Posts Tagged ‘ lápis de cor

Jeniffer Maestre – Escultura

Jeniffer Maestre de 53 anos, nasceu em Johannesburg, na África do Sul, viveu em várias cidades do mundo como Barcelona, Irão e Novo México, mudando-se posteriormente para Massachusetts, onde vive actualmente e onde se licenciou em artes. Tem como uma das suas grandes inspirações a obra do Biólogo Ernst Haeckel, já que enquanto admirava a sua extensa obra, aprendeu que a natureza é uma fonte inesgotável de variáveis que podem contribuir para o mundo artístico.

À primeira vista as esculturas de Maestre parecem seres saídos do fundo do mar, mas após mais um pouco de observação constatamos que essas esculturas são compostas por lápis de cor afiados e entrelaçados por linhas de costura.

Na “nascente” desta ideia, está uma caixa que Jeniffer Maestre projetou, com o intuito de esta conter um compartimento secreto para alojar uma pérola. Esta caixa seria no formato de um ouriço-do-mar e seria toda ela em prata. O efeito visual criaria uma interessante reação no espetador, já que esta seria bela, mas não criava o desejo de lhe tocar. Read more

Arte em lápis

Artista de peças microscópicas, Dalton Ghetti é o artista que fez estas obras que podem demorar até 2 anos e meio para ficarem prontas.

É carpinteiro e faz esse tipo de trabalho há 25 anos. Usa ferramentas simples como estilete, agulha e faca de esculpir e nunca vendeu nenhuma das peças. Apenas as oferece de presente a  amigos.

Esta vontade de esculpir em lápis surgiu de uma primeira tentativa de se desafiar a esculpir no menor tamanho possível…

Atualmente faz deste trabalho meditação e antes de começar um novo trabalho ele pensa: “Bem, este lápis vai quebrar eventualmente… Vamos ver o quanto ele dura”.

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Cores para TODOS!

A Viarco, única fábrica de lápis da Península Ibérica, adota código gráfico que permite distinguir cores.

A fábrica, portuguesa, vai disponibilizar no próximo ano lectivo uma gama de produtos acessível a daltónicos, utilizando o código universal ColorAdd. Ou seja, um código gráfico monocromático, sustentado em conceitos universais de interpretação e desdobramento de cores, que permite aos daltónicos identificar correctamente as cores.

Esta iniciativa é fruto da parceria com o designer Miguel Neiva, e pretende estar disponível a partir de Setembro de 2010.

O projecto tem como principal objectivo o de permitir aos daltónicos a identificação correcta das cores e limitar os constrangimentos e exclusão a que os mesmos estão sujeitos pela incapacidade de as distinguirem.

“Para a Viarco é uma grande honra participar neste projecto 100% nacional, apoiando a disseminação deste código que se pretende venha a ser universal, mas acima de tudo pelo facto desta iniciativa ter um impacto directo na melhoria de qualidade de vida de muitas pessoas.”

As colecções, de 12 lápis de cor com o código impresso, estarão, numa primeira fase, apenas disponíveis na loja online da Viarco.

Para quem quiser ter contacto com este produto, de 19 a 25 de Julho no pavilhão de Portugal na Expo Xangai 2010, na China, estarão expostos, no âmbito de um convite dirigido pelo IAPMEI e Centro Português de Design ao designer Miguel Neiva.

Fonte: Viarco ; Publico ; Design on Rocks

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.