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Portugal – A beleza da simplicidade

“Portugal, the beauty of simplicity”, assim se chama o vídeo promocional a Portugal que foi distinguido e premiado este sábado passado na Polónia, no Film, Art & Tourism Festival. O filme promocional turístico de Portugal foi distinguido em Varsóvia na categoria “The best film promoting country, region or city” com o segundo prémio, entre 220 filmes internacionais candidatos.

Este foi produzido pela Krypton Films para o Turismo de Portugal, e é já utilizado em várias acções promocionais do País, como feiras, eventos ou sessões oficiais de divulgação, além dos portais promocionais na internet e redes sociais, tendo sido apresentado em Janeiro na Fitur (Madrid).

Esta ferramenta de marketing complementa ainda a campanha internacional “Portugal, the beauty of simplicity”, em curso na Alemanha, Espanha, Reino Unido, Dinamarca, França, Holanda, Irlanda, Noruega, Suécia, Rússia e na própria Polónia.

São quatro minutos de imagens ao som da música composta por Nuno Maló, que mostram os principais atrativos de turísticos de Portugal, incluindo o mar, a natureza e a gastronomia, passando pela oferta cultural, pelo golfe, surf, pelas paisagens humanas ou pela animação nocturna.

Entretanto, sobre o vídeo oficial do Turismo de Portugal, premiado internacionalmente, surgiu já uma pequena polémica que salienta que este tem imagens manipuladas de Lisboa. Na montagem do filme foram duplicadas ruas e edifícios da capital.

Na capital a rua Braancamp, que liga o Marquês de Pombal ao Largo do Rato, percebe-se, num olhar mais atento (e de quem conhece o sítio) que na passagem de um plano, onde já se vê a rua Braancamp, para outro, a mesma rua duplica de tamanho. Assim como os edifícios do Marquês de Pombal e da Avenida Fontes Pereira de Melo aparecem duplicados, também a própria rotunda do Marquês, desta vez, já sem a estátua.

O vídeo, da produtora Krypton Films, custou ao Estado português cerca de 190 mil euros e foi encomendado pelo Turismo de Portugal em dezembro de 2010.

O Turismo de Portugal já pediu explicações à empresa produtora, mas desvalorizou a duplicação. Disse a entidade pública que o problema detectado incide sobre uma ínfima parte das imagens e não interfere no valor estético e promocional do vídeo.

Fonte: Turismo de Portugal, TVI, IOnline

Gallo > Fado, Mar, Arte, Pesca e Calçada Portuguesa

Fado, Mar, Arte, Pesca e Calçada Portuguesa… O que tudo isto tem em comum? O Azeite Gallo!

Depois de vários lançamentos especiais, O Azeite Gallo orgulhoso da sua portuguesidade, traz-nos mais um lançamento.

A marca acaba de lançar no mercado nacional duas novas edições limitadas de garrafas. Este lançamento tem como objectivo homenagear Portugal, valorizando o património Português nos âmbitos da Pesca e Calçada Portuguesa, depois de ter recentemente homenageado nas suas garrafas o Fado, mar e a arte.

Trata-se assim de mais uma edição limitada de Azeite Extra Virgem Suave em garrafas em vidro escuro que vão estar disponíveis nos vários canais de distribuição, e pretendem valorizar e enaltecer uma vez mais o que Portugal tem de melhor.

O azul do mar, o sol do nosso Verão, uma traineira e a calçada portuguesa. Estes são os rótulos das duas novas garrafas de Azeite Gallo numa homenagem à pesca e à arte portuguesa de calcetar. “Desta maneira, agradecemos a todos os portugueses que contribuíram para a História e Cultura do nosso País, às quais está também intrinsecamente ligado o Azeite Gallo, que é o azeite português de referência”, explicou a Directora de Marketing da Gallo Worldwide, Sara Oliveira.


A empresa produz cerca de 30 mil toneladas de azeite, por ano, 70% das quais para exportação. Presente em cerca de 47 países, tem o Brasil como principal consumidor (12% da absorção), seguido pela Venezuela, Angola e China. Sob este último, cuja entrada se deu em Junho de 2011, pende a aposta de passar a ser o terceiro maior mercado nos próximos anos.

Porque Photoshop não é o indicado…

Grande parte dos nossos clientes julgam resolver todos os problemas de publicidade através de photoshop, mas a verdade é que além de ser errado, não é, quase nunca, o método mais barato, nem mesmo o mais indicado.

Prova de que o photoshop ou outro aplicativo de tratamento de imagem como o Corel Paint, ou outro, não são o mais correto, é a fotografia abaixo captada para a reconhecida marca Hugo Boss. A Hugo Boss patrocina desde 2003 o marinheiro Alex Thomson, assim, Alex cedeu esta façanha na qual anda sobre a quilha de um iate com uns meros 8 toneladas. Mais do que photoshop, esta imagem tem imensa coragem.

As condições requeridas para a captação desta imagem eram apenas de que a foto teria ter a marca Hugo Boss do lado direito e, para tal, o capitão do iate teve que  manter o iate num ângulo de 45 graus o máximo de tempo possível de forma a ser possível obter tamanha imagem e, evitar a todo o custo o esmagamento de Alex Thomson, ou outros elementos.

Veja  este vídeo que lhe mostra uma visão por trás das cenas e pense numa próxima vez… afinal o photoshop não serve para tudo!

Como conseguir uma foto de Murro espectacular!

A imagem que vêem abaixo foi captada por Blair Bunting para uma campanha publicitária da série Deadliest Catch do Discovery Channel.

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.

Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião.  Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.

Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?

Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.

Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.

O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.

Diagrama de Ilumuniação

Diagrama de Ilumuniação

fonte: Blair Bunting

Estudo de Caso: Deadliest Catch

Um dos Documentátios mais marcantes e extremos que temos através da TV por assinatura é o “Pesca Radical” (Deadliest Catch), no Discovery Channel. Este documentário narra a vida dos pescadores a bordo de embarcações no Mar de Bering durante as temporadas de pesca dos caranguejos real e das-neves do Alaska, bem com dos seus dramas pessoais e profissionais, uma profissão demasiado arriscada que já tomou a vida a muitos pescadores, aliás, a pesca de caranguejo no Alaska é considerada o trabalho mais perigoso do mundo.

Aqui apenas se vai apresentar um resumo em imagens do estudo de caso de um dos anúncios mais interessantes e elaborados para Documentários, que já tive a oportunidade de apreciar. Deliciem-se com as imagens mostrando passo a passo o projecto.

O Anúncio:

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