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Pouca terra… muita terra… Huú, Húu!

Existem imensos tipos de letra deveras originais como este criado através das personagens Simpson ou este outro a partir das derrapagens criadas pelas rodas de um automóvel. Desta vez encontrei este tipo de letra criado a partir de comboios antigos.

Este conjunto de caracteres foi criado pelo designer norueguês que encontrou (segundo ele) estes brinquedos no sotão de casa da sua avó. Através desse conjunto elaborou os caracteres que vemos abaixo.

Saiba mais em Bureau Bruneau.

Sobremesa de fruta

Fundada por Gabriele Longanesi em 1996, a empresa Natura Nuova, que criou alguns dos melhores purés de frutas do mundo, está localizada no Lugo, perto de Ravena, Itália.

Estes purés são feitos de, única e simplesmente, pura fruta! Não têm aditivos, corantes ou conservantes de qualquer tipo.

Gabriele é apaixonado pelos benefícios orgânicos da fruta madura e então criou a sua companhia de forma a produzir purés de frutas que capturam o sabor completo e nutrição da fruta.

O sistema é simples (ou aparenta ser simples). Gabriele começa por identificar as variedades mais adequadas de fruta biológica para usar em cada receita. Em seguida, encontra uma fonte para o fruto, que se localize o mais perto possível da empresa (o que faz com que as frutas que use sejam todas criadas em Itália) e colhe-a somente quando estiver totalmente madura. Como a maçã é o principal ingrediente na maioria das sobremesas, a escolha é importante. Por isso ele usa cerca de dezoito variedades de maçã em qualquer estação que conjuga com outros frutos que combinem com essas características.

Todos os frutos são escolhidos cautelosamente, evitando a exposição prolongada do fruto a altas temperaturas e contacto com o ar, o que causa a perda de sabor e vitaminas para que o sabor seja tão bom que não haja necessidade para aditivos. Todo o processo de produção de matérias-primas para triturar e embalar leva menos de uma hora e antes de começar a fruta é lavada em água potável fresca e a qualidade controlada manualmente para garantir que apenas o melhor é incluído.

As partes comestíveis do fruto são separadas das partes não comestíveis por passagem através de uma peneira. Durante este processo, são mantidas a uma temperatura baixa, que evita a descoloração e quaisquer sabores amargos, bem como ajudar a conservar vitaminas. A polpa de fruta que emerge é imediatamente colocada sob vácuo para proteger contra a oxidação e escaldada.

E tudo isto para dizer o quê?

O design desta embalagem consegue dizer tudo isto. É um design limpo que se foca pura e simplesmente na fruta no seu estado mais simples, o que leva a que se associe a frutas de qualidade e de sabor fresco e natural. Tudo isto através de uma embalagem simples mas com um design chamativo.

Fonte: Clearspring

Sombra sem árvores?

Todos gostamos de aproveitar a sombra das árvores, principalmente agora que o calor começa a apertar. Não há nada melhor do que um sombrinha para refrescar no Verão.

Mas a verdade é que já houve bem mais árvores do que as que há agora. E todos os dias milhares delas são deitadas abaixo! E depois fala-se no aquecimento global e no desaparecimento de espécies! Principalmente quando muitas das árvores que se corta, nem havia necessidade de as cortar.

Hoje em dia, começa a haver uma maior preocupação com este assunto que nos afeta a todos. E já se começa a ver algumas árvores espalhadas pelas cidades, nos parques de estacionamento (para dar sombra aos carros) e começa-se a criar parques nas cidades para que as pessoas possam passear e relaxar ao ar livre. No futuro acredito que esta preocupação ainda se venha a notar muito mais. Pelo menos assim o espero!

A pensar neste assunto, a agência Mood, de São Paulo, em parceria com a Fundação Amazonas Sustentável, que luta contra o desmatamento no Brasil, criou a ação que podemos ver nestas imagens.

Nas ruas de São Paulo, foi colocado um adesivo em forma de sombra de árvore ao lado de troncos de árvores cortadas com a seguinte frase escrita “Todos gostam de Sombra, mas poucos cuidam das árvores”. Tão simples quanto isso. Todos queremos usufruir das suas sombras… Mas quantos é que fazemos alguma coisa em prol disso?!

imagens: comunicadores

A fotografia é uma faca!

Já num post anterior referi como algumas fotografias podem ser marcantes para o fotografo e inclusive para a sociedade.

Hoje quero apenas partilhar convosco um pequeno vídeo de quatro minutos no qual o fotógrafo Lu Guang, premiado com o terceiro prémio do Concurso World Press Photo, na categoria ‘spot news’, reflete sobre aquele fatídico dia em que mostrou ao mundo uma série angustiante de fotografias no qual vive e presencia o afogamento acidental do bombeiro Zhang Liang de 25 anos, que tentava desbloquear um cano de água no porto aquando de um derramento de óleo.


fonte: Petapixel

Cidade Flutuante – o futuro

Finalmente começamos a ter sensibilidade para olharmos o planeta que habitamos de outra forma. Após anos de maus tratos a esta “esfera” azul que nos abriga, vemo-nos agora preocupados com o ambiente, os eco-sistemas, a sustentabilidade. Vivemos em cidades concentradas onde até há anos não houve preocupações urbanisticas e deparamo-nos agora com cidades ruidosas, poluídas, onde o tráfego automóvel predomina e onde as pessoas não são mais que uma massa de gente que todos os dias chega e parte.

São muitas as correcções que estão a ser implementadas nos Municipios, e é de louvar grande parte deste trabalho. Estão a conseguir devolver a cidade à população.

Contudo, são muitos os problemas que as cidades estão a passar, um pouco por todo o mundo, particularmente cidades costeiras que sofrem a subida do nível da água do mar.

Neste sentido, o Arquitecto belga Vincent Callebaut propôs para o concurso da Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelas, tendo ganho com este projecto o  Grande Prémio de Arquitetura Napoléon Godecharle, uma cidade futurista, flutuante.

Parecendo saídas de um imaginário só presente em desenhos animados, estas plataformas que à primeira vista nos parecem enormes cadeiras insufláveis no meio do oceano são a solução mais viável para este aumento de massa de água, podendo flutuar à volta do mundo.

Nada mais que protótipos, estas eco-cidades estão pensadas para albergar 50 000 habitantes, onde toda a energia consumida é fornecida por fontes de energia renovável: sol – paineis solares, vento – moinhos eólicos, aproveitamento do movimento das ondas do mar e da biomassa. Para além disto, tem um lago no seu centro que recolhe a água da chuva, de forma a purificá-la e torná-la própria para consumo.

O arquitecto diz tratar-se de uma cidade anfíbia, sem carros, sem ruas, mas coberta de plantas e com habitações suspensas sobre jardins, criando uma existência equilibrada entre o Homem e a Natureza.

São ainda um sonho, mas não impensável se tivermos em mente o aquecimento global, o degelo nas calotas polares e a consequente subida do nível médio da água do mar.

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