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National Geographic > Foto do ano 2012

A fotografia de um tigre fêmea, num Zoo da Tailândia, a sacudir a água do corpo é a melhor fotografia do ano para a National Geographic e valeu ao seu autor, o britânico Ashley Vincent, um prémio de 10 mil dólares (cerca de 7.500 euros). A concurso foram mais de 22 mil imagens.

O concurso fotográfico da National Geographic contempla três categorias: Pessoas, Lugares e Natureza. Intitulada “Explosão”, a imagem do tigre fêmea a sacudir a água venceu o primeiro prémio na categoria “Animais”.

No site da National Geographic, Ashley Vincent explica como tirou a fotografia. Busaba, o tigre fêmea, não deu descanso ao fotógrafo que estava decidido a conseguir a imagem perfeita. “Quando a observava durante as minhas visitas tinha mais cuidado, na esperança de capturar algum momento que revelasse o seu comportamento”, lê-se no site.

Esse momento chegou quando o fotógrafo observou o animal a sair da sua “piscina”, sacudindo a água. “Perante aquele cenário tive que dizer que a Mãe Natureza me tinha sorrido naquele dia”, confessa o fotógrafo.

O prémio valeu a Ashley Vincent a quantia de 10 mil dólares (cerca de 7500 euros). Nascido no Reino Unido, há 22 anos que está na Tailândia. No seu site pessoal, o fotógrafo explica que fotografar animais sempre foi a sua paixão.

Uma raposa enterrada na neve durante a perseguição de um rato, pescadores em estacas do Sri Lanka ou a montanha Matterhorn numa noite de lua cheia são algumas das outras imagens premiadas, que merecem ser visualizadas pela sua beleza e técnica fotográfica.

Este concurso recebeu mais de 22 mil imagens de 150 países, mas apenas 14 fotos foram premiadas nas três categorias.

Clique AQUI para ver a galeria das fotos vencedoras

informação integralmente retirada deBoas Notícias

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Nikon D4 vs D3s vs D3x vs Canon 1Ds Mk IV vs 1Dx vs 1Ds Mk III

Como é sabido, a Nikon e a Canon lançaram recentemente os seus equipamentos de topo. Agora que já passaram algumas semanas, gostaria de fazer uma pequena e leve comparação (não exaustiva) entre a Nikon D4 e concorrentes mais próximo.

A selecção foi feita através dos principais equipamentos de valores e funcionalidaes semelhantes, daí não ter considerado por exemplo a Nikon D800 e a Canon 5D Mark III, pois não os considero como concorrentes diretos à D4. São magníficas máquinas, alias gostaria de ter uma delas, mas têm como alvo um mercado diferente. Excluí também a Sony Alpha A900, pois embora posua um sensor fullframe, a verdade é que o equipamento foi descontinuado. Além disso, acho que equipamentos como a mítica M9 da Leica, ou a Pentax 645D, ou se preferir, modelos ainda bem mais caros como a Hasselblad ou a Mamyia Leaf,  não são, nem podem ser consideradas concorrência directa. Algumas delas nem concorrência de forma alguma. Os mercados estão bem definidos. Assim, vamos apenas comparar a D4 com os equipamentos que se seguem.

Olhando para a tabela, podemos desde logo deduzir que a luta será entre os dois mais recentes equipamentos. No entanto, também vemos algo de estranho, que é o fato de o sensor da 1D Mk IV não ser um full frame, mas sim, um pouco menor. Antes da Canon 1D-X ser lançada no mercando a Canon usava esse sensor APS-H para o seu equipamento mais rápido e no mais lento, mas com maior resolução, usava um sensor full frame. Como pelos vistos a jogada não pegou lá muito bem, a canon lançou agora a 1D X, que é uma excelente mistura de ambos, ou seja, sensor fullframe e a alta velocidade em simultâneo, além disso, a resolução não baixou significativamente, ficando mesmo assim ainda acim da Nikon D4.

Assim, e olhando friamente para a tabela, a nova Nikon D4 não é nada de especial. Não possui nenhuma resolução acima da média. Lembro que a Nikon D5100 possui igualmente 16.2 Mpx. (Atenção que não podem ser comparados os equipamento, pois o sensor é completamente diferente, bem como todo o hardware existente. É apenas para dar uma ideia e nada mais). No entanto é necessário ressalvar que como por imensas vezes já referi, a resolução é apenas uma pequena parte da história, uma pequena parte de um todo. O tamanho dos pixeis afecta a sensibilidade da imagem e, à medida que empinar-mos mais e mais pixeis num mesmo espaço, aqueles pixeis ter-se-ão de acomodar e como tal, terão de ser menores para caber na mesma área. Ora pixeis menores, são imediatamente menos sensíveis à luz. A nikon D3s é quem ainda lidera no que toca à sensibilidade de pixeis em relação à luminosidade, o que, aliás faz todo o sentido uma vez que é também quem possui a resolução mais baixa. Ora a Nikon D4 aumenta essa mesma resolução, no entanto consegue um melhor desempenho na captação de imagens com baixa luminosidade que a sua antecessora, a Nikon D3s. Claro que estamos a falar de resultados obtidos através de testes laboratoriais e falta ainda a comprovação por parte dos clientes, mas, supondo que esta nova geração de sensores é melhor que a anterior, acredito que de fato isso seja verdade.

O topo, o desejável, a meta em termos de desempenho dos equipamentos em baixa luminosidade têm sido a Nikon D3s. Ela possui até à data os melhores resultados alguma vez alcançados e deveras melhores que o seu concorrente direto: a canon. A Nikon D4 propõe-se a aumentar essa fasquia, a ver vamos, como disse anteriormente. Porém, a nova Canon 1Dx é sem qualquer dúvida uma carta fora do baralho. Digo isto porque a Canon 1Dx apresenta-se, pelo menos no que em termos de especificações diz respeito, como um verdadeiro animal selvagem à espera de ser domesticado. Basta de fato olhar para as especificações expostas no quadro acima e reparamos que em quase todas as especificações mais relevantes a Canon é superior. Maior resolução, sensibilidade iso equivalente, mas superior em modo nativo, maior velocidade de disparos, mais pontos de focagem quer em modo simples, quer em modos cruzado. Falta ver agora como ambas se irão comportar no terreno para saber quem sairá vencedor, se bem que acredito que é um luta de titãs em que o favoritismo irá prevalecer. O mais importante par mim, é saber até que valores ISO conseguiremos ir com resultados limpos nas imagens.

Em termos de velocidade, a Nikon D4 consegue captar até 10 quadros por segundo em RAW. A Canon 1Dx, como disse anteriormente, é superior, uma vez que capta mais dois quadros por segundo o mesmo tipo de imagens. Dependendo do tipo de trabalho que você executa, isto pode ou não ser um fator com algum peso, se bem que não muito acredito, uma vez que estamos a falar em fotógrafos profissionais.

O mesmo acontece no que aos pontos de focagem diz respeito, embora a Nikon tenha desfrutado até ao momento de uma vantagem em termos de velocidade da focagem dos mesmos. A ver vamos se se mantêm. No caso de  se manter, isso pode representar um ponto de segurança para os nikonistas, uma vez que, grande parte das vezes o importante não é ter mais pontos de focagem, mas sim que o existentes sejam mais e mais rápidos, mais e mais eficazes, principalmente quando estamos a falar da captação de imagens em situações adversas como desporto e vida animal.

Em suma… qualquer um dos corpos é fenomenal e tenho sinceramente muita pena em não ter a hipótese de colocar as unhas num deles.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem

Depois do grande sucesso que foi o Iº Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem em 2011, o qual aqui fizemos referência e, no qual infelizmente não tive oportunidade de marcar presença, aqui surge mais um novo evento, que é já para a semana e, o qual, se tudo correr bem, não deixarei passar em claro!

Segunda Edição

Segunda Edição

Nesta segunda edição, e devido ao enorme sucesso que se conseguiu com o anterior, o programa será alargado a dois dias, 28 e 29 deste mês de janeiro, no Cine-teatro João Ribeiro. Conjuntamente a esta edição, decorrerá a exposição de João Cosme, o grande impulsionador deste evento. A exposição “Rios de Vida” estará patente no Museu Municipal até finais do mês seguinte.

Neste II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem, estarão presentes os fotógrafos nacionais Luís Quinta, Nuno Sá, João Quaresma, Ricardo Guerreiro, Ricardo Lourenço, Paulo Lopes e Alexandre Vaz e,  José Benito Ruiz  de Espanha. Estes fotógrafos partilharão, como já aconteceu anteriormente, algumas experiências e  parte do seu portfólio, bem como algum projeto que tenham em mãos.

O Programa é o seguinte:

Programa

Programa

Para mais informações, nada melhor que visitar a página na internet criada especialmente para este efeito.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Como conseguir uma foto de Murro espectacular!

A imagem que vêem abaixo foi captada por Blair Bunting para uma campanha publicitária da série Deadliest Catch do Discovery Channel.

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.


Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião.  Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.

Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?

Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.


Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.

O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.

Diagrama de Ilumuniação

Diagrama de Ilumuniação

fonte: Blair Bunting

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

O Para-sol na fotografia

 

O Para-sol é um acessório bastante útil e usado em fotografia. O para-sol é um acessório que é acoplado à frente da objetiva de forma a evitar que a luz do sol incida directamente na lente inicial, evitando assim os efeitos de glare e flare, e consecutivamente reflicta nas restantes, bem como para estreitar e reduzir a entrada de luz e assim melhorar o contraste da imagem a captar. Normalmente, o para-sol é montado rosqueado este na objetiva, tal como se fazem com os diferentes filtros fotográficos. O interior de um para-sol é sempre preto, preferencialmente, preto fosco e, muitas vezes com rebatedores de luz riscados em forma de escadinha na sua superfície interna. Existem vários tipos de para-sois. Os cilíndricos (em teleobjetivas e objetivas de distância focal variável), os cónicos ou cónico-retangularres tipo coifa (em objetivas de distância focal normal) e os em forma de pétala, corola ou tulipa (fisheye e grande angulares). Tudo isto para dizer que recentemente adquiri uma objectiva  Nikon AF Zoom-Nikkor 80-200mm f/2.8 D ED usada e, infelizmente, não vinha acompanhada de para-sol. Assim, senti a necessidade de procurar na internet um para-sol para o mesmo. Visitei o sitio oficial da Nikon, visitei também alguns outros websites de material usado, até que dei de caras com esta página  que contém ficheiros PDF que podem ser impressos e cortados de forma a fazer o seu para-sol. Possuem inúmeros modelos para diferentes marcas como por exemplo Canon, Nikon, Pentax, Sigma, Tamron e Tokina.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Uma dúzia de belas fotografias aéreas

Este artigo é apenas um apanhado de algumas fotografias aéreas existentes no website da 1x. A 1x é uma galeria de fotografias online e rede social. O que distingue a galeria da 1x dos demais sitios da internet como por exemplo o flickr, o MyPictureTown da Nikon, o Picasa ou o Panorâmico da Google,  o ZoomR, o photobucket, o PBase, o SmugMug, o 23hq, o Olhares da aeiou, o Webshots, 0 ShutterFly, o Photo, o PhotoSIG, o FotoLOG, o Aminus3, entre muitos outros, é a qualidade das fotografias expostas.

Na galeria da 1x todas as fotografias foram captadas por profissionais, e apenas uma em cada vinte imagens é publicada, o que fez desta galeria uma das mais prestigiadas em todo o mundo.

Hoje, resolvi escolher desta galeria fundada na Suécia em Fevereiro de 2007, uma dúzia de fotografias aéreas que eu próprio gostar de conseguir captar. Degustem estas imagens que são verdadeiros alimentos para a criatividade.

Fora do Cesto…

fora do cesto
Out of the Basket © Jan Geerk

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Nikon Coolpix AW100 à prova de água e quedas

Um dos principais problemas quando fazemos saídas fotográficas (1.º Sábado de cada mês) e saídas de convívio (2.º Domingo de cada mês) é precisamente o cuidado que por vezes necessitamos de ter com a nossa máquina fotográfica de forma a que a mesma se não danifique de forma alguma. Assim sendo, lá teremos nós de ter um especial cuidado no trilho que estamos a efectuar para que o nosso equipamento não caia no chão, não bata em alguma pedra, não se molhe… não isto, não aquilo… Ora, precisamente a pensar neste problema, a Nikon lançou um novo modelo na gama Coolpix, a AW100 que é desenvolvida a pensar precisamente em todos aqueles que gostam de se aventurar, garantindo protecção contra chuva, intempéries, choques, baixas temperaturas, enfim, uma série de características só disponíveis habitualmente em câmaras profissionais.

Nikon Coolpix AW 100

Nikon Coolpix AW 100

A Nikon Coolpix AW100 trás ainda muito mais que isso, sendo impermeável até 10 m de profundidade, resistente a choques de alturas até 1,5 m e à prova de congelamento para temperaturas até -10°C. Mas além disso regista a localização exacta (latitude e longitude) onde foi tirada a fotografia, entre outras características.

Abaixo seguem listadas aquelas características que pessoalmente considero mais relevantes na Nikon Coolpix AW100. Para obter mais informações aobre a Nikon Coolpix AW100, dirija-se à página oficial da Nikon.


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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.