Quando falamos em Arte, falamos de um enorme “mundo” de criações de todos os tipos… Mas quando falamos em ilustrações artísticas feitas com fita cola, o nosso sentido de desconfiança fica um pouco alerta. Max Zorn é um artista urbano com um talento muito invulgar e admirável, usando apenas fita adesiva e um bisturi, cria sem sobra de dúvidas obras de arte fenomenais. O seu principal tema de inspiração são as cenas mais famosas do cinema.A fita adesiva é colocada sobre um vidro, cortada e sobreposta com mais camadas que vão sendo também cortadas.
O resultado final é realmente inspirador e a prova de que a imaginação e a criatividade não tem limites no processo de criação artística. Read more
O fotógrafo e ambientalista Uwe Skrczypczak escreveu este livro com vários objetivos em mente: ensinar os aspectos técnicos e o fluxo de trabalho digital da fotografia da vida selvagem; mostrar a beleza da África Oriental e a menina dos seus olhos, o parque natural de Serengeti; fornecer um guia para aquele fotógrafo que está planeando uma ida num safari Africano e quer estar preparado para capturar as melhores imagens.
Todo o livro baseia-se na sua própria experiência enquanto enquanto fotografo de vida selvagem. Com base nisso, Uwe Skrczypczak fala-nos sobre o equipamento; os prós e contras dos tipos de camera e objectivas, bem como os requisitos necessários para este tipo de trabalho (bem exigente por sinal). No seu livro, o qual já me encontro a ler, ele debruça-se igualmente sobre as técnicas mais adequadas para a exposição e focagem automática, sendo este último, aliás, um dos grandes desafios na fotografia da vida selvagem.
No livro mostra-nos ainda diferentes aspectos práticos da fotografia em vida selvagem, como por exemplo, retratos de animais, quer através da técnica de disparo, quer através da técnica de panning (e assim se captura um leopardo em excesso de velocidade). Nessas imagens o autor disponibiliza um pequeno conjunto de pictogramas s fim de mostrar quais as técnicas ideais para a captura da imagem numa situação específica.
Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.
Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião. Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.
Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?
Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.
Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.
O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.
Hoje em dia quase toda a gente tem um cartão de apresentação. Por isso, deve estar constantemente a receber cartões. E o que faz com eles? Uns que até lhe interessa, porque podem vir a ser úteis na sua área, guarda-os. Outros meia dúzia que até são bonitinhos ou originais, guarda-os.
E os restantes?!
Lixo com eles!
Então o que fazer para que, quando se dirige a uma nova empresa, um possível novo cliente, ele olhe para o seu cartão e o guarde? Um dos primeiros passos na conquista de uma nova empresa é através do cartão comercial… O que fazer então?
Deite fora os seus cartões do século passado e faça uns novos que sejam diferentes de tudo o que já viu! Se são diferentes para si, e se você os acha originais, então muito provavelmente também a pessoa do outro lado o irá achar! Pode não achar… Mas definitivamente aumenta as probabilidades!
Neste post reuni 25 cartões que se destacam dos restantes pelo relevo. Existe muitas formas de utilizar o relevo. Pode ser para salientar o logótipo, um pormenorzinho, ou até uma imagem ou um nome que se queira destacar. Ora veja!
Dewitt Jones é, além de um orador cativante e sem paralelo, um frelancer que trabalha à várias décadas para a prestigiada National Geographic.
Dewitt Jones
Neste vídeo, a meu ver inspirador, ele Dewitt Jones fala sobre como ele encontra as “respostas certas” para os seus projectos, em especial os projectos que foi desenvolvendo para a National Geographic. Neste vídeo, ao invés de dicas e técnicas específicas acerca da fotografia, Dewitt Jones debate principalmente acerca de ideias, grandes ideias que foram ao longo dos tempos mostrando e valorizando o seu trabalho.
Dewitt Jones é um dos melhores fotógrafos profissionais, conhecido como sendo um gênio criativo na sua área. Neste momento e após cerca de 20 anos a trabalhar para a National Geographic, Dewitt Jones decidiu ensinar aquilo que sabe e acima de tudo a forma descontraída como se pode conseguir boas e excelentes fotografias. Dewitt Jones trabalhou ainda na área do cinema com filmes nomeados para Academy Awards, editou vários livros e DVDs, trabalhou na área a publicidade para empresas como a Canon e United Airlines. Além de tudo isto é ainda um colunista habitual na revista da especialidade Outdoor Photographer.
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