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GRÁTIS: Livro “Fotografia de vida selvagem”

O fotógrafo e ambientalista Uwe Skrczypczak escreveu este livro com vários objetivos em mente: ensinar os aspectos técnicos e o fluxo de trabalho digital da fotografia da vida selvagem; mostrar a beleza da África Oriental e a menina dos seus olhos, o parque natural de Serengeti; fornecer um guia para aquele fotógrafo que está planeando uma ida num safari Africano e quer estar preparado para capturar as melhores imagens.

Todo o livro baseia-se na sua própria experiência enquanto enquanto fotografo de vida selvagem. Com base nisso, Uwe Skrczypczak fala-nos sobre o equipamento; os prós e contras dos tipos de camera e objectivas, bem como os requisitos necessários para este tipo de trabalho (bem exigente por sinal). No seu livro, o qual já me encontro a ler, ele debruça-se igualmente sobre as técnicas mais adequadas para a exposição e focagem automática, sendo este último, aliás, um dos grandes desafios na fotografia da vida selvagem.

No livro mostra-nos ainda diferentes aspectos práticos da fotografia em vida selvagem, como por exemplo, retratos de animais, quer através da técnica de disparo, quer através da técnica de panning (e assim se captura um leopardo em excesso de velocidade). Nessas imagens o autor disponibiliza um pequeno conjunto de pictogramas s fim de mostrar quais as técnicas ideais para a captura da imagem numa situação específica.

Os tópicos abordados neste livro são:

• Equipamentos e acessórios

• Planeie a sua viagem

• Condições na estrada

• O lugar certo na hora certa

• A composição da imagem

• Onde ficar e rotina diária

• A luz no leste de África

• Migrações e épocas de acasalamento

• Habitats e comportamento animal

• Cruzamentos de rios

• Os grandes felinos, rinocerontes, girafas…

Por hoje o livro encontra-se gratuitamente disponível para aquisição. Amanhã já terá de desembolsar cerca de 30€. Promoções assim, não acontecem todos os dias.

 

Aqui ficam algumas imagens do seu trabalho.

Medindo tipos de letra

Existem imensas formas de avaliar uma determinada fonte, um  determinado tipo de letra, quer pela sua beleza estética, pela sua legibilidade, pela energia que transmite, mensagem, e até, porque não, pela tinta que consomem quando imprimimos um determinado cartaz com esse tipo de letra. Esse teste foi feito por Matt Robinson e Tom Wrigglesworth. Para tal, escolheram oito tipos de letra que são bastante populares atualmente (Brush Script, Comic Sans, Cooper Black, Courier, Garamond, Helvetica, Impact e Times New Roman) e decidiram desenhar pintando numa folha de papel o nome de casa uma, usando, obviamente o mesmo corpo e o mesmo tipo de esferográficas.

Medindo tipos de letra

Medindo tipos de letra

As diferenças em termos de consumos energéticos são abismais, como aliás se podem ver pelo consumo de tinta de cada uma das esferográficas. A propósito… qual acha que é a que mais consome?

Medindo tipos de letra

Medindo tipos de letra

Medindo tipos de letra

Medindo tipos de letra

Surpreendido, ou nem por isso?!

Helvética

Helvética é uma fonte tipográfica sem-serifa considerada como uma das mais populares em todo o mundo. Foi criada em 1957 pelos designers Max Miedinger e Eduard Hoffmann, na Suiça. Devido às preocupações queoriginaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico. O objetivo deste design foi de criar uma tipografia neutra, claro, sem significados culturais, de fácil legibilidade e que pudesse ser usado em diferentes tipos de suporte: desde sinais de trânsito até impressos em papel.

A fonte é baseada numa tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898. A Helvética, originalmente chamada de Haas Grotesk, é uma fonte sem serifa, bastante limpa e um dos princípios do seu projecto foi a máxima legibilidade. A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo utilizada em praticamente qualquer aplicação, a expressão “Se não souber o que usar, use Helvetica”, tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para “Nova Helvética”), um redesenho otimizado desta fonte.

O nome desta fonte surgiu da ideia inicial que a fonte se chamasse Helvetia (nome da Suíça em latim). Entretanto, consideraram muita pretensão batizar uma fonte com o nome de uma nação. Dessa forma resolveram alterar o nome para Helvetica (de Confederatio Helvetica) para que tivesse um alcance maior no marketing internacional. Entre as empresas mais famosas que usam Helvetica nas suas marcas incluem a 3M, American Airlines, a rede de jornalismo BBC News, Boeing, Jeep, linhas aéreas Lufthansa, Microsoft, Panasonic e muitas outras. A fonte está até impressa nos ônibus espacial da NASA, além de ter seu próprio filme. Helvética é considerada a fonte mais famosa de sempre.

Pastéis de Belém apoiam candidatura de Fado a Património Cultural e Imaterial da Humanidade pela UNESCO

Hoje em dia, a Fábrica de Pastéis de Belém é o único local onde ainda se pode comprar o verdadeiro pastel de Belém (conhecido como pastel de nata fora de Lisboa), que segundo muito, tem um sabor único. Pessoalmente não sou apreciador de tal iguaria, mas isso de momento não é para aqui chamado. Há praticamente 150 anos que a  Fábrica de Pastéis de Belém atrai visitantes pelos seus tão afamados pasteis de Belém polvilhados de açúcar e canela.

Ora, a Fábrica de Pastéis de Belém, juntamente com o seu produto ex-libris, os Pastéis de Belém decidiu associar-se à do Fado a Património Cultural e Imaterial da Humanidade através do lançamento de uma edição especial de embalagens ilustradas por André Carrilho e obviamente alusivas ao fado. Assim, contaram a agência FANQ! no sentido de se elaborar toda a  criação e estratégia de marketing da referida campanha. Aqui juntou-se o útil ao agradável, uma vez que se uniu os dois principais ícones culturais da cidade dos alfacinhas em prol da  defesa de uma causa que é Nacional.

André Carrilho ilustrou e homenageou rostos tão típicos e característicos do fado como Amália Rodrigues, Alfredo Marceneiro, Carlos do Carmo, Mariza, Camané e Maria da Fé. No entanto a embalagem não homenageia apenas estas vozes, ela contêm além dos pastéis de nata ou de Belém, um convite para visitar o Museu do Fado e, um  Código de resposta de rápida (QR Code) para puder assistir ao vídeo apresentado à Unesco.

Aqui fica um pequeníssimo vídeo de Mário Rui André que nos mostra em primeira mão a própria embalagem.


Agora resta-nos apenas aguardar que a decisão da UNESCO, que deverá ser conhecida ainda este mês, seja favorável e passemos a ter oficialmente o fado como parte cultural da Humanidade.

Já agora deixo-vos também o vídeo elaborado por Portugal e que serve e apoia a nossa candidatura perante a UNESCO.


Como conseguir uma foto de Murro espectacular!

A imagem que vêem abaixo foi captada por Blair Bunting para uma campanha publicitária da série Deadliest Catch do Discovery Channel.

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Deadliest Catch: Fotografia de Blair Bunting

Quer saber como esta imagem foi conseguida? Fácil. Felizmente o seu assistente Paul Morton filmou toda a acção com a sua Canon 5D MkII e Mike Maez, gentilmente editou e transformou todo este trabalho em algo inspirador, um verdadeiro tutorial.


Já anteriormente havíamos aqui apresentado um estudo de caso acerca desta série e de uma campanha que tinha sido realizada nessa ocasião.  Em meados do ano de 2009 foi pedido a Blair Bunting que captasse umas imagens para um anúncio da série Deadliest Catch (Pesca Radical) do Discovery Channel. Na ocasião foi-lhe igualmente transmitido que se pretendiam imagens com alto teor de agressividade, mas que os retratos parecem espontâneos. O conceito que se pretendia era como que se uma tempestade catastrófica os tivesse atingido nessa altura.

Optou-se por criar um cenário com cordas gigante a serem envolvidas em volta dos pescadores e, uma onda gigante a apoderar-se do navio de forma que a imagem final acabou por ser um grande gancho a esmagar o rosto de um homem. Todas as imagens teriam de ser compostas em pós produção, aliás foram, pois não se pretendia machucar os modelos. Além do mais, qual seria o seguro que cobriria tamanha brutalidade?

Fizeram-se as imagens e estas felizmente saíram conforme o pretendido, no entanto, nenhuma delas viu a luz do dia, pois o Capitão Phil faleceu dias antes da data prevista para o lançamento da campanha. No entanto, agora, dois anos passados, o fotógrafo Blair Bunting decidiu que as mesmas deveriam ser libertadas e mostradas a público, mais não seja como homenagem ao Capitão Phil.


Assim, Blair Bunting entrou em contacto com o seu amigo Paul Hill, um especialista em retoque de imagens, para o ajudar precisamente nisso mesmo: retocar as imagens que haviam sido capturadas anteriormente.

O resultado é aquele que podemos ver logo no início do artigo. Agora em termos técnicos… Blair Bunting usou todas as cabeças bi-tubo da Profoto que possuía, pois queria que o uso do flash fosse o mais curto possível. Usou ainda um ventilador de alta potência para ajudar a deformar o rosto. Claro que com isto Phil teve de usar tampões nos ouvidos, que posteriormente foram retirados em pós produção. Já agora, deixo também aqui o diagrama de iluminação de toda a cena, que alguém desenhou num guardanapo (o que me é familiar) aquando do brainstorming.

Diagrama de Ilumuniação

Diagrama de Ilumuniação

fonte: Blair Bunting

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