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Brincar com o fogo, ou não!

Ainda não conhece o trabalho do artista e fotógrafo russo Stanislav Aristov?
Está na altura então.
Diz-se que o problema está nos detalhes e muitas vezes é aí que reside a arte. O Fotógrafo russo Stanislav Aristov pegou em algo tão descartável quanto um fósforo queimado e criou uma série de fotos minimalistas e encantadoras deles queimando e dobrando em belas formas. Pequenos incêndios em volta dos palitos também fazem parte destas imagens. É claro que algumas delas tiveram a ajuda do nosso querido Photoshop, mas são simplesmente belas.

FOSFORO

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Nikon D4 vs D3s vs D3x vs Canon 1Ds Mk IV vs 1Dx vs 1Ds Mk III

Como é sabido, a Nikon e a Canon lançaram recentemente os seus equipamentos de topo. Agora que já passaram algumas semanas, gostaria de fazer uma pequena e leve comparação (não exaustiva) entre a Nikon D4 e concorrentes mais próximo.

A selecção foi feita através dos principais equipamentos de valores e funcionalidaes semelhantes, daí não ter considerado por exemplo a Nikon D800 e a Canon 5D Mark III, pois não os considero como concorrentes diretos à D4. São magníficas máquinas, alias gostaria de ter uma delas, mas têm como alvo um mercado diferente. Excluí também a Sony Alpha A900, pois embora posua um sensor fullframe, a verdade é que o equipamento foi descontinuado. Além disso, acho que equipamentos como a mítica M9 da Leica, ou a Pentax 645D, ou se preferir, modelos ainda bem mais caros como a Hasselblad ou a Mamyia Leaf,  não são, nem podem ser consideradas concorrência directa. Algumas delas nem concorrência de forma alguma. Os mercados estão bem definidos. Assim, vamos apenas comparar a D4 com os equipamentos que se seguem.

Olhando para a tabela, podemos desde logo deduzir que a luta será entre os dois mais recentes equipamentos. No entanto, também vemos algo de estranho, que é o fato de o sensor da 1D Mk IV não ser um full frame, mas sim, um pouco menor. Antes da Canon 1D-X ser lançada no mercando a Canon usava esse sensor APS-H para o seu equipamento mais rápido e no mais lento, mas com maior resolução, usava um sensor full frame. Como pelos vistos a jogada não pegou lá muito bem, a canon lançou agora a 1D X, que é uma excelente mistura de ambos, ou seja, sensor fullframe e a alta velocidade em simultâneo, além disso, a resolução não baixou significativamente, ficando mesmo assim ainda acim da Nikon D4.

Assim, e olhando friamente para a tabela, a nova Nikon D4 não é nada de especial. Não possui nenhuma resolução acima da média. Lembro que a Nikon D5100 possui igualmente 16.2 Mpx. (Atenção que não podem ser comparados os equipamento, pois o sensor é completamente diferente, bem como todo o hardware existente. É apenas para dar uma ideia e nada mais). No entanto é necessário ressalvar que como por imensas vezes já referi, a resolução é apenas uma pequena parte da história, uma pequena parte de um todo. O tamanho dos pixeis afecta a sensibilidade da imagem e, à medida que empinar-mos mais e mais pixeis num mesmo espaço, aqueles pixeis ter-se-ão de acomodar e como tal, terão de ser menores para caber na mesma área. Ora pixeis menores, são imediatamente menos sensíveis à luz. A nikon D3s é quem ainda lidera no que toca à sensibilidade de pixeis em relação à luminosidade, o que, aliás faz todo o sentido uma vez que é também quem possui a resolução mais baixa. Ora a Nikon D4 aumenta essa mesma resolução, no entanto consegue um melhor desempenho na captação de imagens com baixa luminosidade que a sua antecessora, a Nikon D3s. Claro que estamos a falar de resultados obtidos através de testes laboratoriais e falta ainda a comprovação por parte dos clientes, mas, supondo que esta nova geração de sensores é melhor que a anterior, acredito que de fato isso seja verdade.

O topo, o desejável, a meta em termos de desempenho dos equipamentos em baixa luminosidade têm sido a Nikon D3s. Ela possui até à data os melhores resultados alguma vez alcançados e deveras melhores que o seu concorrente direto: a canon. A Nikon D4 propõe-se a aumentar essa fasquia, a ver vamos, como disse anteriormente. Porém, a nova Canon 1Dx é sem qualquer dúvida uma carta fora do baralho. Digo isto porque a Canon 1Dx apresenta-se, pelo menos no que em termos de especificações diz respeito, como um verdadeiro animal selvagem à espera de ser domesticado. Basta de fato olhar para as especificações expostas no quadro acima e reparamos que em quase todas as especificações mais relevantes a Canon é superior. Maior resolução, sensibilidade iso equivalente, mas superior em modo nativo, maior velocidade de disparos, mais pontos de focagem quer em modo simples, quer em modos cruzado. Falta ver agora como ambas se irão comportar no terreno para saber quem sairá vencedor, se bem que acredito que é um luta de titãs em que o favoritismo irá prevalecer. O mais importante par mim, é saber até que valores ISO conseguiremos ir com resultados limpos nas imagens.

Em termos de velocidade, a Nikon D4 consegue captar até 10 quadros por segundo em RAW. A Canon 1Dx, como disse anteriormente, é superior, uma vez que capta mais dois quadros por segundo o mesmo tipo de imagens. Dependendo do tipo de trabalho que você executa, isto pode ou não ser um fator com algum peso, se bem que não muito acredito, uma vez que estamos a falar em fotógrafos profissionais.

O mesmo acontece no que aos pontos de focagem diz respeito, embora a Nikon tenha desfrutado até ao momento de uma vantagem em termos de velocidade da focagem dos mesmos. A ver vamos se se mantêm. No caso de  se manter, isso pode representar um ponto de segurança para os nikonistas, uma vez que, grande parte das vezes o importante não é ter mais pontos de focagem, mas sim que o existentes sejam mais e mais rápidos, mais e mais eficazes, principalmente quando estamos a falar da captação de imagens em situações adversas como desporto e vida animal.

Em suma… qualquer um dos corpos é fenomenal e tenho sinceramente muita pena em não ter a hipótese de colocar as unhas num deles.

As cenas por detrás de ABSOLUT GUSTAFSON

Depois do enorme sucesso obtido pela ABSOLUT® mais conhecida pela sua Vodka, em sabores como  ABSOLUT FLAVOR OF THE TROPICS ou  ABSOLUT  WATKINS , a marca premium do mundo no segmento vodka apresenta agora um novo sabor, projetado exclusivamente para viajantes. ABSOLUT GUSTAFSON, é aromatizada com o sabor das cerejas maduras, dos morangos morangos frescos e fatiados e dos quentes pequenos apontamentos orientais conseguidos através do cardamomo e canela tão comuns no tradicional chai da Índia.

Absolut Gustafson

Absolut Gustafson

 

O rótulo foi criado em colaboração com Mats Gustafson, tido como o número um no que toca à ilustração de Moda. Mats Gustafson nasceu na Suécia e ali cresceu, no entanto reside em Nova York há pelos menos três décadas e daí tem desenvolvido imensos trabalhos para todo o Mundo. Gustafson projetou na garrafa um rótulo que apresenta um horizonte verde brilhante e um rosa dramático, pintados magistralmente à mão através de pinceladas sensíveis e transmitindo assim um travo de imensa sensualidade, tão características no público jovem tão sedento deste néctar idealizados por deuses e criado por homens.

Segundo Mats Gustafson o rosa representa os frutos, o cardamomo e o verde, as mais raras qualidades da terra. A arte final combina esses dois blocos de cor e, para mim, traduzem a terra e o céu. O horizonte é uma grande metáfora para viajar, para olhar para longe e mais além. Este é  seu pensamento, esta foi a sua meta o seu resultado.

Absolut Gustafson

Absolut Gustafson

O lançamento deste produto foi obviamente acompanhado por uma poderosa campanha de marketing, em todos os meios disponíveis. Aqui deixamos apenas um pequeno levantar do véu, daquilo que foram os dias, semanas que levaram ao desenvolvimento deste produto.

O fotografo responsável pela captação destas imagens foi Pelle Bergstrom especializado em fotografia de natureza morta, produto e alimentar. Algumas das suas imagens são no mínimo míticas, tal o realismo e criatividade nelas contido. Trabalhou em colaboração com Stellan Herner, sendo que toda a produção criativa ficou a cargo da agência HappyTear.

Absolut Gustafson

Absolut Gustafson

Eis alguns dos resultados finais da responsabilidade da agência destrito.

Telemóvel com camera de 41 Megapixeis

Como o Nokia 808 PureView revoluciona-se todo o conceito existente de multimédia em telemóveis.

No início deste mês, a Nokia apresentou ao mundo a sua maior revolução em termos fotográficos: um telemóvel com 41 Mpx. A apresentação foi feita na Mobile World Congress, evento de tecnologia móvel que teve lugar em Barcelona de 27 de Fevereiro a 1 de Março.

Nokia 808

Nokia 808

O destaque da Nokia foi sem qualquer duvida o Nokia 808 Pureview, capaz de captar imagens até 38 megapixels, uma resolução cerca de três vezes superior à média de outros smartphones existentes no mercado. O iPhone 4S da Apple, por exemplo, capta imagens de até 8 megapixel e, o smartphone com câmera mais avançada do momento é o Xperia S, da Sony, que consegue captar imagens com uns impressionantes 12  Mpx de resolução. Ora, de acordo com a Nokia, o sensor da câmera do Nokia 808 Pureview possui qualquer coisa como 41 megapixels de resolução, no entanto, as suas imagens apenas podem ter como máximo a resolução 38 megapixels. As lentes usadas neste aparelho são, como não poderiam deixar de ser lentes Carl Zeiss.

Este modelo da Nokia mostra, pelo menos numa primeira análise, que a Nokia ainda não está disposta a atirar a toalha ao chão e a desisitir do seu sistema operacional (Symbian), apesar da recente adoção do Windows Phone (Windows 8), da Microsoft, como plataforma principal para os seus telemóveis mais avançados (smartphones).

A Nokia disponibilizou ao publico algumas imagens, as quais disponibilizamos através deste link. Disponibilizamos abaixo uma das imagens em todo o seu contexto e depois, a mesma, em recorte de 100%.

Imagem de Contexto

Imagem de Contexto

Recorte a 100%

Recorte a 100%

Os 41 Mpx são reais?

Agora algo não menos importante. Os 41 Mpx deste telemóvel podem-se comparar com por exemplo os 36 Mpx da Nikon D800 ou os 22 Mpx da Canon 5D Mark III?

É óvio que não. Antes de mais, todos sabemos que mais pixels não representa muito, não quer dizer quase nada. Teeríamos obrigatoriamente de comparar os tamanhos dos sensores. Aliás, a própria Nokia tomou as devidas precauções no momento de explicar o seu processo PureView.

O que o novo sistema de imagem realmente faz, é, através das novas lentes Carl-Zeiss, juntar toda informação em estado nativo captada pelo sensor de 41 Mpx e produzir uma imagem limpa através da junção de pixeis. Cada pixel final é composto pela junção sete pixeis em um único pixel. Por outras palavras e de forma a simplificar um pouco, o que realmente a Nokia faz é imagens de uma qualidade sobejamente superior e irrepreensível que no final terão apenas 5 Mpx, embora, seja ainda capaz de produzir imagens de 8 e 38 Mpx até um tamanho máximo de 7152 x 5368 px. Para mais informações consultem este documento disponibilizado pela Nokia e que explica como isto é possível.

Prevê-se que o Nokia 808 PureView esteja já disponível no mercado europeu no próximo mês de Maio. O seu valor de mercado deverá rondar os 450 Euros.

II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem

Depois do grande sucesso que foi o Iº Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem em 2011, o qual aqui fizemos referência e, no qual infelizmente não tive oportunidade de marcar presença, aqui surge mais um novo evento, que é já para a semana e, o qual, se tudo correr bem, não deixarei passar em claro!

Segunda Edição

Segunda Edição

Nesta segunda edição, e devido ao enorme sucesso que se conseguiu com o anterior, o programa será alargado a dois dias, 28 e 29 deste mês de janeiro, no Cine-teatro João Ribeiro. Conjuntamente a esta edição, decorrerá a exposição de João Cosme, o grande impulsionador deste evento. A exposição “Rios de Vida” estará patente no Museu Municipal até finais do mês seguinte.

Neste II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem, estarão presentes os fotógrafos nacionais Luís Quinta, Nuno Sá, João Quaresma, Ricardo Guerreiro, Ricardo Lourenço, Paulo Lopes e Alexandre Vaz e,  José Benito Ruiz  de Espanha. Estes fotógrafos partilharão, como já aconteceu anteriormente, algumas experiências e  parte do seu portfólio, bem como algum projeto que tenham em mãos.

O Programa é o seguinte:

Programa

Programa

Para mais informações, nada melhor que visitar a página na internet criada especialmente para este efeito.

GRÁTIS: Livro “Fotografia de vida selvagem”

O fotógrafo e ambientalista Uwe Skrczypczak escreveu este livro com vários objetivos em mente: ensinar os aspectos técnicos e o fluxo de trabalho digital da fotografia da vida selvagem; mostrar a beleza da África Oriental e a menina dos seus olhos, o parque natural de Serengeti; fornecer um guia para aquele fotógrafo que está planeando uma ida num safari Africano e quer estar preparado para capturar as melhores imagens.

Todo o livro baseia-se na sua própria experiência enquanto enquanto fotografo de vida selvagem. Com base nisso, Uwe Skrczypczak fala-nos sobre o equipamento; os prós e contras dos tipos de camera e objectivas, bem como os requisitos necessários para este tipo de trabalho (bem exigente por sinal). No seu livro, o qual já me encontro a ler, ele debruça-se igualmente sobre as técnicas mais adequadas para a exposição e focagem automática, sendo este último, aliás, um dos grandes desafios na fotografia da vida selvagem.

No livro mostra-nos ainda diferentes aspectos práticos da fotografia em vida selvagem, como por exemplo, retratos de animais, quer através da técnica de disparo, quer através da técnica de panning (e assim se captura um leopardo em excesso de velocidade). Nessas imagens o autor disponibiliza um pequeno conjunto de pictogramas s fim de mostrar quais as técnicas ideais para a captura da imagem numa situação específica.

Os tópicos abordados neste livro são:

• Equipamentos e acessórios

• Planeie a sua viagem

• Condições na estrada

• O lugar certo na hora certa

• A composição da imagem

• Onde ficar e rotina diária

• A luz no leste de África

• Migrações e épocas de acasalamento

• Habitats e comportamento animal

• Cruzamentos de rios

• Os grandes felinos, rinocerontes, girafas…

Por hoje o livro encontra-se gratuitamente disponível para aquisição. Amanhã já terá de desembolsar cerca de 30€. Promoções assim, não acontecem todos os dias.

 

Aqui ficam algumas imagens do seu trabalho.

Concurso de Fotografia > Sony World Photography Awards 2012

A fotografia é o seu passatempo? E se eu lhe disser que pode ganhar uns 3.700 euros, melhor não? Pois bem, a Sony World Photography Awards  está de volta, desta vez com 10 categorias diferentes:

Sony World Photography Awards 2012

Sony World Photography Awards 2012

 

Arquitetura; Arte e cultura; Fotos com pós-processamento; Split second; Baixa luz; Natureza e vida selvagem; Panorâmica; Pessoas; Sorriso;  Viagem.

Sony World Photography Awards 2012

Sony World Photography Awards 2012

 

O Sony World Photography Awards é já amplamente reconhecido como uma das principais formas de premiação a nível global relativamente à fotografia. Através da realização de uma série de concursos anuais, a Sony tenta descobrir talentos em diversos campos da fotografia como os anteriores mencionados. Além de conseguir receber um prémio superior a 18.500 € (se profissional), ainda tem a possibilidade de mostrar o seu trabalho, quer no website da  WPO, quer mesmo em exposições internacionais, usufruindo ainda do marketing e cobertura dos médias  internacionais entre outras eventuais publicações.

As inscrições já se encontram abertas e fecham já no próximo dia 04 de Janeiro, por isso, não perca tempo! Para mais informações inscreva-se  na página oficial da Sony World Photography Awards 2012.

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