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Como conseguir uma foto de Murro espectacular!

A imagem que vêem abaixo foi captada por Blair Bunting para uma campanha publicitária da série Deadliest Catch do Discovery Channel.

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.

Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião.  Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.

Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?

Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.

Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.

O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.

Diagrama de Ilumuniação

Diagrama de Ilumuniação

fonte: Blair Bunting

1.11.11 – O Fenómeno

A 1/11/11, a TMN vai lançar uma campanha pioneira a nível nacional (Portugal Continental, Açores e Madeira), que irá possibilitar aos portugueses um momento especial, inspirador e de união.

Este evento irá acontecer durante 3 dias consecutivos (1, 2 e 3 de Novembro) em 20 capitais de distrito e irá contar com a participação de milhares de portugueses que irão acender 11.111 estrelas.

Como participar? Simples!

Basta ir a www.facebook.com/tmn e acender a sua estrela virtual, indicando o seu distrito e passará assim a fazer parte de uma das maiores instalações de arte e luz alguma vez promovida em Portugal. As estrelas ficarão suspensas com a ajuda de balões, simbolizando cada uma delas uma mensagem ou desejo dos participantes, o qual pode ser adicionado e partilhado com os seus amigos no Facebook. As estrelas virtuais serão, posteriormente, transformadas em luzes reais.

Até ao momento, o Fenómeno já tem acesas 7.500 estrelas virtuais que no dia 1 de Novembro transformar-se-ão em luzes reais.

fonte: tmn

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Não há melhor que a Nikon D3s

A Nikon D3s é de acordo com a EISA (European Imaging and Sound Association) “a DSLR perfeita para fotografia profissional” ganhando assim o prémio Europeu de melhor máquina Professional 2010-2011.

Segundo a EISA, a D3s da Nikon tem uma sensibilidade tão elevada que consegue focar e disparar em condições em que o próprio olho humano não consegue ver. Embora os altos valores ISO serem já uma característica de muitas das modernas câmaras DSLR, a verdade é que a qualidade de imagem nas sensibilidades mais altas da Nikon D3S é inultrapassável, pois possui muito baixos níveis de ruído e bastante riqueza em detalhe.

O processador EXPEED é extremamente rápido, e o seu corpo de alta construção transforma-a quase à prova de água. Possui ainda uma excelente bateria fazendo dela a DSLR perfeita para fotografia profissional de acção, desporto e fraca iluminação.

Importa ainda salientar que esta full frame (35mm) custa cerca de 5 300 euros. Uma pechincha, portanto!

fonte: EISA | Nikon D3

Vantagem de CMYK sobre RGB

CMYK o que é? É a abreviatura do sistema formado pelas cores subtractivas: Ciano (Cyan), Magenta (Magenta), Amarelo (Yellow) e Preto (Black). Alguns dizem que o K quer dizer Key (chave em Inglês), pois o preto, é a cor chave na indústria gráfica.

RGB é a abreviatura do sistema formado pelas cores aditivas: Vermelho (Red), Verde (Green), e Azul (Blue). O principal propósito do sistema RGB é a reprodução de cores electrónicas, por exemplo, monitores de TV, computadores, datashows, scanners e câmaras digitais, assim como na fotografia digital.

Embora o espectro do CMYK seja menor e os arquivos maiores devido ao facto de estar a trabalhar com quatro canais de cor, este é o método usado em mais de 90% de toda a indústria gráfica.

O RGB, embora tenha um espectro de cores maior, a grande desvantagem é quando tentamos imprimir as suas cores luminosas pois estas não são reprodúziveis em suporte físico.

Fonte:  wikipédia CMYKRGBCores

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