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Grandes Marcas: 7up

 

A HISTÓRIA

A 7UP surgiu em 1920 quando Charles Leiper Grigg resolveu colocar em prática os 30 anos de experiência em vendas e marketing para criar a empresa The Howdy Company na cidade de St. Louis, estado americano do Missouri.

Para criar o famoso refrigerante, combinou 7 sabores naturais em  proporções tão bem doseadas que quando engarrafados resultariam num sabor único.

Para chegar à fórmula final, Charles Leiper Grigg demorou dois anos combinando mais de 11 fórmulas diferentes. O produto foi comercializado no mercado americano somente em Outubro de 1929, vendido em garrafas de 7 Onças como uma bebida refrescante a base de limão e com o slogan “Flavor Wallop”, competindo com mais de 600 marcas de refrigerantes.

O nome original do refrigerante 7UP era “Bid-Label Lithiated Lemon-Lime Soda”, passando a chamar-se 7UP somente em 1933. Read more

Pete Souza, o fotografo de Obama

Ora aqui está uma fotografia que não se vê todos os dias. Foi publicada através da conta oficial da casa branca, no Flickr uma fotografia do homem mais poderoso do mundo a conviver com os mais poderosos do vale do silício ou em inglês: silicon valley.

Como ao Domingo os artigos são essencialmente dedicados à fotografia, podemos ver o presidente do Picasa à esquerda, depois Steve Jobs da Apple do lado esquerdo do presidente Obama, do seu lado direito o responsável máximo do facebook e, ao fundo da imagem, vestida de vermelho, a presidente do Flickr.

Fotografar um momento assim não é para qualquer um, e neste caso concreto, o fotografo que tem esta sorte é de descendência Portuguesa (claro está), embora tenha já nascido Massachusetts.  Pete Souza nasceu em 1954 em South Dartmouth, Massachusetts. Já havia sido fotografo oificial da casa branca para o presidente Ronald Reagan de junho de 1983 até este ter deixado a Casa Branca em 1989. Em 2004 foi novamente o fotografo oficial aquando do funeral de Reagan. Trabalhou também para as revistas National Geographic e Life e, foi um dos primeiros fotografos jornalistas a cobrir a guerra no Afeganistão e a queda de Cabul.

Trabalha com Obama desde 2005 e foi convidado a 4 de janeiro de 2009 para se tornar o fotógrafo oficial da casa branca.

Somos um pequenino país é verdade, mas ainda vamos dando algumas cartas lá fora.

fonte: Petapixel

Grandes Marcas: fanta

A marca “Fanta” foi utilizada pela primeira vez na Alemanha em 1941 , pela empresa

Coca-Cola Alemanha.

Durante a II Guerra Mundial, devido à escacês de concentrado de Coca-Cola disponível, a Coca-Cola, pensou numa bebida produzida a partir das matérias primas que podiam ser obtidas na Alemanha.

Assim sendo, durante os anos de guerra, o sabor do produto mudou de acordo com a natureza dos ingredientes disponíveis, não possuindo consequentemente uma imagem bem definida para um sabor  de refrigerante.

O nome para o refrigerante, foi escolhido a partir de um concurso entre os funcionários alemães da empresa Coca-Cola, sendo um dos critérios de selecção, a sonoridade comum à maioria dos idiomas do mundo; e assim nasce a marca FANTA.

Entre o final da guerra e 1955, a marca registada “Fanta” foi usada apenas o para manter o registo.

Em 29 de abril de 1955, a “Fanta” foi relançada pela The Coca-Cola Export Corporation – TCCECcomo marca registada para uma bebida de laranja lançada em Nápoles, Itália. Depois disto, a “Fanta” passou a ser a marca registada, para uma linha de sabores  de refrigerantes vendidos pelas empresas de refrigerantes da Coca-Cola em países fora dos Estados Unidos.

O crescimento dos mercados de TCCEC manteve-se firme e constante e, na época dos testes de mercado nos Estados Unidos, a linha Fanta de sabores tinha-se transformado numa parte importante do negócio de TCCEC na Europa, Ásia, África, Canadá e Caribe.
A garrafa usada por TCCEC para distribuição de Fanta era uma garrafa de parede recta criada na Alemanha, que exibia uma versão do logótipo também desenvolvida na Alemanha.

Em 1955, o  Sr. Lee Talley, então Presidente de TCCEC, solicitou ajuda para o desenvolvimento de um novo desenho de garrafa para uso de TCCEC ao Comité de Embalagem de The Coca-Cola Company, que por sua vez, apresentou um pedido a Raymond Loewy.

Loewy, submeteu uns 25 ou 30 desenhos para a garrafa e para o logótipo. Read more

Livros artistícos

Um conceito bastante engraçado realizado pelos criativos Veronica e Isaac Salazar que consiste numa série de livros que se transformam em palavras a três dimensões. Para obter este efeito as folhas dos livros são dobradas em diferentes tamanhos, resultando quase que numa escultura.

Fonte: fubiz

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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