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Nikon D4 vs D3s vs D3x vs Canon 1Ds Mk IV vs 1Dx vs 1Ds Mk III

Como é sabido, a Nikon e a Canon lançaram recentemente os seus equipamentos de topo. Agora que já passaram algumas semanas, gostaria de fazer uma pequena e leve comparação (não exaustiva) entre a Nikon D4 e concorrentes mais próximo.

A selecção foi feita através dos principais equipamentos de valores e funcionalidaes semelhantes, daí não ter considerado por exemplo a Nikon D800 e a Canon 5D Mark III, pois não os considero como concorrentes diretos à D4. São magníficas máquinas, alias gostaria de ter uma delas, mas têm como alvo um mercado diferente. Excluí também a Sony Alpha A900, pois embora posua um sensor fullframe, a verdade é que o equipamento foi descontinuado. Além disso, acho que equipamentos como a mítica M9 da Leica, ou a Pentax 645D, ou se preferir, modelos ainda bem mais caros como a Hasselblad ou a Mamyia Leaf,  não são, nem podem ser consideradas concorrência directa. Algumas delas nem concorrência de forma alguma. Os mercados estão bem definidos. Assim, vamos apenas comparar a D4 com os equipamentos que se seguem.

Olhando para a tabela, podemos desde logo deduzir que a luta será entre os dois mais recentes equipamentos. No entanto, também vemos algo de estranho, que é o fato de o sensor da 1D Mk IV não ser um full frame, mas sim, um pouco menor. Antes da Canon 1D-X ser lançada no mercando a Canon usava esse sensor APS-H para o seu equipamento mais rápido e no mais lento, mas com maior resolução, usava um sensor full frame. Como pelos vistos a jogada não pegou lá muito bem, a canon lançou agora a 1D X, que é uma excelente mistura de ambos, ou seja, sensor fullframe e a alta velocidade em simultâneo, além disso, a resolução não baixou significativamente, ficando mesmo assim ainda acim da Nikon D4.

Assim, e olhando friamente para a tabela, a nova Nikon D4 não é nada de especial. Não possui nenhuma resolução acima da média. Lembro que a Nikon D5100 possui igualmente 16.2 Mpx. (Atenção que não podem ser comparados os equipamento, pois o sensor é completamente diferente, bem como todo o hardware existente. É apenas para dar uma ideia e nada mais). No entanto é necessário ressalvar que como por imensas vezes já referi, a resolução é apenas uma pequena parte da história, uma pequena parte de um todo. O tamanho dos pixeis afecta a sensibilidade da imagem e, à medida que empinar-mos mais e mais pixeis num mesmo espaço, aqueles pixeis ter-se-ão de acomodar e como tal, terão de ser menores para caber na mesma área. Ora pixeis menores, são imediatamente menos sensíveis à luz. A nikon D3s é quem ainda lidera no que toca à sensibilidade de pixeis em relação à luminosidade, o que, aliás faz todo o sentido uma vez que é também quem possui a resolução mais baixa. Ora a Nikon D4 aumenta essa mesma resolução, no entanto consegue um melhor desempenho na captação de imagens com baixa luminosidade que a sua antecessora, a Nikon D3s. Claro que estamos a falar de resultados obtidos através de testes laboratoriais e falta ainda a comprovação por parte dos clientes, mas, supondo que esta nova geração de sensores é melhor que a anterior, acredito que de fato isso seja verdade.

O topo, o desejável, a meta em termos de desempenho dos equipamentos em baixa luminosidade têm sido a Nikon D3s. Ela possui até à data os melhores resultados alguma vez alcançados e deveras melhores que o seu concorrente direto: a canon. A Nikon D4 propõe-se a aumentar essa fasquia, a ver vamos, como disse anteriormente. Porém, a nova Canon 1Dx é sem qualquer dúvida uma carta fora do baralho. Digo isto porque a Canon 1Dx apresenta-se, pelo menos no que em termos de especificações diz respeito, como um verdadeiro animal selvagem à espera de ser domesticado. Basta de fato olhar para as especificações expostas no quadro acima e reparamos que em quase todas as especificações mais relevantes a Canon é superior. Maior resolução, sensibilidade iso equivalente, mas superior em modo nativo, maior velocidade de disparos, mais pontos de focagem quer em modo simples, quer em modos cruzado. Falta ver agora como ambas se irão comportar no terreno para saber quem sairá vencedor, se bem que acredito que é um luta de titãs em que o favoritismo irá prevalecer. O mais importante par mim, é saber até que valores ISO conseguiremos ir com resultados limpos nas imagens.

Em termos de velocidade, a Nikon D4 consegue captar até 10 quadros por segundo em RAW. A Canon 1Dx, como disse anteriormente, é superior, uma vez que capta mais dois quadros por segundo o mesmo tipo de imagens. Dependendo do tipo de trabalho que você executa, isto pode ou não ser um fator com algum peso, se bem que não muito acredito, uma vez que estamos a falar em fotógrafos profissionais.

O mesmo acontece no que aos pontos de focagem diz respeito, embora a Nikon tenha desfrutado até ao momento de uma vantagem em termos de velocidade da focagem dos mesmos. A ver vamos se se mantêm. No caso de  se manter, isso pode representar um ponto de segurança para os nikonistas, uma vez que, grande parte das vezes o importante não é ter mais pontos de focagem, mas sim que o existentes sejam mais e mais rápidos, mais e mais eficazes, principalmente quando estamos a falar da captação de imagens em situações adversas como desporto e vida animal.

Em suma… qualquer um dos corpos é fenomenal e tenho sinceramente muita pena em não ter a hipótese de colocar as unhas num deles.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Localize o seu equipamento roubado

Recentemente a empresa onde trabalho foi assaltada e o saque dos assaltantes tinha entre outros bens, portáteis, telemóveis e uma Nikon com respectiva objectiva. Assim, e porque sempre tentamos não cruzar os braços, decidi fazer uma pesquisa na internet para tentar encontrar uma forma de localizar e recuperar esse mesmo equipamento. A forma mais simpática que encontrei foi uma página de internet que, através dos dados EXIF pesquisa na rede flickr as imagens lá publicadas e, através dessa mesma informação pode localizar o seu equipamento.

Stolen Camera Finder

Stolen Camera Finder

 

Claro que isto é apenas possível, se quando lhe roubam ou você perde o seu equipamento, a outra pessoa que a ‘possui’ publicar algumas das fotos por ela  captadas no flickr . Feito isso, e através desse simples gesto, você pode rastrear o seu equipamento usando o Stolen Camera Finder. O Stolen Camera Finder usa como base de dados a informação constante nos dados EXIF (Exchangeable Image File Format), onde constam informações como o modelo do equipamento, a data de captação da imagem, os dados técnicos da fotografia e claro… o número de série do seu equipamento. Através desta informação você poderá chegar ao contacto com o utilizador ‘não autorizado’ do seu equipamento. Pode eventualmente não conseguir recuperar a, ou as objectivas, mas pelo menos o corpo, quem sabe!

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Como limpar objetivas do seu equipamento fotográfico

Um problema que aflige todos aqueles que registam imagens fotográficas a a sujidade que surge nas fotografias. Esta sujidade é normalmente resultado de objectivas sujas.

O que fazer?

Bem… primeiro de tudo manter o seu equipamento limpo, no entanto, como nem sempre é possível, pois existem sempre poeiras que se acumulam, nada mas há a fazer que não seja: Limpar.

Existe uma enorme variedade de produtos no mercado, mas sugiro que procure com cuidado produtos de qualidade, pois muitos deles, de qualidade duvidosa, possuem amoníaco e podem fazer muito mais que limpar a sua objectiva: podem inclusive ‘limpar’ o revestimento protector que a sua lente possui e isso é, além de desnecessário, muito grave.

Abaixo, segue um pequeno vídeo que demonstra com elevada precisão como deve limpar a sua objectiva, mesmo assim, aqui ficam algumas dicas daquilo que não deve realmente fazer:

• Não limpe a lente com um pano seco, pois pode riscar a lente.

• Não aplique o líquido de limpeza directamente sobre a lente, pois pode acontecer que o mesmo fique por dentro da lente.

• Não use liquido limpa vidros, pois possuem amoníaco, o que pode destruir o revestimento de protecção nas suas lentes.

• Não utilize água e sabão, pois o sabão contém propriedades extremamente duras que podem danificar a óptica da sua objectiva que tem um revestimento óptico especial.


Acima de tudo recorde-se de uma coisa: O bom equipamento, neste caso, as boas objectivas são caras e, ficará sempre mais barato manter o seu equipamento limpo e em óptimas condições do que limpá-lo ou em último caso, repará-lo!

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

O Clube Bang Bang em filme

 

The Bang Bang Club” é um filme baseado em factos e pessoas reais, como os fotógrafos Kevin Carter, Greg Marinovich, Ken Oosterbroek, e João Silva, quatro jovens fotógrafos de combate.

Estes quatro ‘cavaleiros’ arriscaram as suas vidas para contar e mostrar ao mundo a brutalidade e violência associada às primeiras eleições livres na África do Sul, pós apartheid, que levaram ao poder a democracia pelas mãos de Nelson Mandela nos anos 90. Este período politicamente intenso, e a vontade de transmitir ao mundo a verdade, rendeu-lhes dois Pulitzers, custando-lhes no entanto um preço irremediavelmente e estrondosamente pesado.

Kevin Carter

Conhecem provavelmente a fotografia de Kevin Carter, vencedor de um Pulitzer com a foto que retrata uma criança faminta no Sudão e um Abutre a cerca de 10 metros. Ainda a titulo de curiosidade, a criança, segundo o jornal espanhol El Mundo, chamava-see sobreviveu a este evento, morrendo em 2007 de “febres”, segundo nos conta o seu pai. Ainda em forma de parêntesis, nada indica que Kevin se tenha suicidado por causa desta fotografia, em particular, ainda que muitas más línguas o afirmem até à exaustão. A verdade é que a carta que Kevin deixou a 27 de Julho de 1994 aquando do seu suicídio referem uma série de situações e nunca esta fotografia em particular como se pode ver abaixo em pequenos trechos da mesma. Entretanto muito se tem especulado e vários livros e documentários foram feitos acerca de um dos maiores fotógrafos contemporâneos.

Estou deprimido… Sem telefone… Sem dinheiro para o aluguer..
Sem dinheiro para ajudar as crianças… Sem dinheiro para as dívidas…
Dinheiro!!!…
Sou perseguido pela viva lembrança de assassinatos, cadáveres, raiva e dor…
Pelas crianças feridas ou famintas…
Pelos homens malucos com o dedo no gatilho, muitas vezes policiais, carrascos…
Se eu tiver sorte, vou me juntar a Ken…
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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Fotografia de Vida animal em alta velocidade

O fotógrafo de vida selvagem canadiense Scott Linstead capturou uma série de fotografias a alta velocidade que mostram os predadores acção, mostrando em detalhes cenas praticamente impossíveis de serem vistas a olho nu.

O canadiense de 33 anos começou a fotografar animais como amador em 2004, mas desde 2008 trabalha exclusivamente como fotógrafo de vida selvagem.

Esta fotografias foram tiradas ao longo de dois anos, umas em estúdio, outras ao ar livre, sempre com uma câmera de alta velocidade e sem tripé.

Scott Linstead

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Para captar o momento crucial, Linstead usou um dispositivo conhecido como Phototrap, um disparador de alta velocidade que interage com o flash e a câmera, actuado quando o objecto passa num determinado espaço previamente demarcado.  O fotógrafo explica que a maioria das suas fotos são iluminadas por flash, de forma a conseguir a velocidade de obturador suficiente para  “congelar” o momento na imagem.

“Usando o phototrap consigo fotografar inimaginavelmente rápido”, diz Linstead. “Consigo superar a limitação do tempo de reação humana. É preciso muita paciência para fotografar fenômenos que ocorrem uma vez ao dia, sem horário marcado.”

O mais importante para Scott é que a que a fotografia tenha aquilo a que chama de impacto universal

É preciso saber e é preciso ter sorte!

fonte: Globo |   Guardian

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Nikon anuncia concurso de fotografia

A Nikon anunciou o seu 33º CONCURSO internacional DE FOTOGRAFIA digital. As inscrições abrem a 01 de Setembro e terminam a 30 de Novembro de 2010.

Os participantes podem enviar até duas imagens de uma de duas categorias: uma com o tema “Energia” e outro de categoria aberta. Ao grande vencedor será atribuída uma Nikon D3S com duas lentes. Aos vencedores de cada categoria será atribuída  uma D300s e lentes.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.