zona envolvente.
Após o tremor de terra e daí resultante, gerou-se um tsunami com ondas a atingir a altura de prédios de vários andares, que devastaram tudo o que se encontrava na sua frente, como meros baralhos de cartas. Já havíamos visto algo semelhante na véspera de Natal de 2004. Julgo que desde aí despertamos a nossa conciência colectiva para eventos desta gravidade. O vídeo abaixo é bem descritivo e demonstrativo do grau de destruição causado por estas ondas gigantes.
O que provavelmente não sabe é que a cidade de Sendai é uma cidade emblemática para a Nikon, onde se fabricam os modelos profissionais da Nikon como a Nikon D3s, D3x ou D700. Felizmente, e segundo informações disponibilizadas pela própria empresa, não houve relatos de quaisquer ferimentos entre os colaboradores da empresa e, mesmo a própria empresa parece ter escapado sem danos na sua estrutura que sejam capazes de influenciar o normal funcionamento da companhia.
Outros fabricantes como a Canon, Olympus, Panasonic e Pentax também sofreram alguns danos nas suas estruturas, no entanto, sejam quais forem os danos que qualquer companhia tenha, nada é comparável à destruição que assolou a região, nem aos sacrifícios e perdas de vida que a população se encontra a sofrer.
Se gosta de fotografia, tem de certeza uma compacta, quem sabe até uma DSLR, mas uma compacta para aqueles momentos temos sempre.
Então provavelmente já se perguntou para que servem todos aqueles modos (programas) estranhos que existem no equipamento. Espero que este vídeo o ajude a obter a resposta!
Mais ou menos à cerca de um mês lançamos aqui um artigo sobre o eventual lançamento este ano da Nikon D800, a sucessora da Nikon D700. Pois bem, passado cerca de um mês algumas novidades têm vindo a público e, muito embora continuemos a falar em rumores, não é menos verdade que começam cada vez mais a fazer sentido e posicionarem-se como verdades muito prováveis.
Recentemente foi publicado na página da Nikon Rumors o registo de uma patente (2010-283651) que permite a substituição do sensor do corpo. Segundo uma fonte anónima, claro está, tailandesa, esta tecnologia estará disponível no novo modelo D800 a lançar, muito provavelmente (cada vez mais provável) meados do segundo semestre deste ano. Ainda segundo essa fonte, esse sensor, apelidado de sensor de transporte, poderá facilmente ser removido ou substituído por um revendedor autorizado.
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