Posts Tagged ‘ Curiosidades

Procura-se tripulante para expedição Marítima

A Gyres 5 é uma organização não governamental de pesquisas acerca do impacto poluidor dos plásticos nos oceanos do nosso planeta.

Em Março a Gyres 5 irá fazer uma nova expedição. A Electrolux lançou um desafio para seleccionar um dos membros da tripulação desta mesma expedição.

Se fores o escolhido… és já um sortudo, mas, ainda o serás mais, pois serás o relações públicas, o embaixador desta causa ambiental Não irás portanto embarcar apenas numa simples aventura. Como tal, é de todo importante que saibas escrever bem, tenhas um bom léxico gramatical e acima de tudo muito, muito interesse pelas acções desenvolvidas durante a expedição.

Existem ainda outros requisitos importantes para poderes embarcar. Sendo esta uma expedição numa embarcação de pequeno porte, é necessário que cada um faça a sua parte nas tarefas diárias, sejam elas na cozinha, no porão ou nos sanitários; por outras palavras, deves ser um bom membro de equipe e como se diz em bom português “pau para toda a obra”, em suma… pretende-se que o tripulante escolhido seja de facto um membro efectivo da tripulação, um membro valioso da equipe, parte integral da expedição. Só assim poderás fazer parte plena da embarcação, só assim todos serão uma tripulação, só assim, todos partilharão algo de novo.

Breve descrição da vida a bordo.

Segundo informação cedida pela electrolux, a vida a bordo será feita em equipes em alerta 24 por dia.

Enquanto em funções, o teu principal dever será no convés a assistir outros membros da tripulação, ajudando nas velas, nas comunicações ou mesmo preparando a próxima equipe na expedição. Quando as equipas de pesquisa se encontram ausentes, será preciso a tua ajuda na supervisão e acompanhamento dos sistemas da embracação, bem como tratar do barco, limpar e cozinhar refeições para a restante tripulação.

Já perto da costa, a rotina varia de acordo com as equipes de mergulho.

Como membro da tripulação é importante que:

• O teu interesse pelas questões ambientais seja genuína

• Sejas um escritor exíguo com bons conhecimentos gramaticais

• Gostes e saibas realmente obter boas fotografias

• Saibas trabalhar em equipe

• Não enjoes facilmente

• Consigas nadar bem pelo menos 200 metros

• Sejas capaz de levantar pelo menos 1/3 do seu peso corporal

• Estejas preparado para trabalhar em turnos

• Não tenhas problemas de sono, pois o teu sono não será mais em horário fixo

• Saibas escrever bem e falar ainda melhor no idioma de William Shakespeare

Como podes fazer a tua inscrição?

Não é demasiado complicado. Para te inscreveres, faz uma curta-metragem na qual convém demonstrares o que te motiva a fazer parte dessa mesma expedição, como a tua presença irá contribuir para o sucesso da mesma, e acima de tudo porque motivo és a pessoa certa para esta missão.

Não te esqueças, como é óbvio, de incluir formas de contato. Depois basta apenas fazeres um upload do vídeo na internet e enviar o link para electrolux@vacfromthesea.com. Ah! Não menos importante. Tens de ter pelo menos 18 anos, mas julgo que isto é senso comum.

A Expedição em si.

Se porventura fores um dos seleccionados (eu como não me vou inscrever, vou torcer por ti) tens de te apresentar noa 01 de Março para iniciares o teu treino. A 03 de março partes do Canal e chegarás a Valdivia, Chile a 14 de Março.

O prazo de inscrição é até dia 31 de janeiro. Depois é só esperar até dia 08 de Fevereiro para saberes se és de facto um dos seleccionados. Boa sorte!

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Concurso Fotografia: Ribeira Brava

A Câmara Municipal da Ribeira Brava está a pela segunda a promover o seu concelho através de um Concurso de Fotografia. A primeira edição sob o tema “Ribeira Brava No Seu Encanto” superou as expectativas e como tal, a autarquia lançou novamente o concurso, desta vez com  o tema: “A Natureza na Ribeira Brava”.

Podem participar neste concurso todas as pessoas interessadas, excepto fotógrafos profissionais. A data de término para o envio dos trabalhos é de 01 de Junho do corrente ano e todos os trabalhos têm de estar a concurso pela primeira vez.

Embora os prémios não sejam significativos, sempre ajudam a promoção da região. O vencedor recebe uma estadia de duas noites e um jantar para duas pessoas na Estalagem Encumeada; o segundo lugar ganha uma nova máquina fotográfica (Olympus fe-26) e ainda um cheque no valor de 40 euros; o terceiro felizardo obtém uma passagem marítima de ida e volta ao Porto Santo para uma pessoa. Os vencedores serão anunciados a 13 de Junho de 2011. Boa sorte!

fonte: Câmara Municipal da Ribeira Brava |   Regulamento Oficial

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Compilação dos artigos relativos às legislativas de 1995

A pedido de alguns Estudantes do curso de Imagem,  comunicação e Marketing, resolvi compilar os 4 post’s publicados sobre a análise dos outdoors das Legislativas de 1995.

OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM  DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO(CDS/PP)

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Como explicar a um cliente que ele está errado? <1ª parte>

Quantas vezes um cliente se vira para nós e pede mil e uma alterações, que a nosso ver, que já andamos nisto à mais tempo do que ele, nos parecem erradas e até às vezes frustrantes, do ponto de vista que nos parecem ridículas e que vão acabar por estragar o nosso trabalho? Mas como vamos lhe dizer que o que sugere não está certo, que não encaixa?

Mas depois devemos pensar se é o cliente que está realmente errado, ou se, pelo contrário, somos nós que não estamos a ver mais à frente?

Por isso, antes de começar a explicar a um cliente que está errado, pergunte-se a si próprio: “É o cliente que está errado?”. Só porque não aprova as alterações que ele sugere não significa necessariamente que não seja um passo correto. Para não correr o risco de começar a criticar negativamente a ideia do cliente e o cliente, é necessário que seja capaz de o ouvir objetivamente. É preciso saber ouvir as críticas, pois estas podem ajudar a melhorar o trabalho.

Em primeiro lugar convém ter noção de uma coisa: é o cliente quem convive diariamente com o público-alvo e por isso é normal que este o conheça melhor do que você. É normal que ele saiba melhor o que lhes agrada e qual a mensagem mais correta a se transmitir.

Por isso, convém conhecer o seu cliente, e consequentemente conhecer os clientes dele. Assim, poderá começar a formar uma opinião sobre eles e isto irá facilitar-lhe o desenvolvimento dos projetos e claro que fará com que o seu cliente fique mais satisfeito pois o trabalho irá ficar bom e mais rápido e fará com que a mensagem passada ao público-alvo do seu cliente seja eficaz.

Como é óbvio, é correto oferecer sugestões ao seu cliente quando não concorda com as sugestões dele. Aliás, até lhe fica bem sugerir soluções alternativas, originais, criativas, diferentes, pois foi para isso que ele o contratou. Mas não parta do princípio de que o cliente está sempre errado!

Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma.

Como se vai explicar ao cliente que, na sua opinião profissional, ele está errado?

CONTINUA

fonte: smashingmagazine

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

O logótipo da Starbucks

Uma das marcas de café mais conhecidas do Mundo fez uma renovação do seu logótipo que irá começar a ser utilizado em Março deste ano e que coincide com o 40º aniversário da Empresa. Desenvolvido pela equipa da Starbucks juntamente com lippincott, basicamente eles removeram o texto do café Starbucks e o anel externo ficando apenas com o essencial.

Trata-se de uma versão muita mais simplificada do logótipo. Por vezes a alteração do logótipo de uma marca de renome pode ser arriscado como afirmou um representante da empresa ‘Quando ouvimos pela primeira vez sobre a possibilidade de alterar a identidade da marca Starbucks, nossas mentes enlouqueceram com as possibilidades. Este foi o projeto de uma vida. Os designers aqui no starbucks têm um amor por esta marca – é o que impulsiona a nossa criatividade.’ Mas decidiram alterar e como afirmaram ’Desde o início, quisemos reconhecer e homenagear as ações importantes do icónico logo da Starbucks. Por isso, quebrou-se o redesign em quatro partes principais da marca – cor, forma, fonte e sirene. Depois de centenas de explorações, encontramos a resposta na simplicidade. remover os termos da marca, trazendo o verde, e tirando a sirene de seu anel. Há quarenta anos, ela representava o café, e agora ela é a estrela.’

Sendo assim, o novo logótipo resultou em algo de extrema simplicidade e que resulta na perfeição, tal como afirmaram ´(…) melhorou a composição, trouxe mais largura do traço sofisticado e espaçamento e um fluxo suave de linha.(…)’.

O logótipo final funciona e como disseram ’O resultado é um logótipo evoluído, que celebra a sirene de uma forma muito mais ousada – é mais expressiva e enérgica, e ainda usa o mesmo círculo verde vibrante que é tão bem reconhecido pelos nossos clientes em todo o mundo.’

Citações de Mike P., gerente sénior criativo, starbucks

Fonte: designboom

Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.

Eleições Legislativas: 1995 > Outdoors: CDS/PP

Partido Popular, (CDS/PP) “A VELHA MAIORIA / A NOVA MAIORIA”; “VAMOS DAR LUGAR A PORTUGAL

AO LONGO DAS PRÓXIMAS SEMANAS CONVIDO OS SEGUIDORES DESTE BLOGUE A RECORDAREM OS OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO (CDS/PP)

Alternativa – Um estudo qualitativo realizado em junho de 1995 apontara aos responsáveis do marketing eleitoral do Partido Popular (PP) os temas e os escalões de maior e menor importância em que deviam apostar. A afirmação da sua diferença passava, essencialmente, por reafirmar as suas posições radicais sobre a Europa, o que, indo de encontro a alguns sectores da população, o destacava claramente dos demais partidos. Por outro lado, pretendia arrecadar parte dos votos que se acreditava irem fugir ao PSD, necessitavam de atacar directamente o PS, negando-lhe a posição de alternativa real. O briefing foi dado a especialistas da EPG TWA.

Em resultado, desenvolveu-se o polémico anúncio «Portugal vende-se» e este aqui apresentado, que, usando o velho símbolo do tacho, ataca directamente a assinatura do PS.

Apesar das considerações éticas levantadas por muitos, a sua eficácia foi inegável. O posicionamento estava conseguido.Em termos de Layout o outdoor apresentava um fundo amarelo e um filete azul com o pack shot: «vamos dar lugar a Portugal / partido Popular». Sobre o fundo amarelo estavam colocados dois tachos o da esquerda com o slogan: «a velha maioria», fazendo referência ao PSD e ao desgaste que sofrera nos anos de governação, e no lado direito outro tacho com melhor aspecto e o slogan: «a nova maioria», anulando desde logo a assinatura do PS que tinha como slogan: “a nova maioria é nossa». É de salientar a facto de o tacho que representa «a nova maioria», estar colocado do lado direito, tendo como função anular por completo as pretensões que o PS tinha de conquistar votos à direita e à massa flutuante que outrora votara no PSD.

Eleições Legislativas: 1995 > Outdoors: CDU

Coligação Democrática Unitária, (CDU) “A ESQUERDA NECESSÁRIA”

AO LONGO DAS PRÓXIMAS SEMANAS CONVIDO OS SEGUIDORES DESTE BLOGUE A RECORDAREM OS OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO (CDS/PP)

Suavização – O gabinete de propaganda do Partido Comunista Português (PCP) enfrentava, nestas eleições a tarefa árdua de reposicionar o partido, definitivamente num período pós-queda do muro de Berlim.

Continuando a secundarizar a sua denominação (PCP) sob o nome de uma coligação (CDU), os comunistas precisavam de afirmar o seu «novo» líder, posicionando-se como «a verdadeira esquerda». Porém, é gritante a suavização da imagem revolucionária de cariz operário que o partido sempre assumiu.

Carlos Carvalhas, aparece de fato e gravata e bem podia ser um «capitalista», o vermelho mostra-se timidamente no fundo da assinatura (única afirmação mais revolucionária, mas demasiado quotidiana para surgir como radical) e a própria foice e martelo vem a preto sobre o branco.

Esta foto tem a vantagem de possibilitar a comparação entre o tom actual da comunicação e, em fundo, as famosas pinturas murais de épocas mais revolucionárias. Repare-se também nas suas semelhanças com o design do outdoor de Fernando Nogueira (e nas diferenças, claro: um está colocado à esquerda e o outro á direita; um olha amigavelmente nos olhos o outro mira seriamente o infinito).

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