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Make a wish

Ainda à pouco cheguei do supermercado e vi um rótulo de uma garrafa muito fixe e ia falar aqui sobre ele. Mas entretanto já se passou algum tempo e… já não sei como se chamava! Então, lá tive eu de andar a fazer pesquisa a ver se encontrava… Mas não me lembro mesmo. Então durante a pesquisa encontrei um outro rótulo que achei perfeito.

Porquê?! Porque ao menos este rótulo tem um grande vantagem para além de ser bonito.


Quantas vezes vamos ao restaurante e bebemos um vinho que ficamos a gostar e depois queremos comprar e não nos lembramos do nome? Ou então vimos em algum sítio ou alguém comenta que é bom, e depois.. Puff.. lá se foi o nome! É uma desilusão.

E foi a pensar nisto que a agência the creative method desenvolveu o rótulo para a Wishbone em que uma parte do rótulo é destacável. De forma a que a pessoa possa guardar consigo o nome da bebida, e de futuro saber o que pretende comprar. Uma excelente ideia que facilita imenso na escolha. Assim já não se perde tempo à procura de uma garrafa, cujo nome não se lembra, para não encontrar, desistir e optar por outra. Assim tem o nome consigo e é muito mais fácil.

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Mantém-te criativo

Em bom sermos sempre criativos. A criatividade é capaz de influenciar a nossa felicidade e, em determinadas profissões ser criativo é de extrema importância. Em áreas como o design e o marketing nem se fala, pois o objectivo é sempre o de desenvolver os melhores projetos e estratégias de comunicação.

A verdade é que nem sempre a criatividade nos rodeia, por vezes, parece que nos abandona. Para essas ocasiões deixo-vos aqui um pequenino vídeo que sugere 29 formas de manter a criatividade em alta.


É claro que existem outras… Quem sugere?

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

28 Logótipos que usam espaço negativo

No seguimento do artigo de terça feira passada onde explico o espaço negativo, trago-vos aqui hoje uma colectânea de 28 logótipos onde designers utilizam esta técnica.

 Alguns dos logótipos que vos aqui amostro até já podem conhecer mas nunca terem reparado que que tinham elementos “escondidos”. Os nossos olhos estão treinados para colectar o máximo de informação logo ao primeiro olhar, mas mesmo assim há sempre informação que nos passa ao lado. Ou seja, requerem um olhar mais atento. Por exemplo, um dos logótipos aqui reunidos é o da FeDex. Até fazer este artigo, nunca tinha reparado que existe uma seta entre o segundo”e” e o “x”.

Alguns destes logótipos são fáceis de identificar como é que os designers usaram o espaço negativo. Aliás, alguns deles são tão óbvios, que até admira ninguém se ter lembrado de tal antes! Outros, por outro lado, não são assim tão simples. Veja com atenção e inspire-se!

 

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Espaço negativo

O que é o espaço negativo?

Constantemente vemos esta forma de desenhar aplicada em várias imagens, publicidades, logótipos… e se calhar nem sabíamos definir o que era…

Pois bem, primeiro, e para perceberem melhor, explico o espaço positivo. Tendo por base a imagem acima, o espaço positivo é aquele em que o objeto em questão é o foco da atenção, neste caso, a pistola. Consecutivamente, o espaço negativo é o inverso. Ou seja, quando o objeto em questão depende do seu redor para definir-se. Neste caso, o gatilho que foi transformado numa cabeça a sangrar.

Existe muitas imagens que aproveitam o espaço negativo. Algumas surgem como verdadeiros quebra cabeças e requerem muita atenção por parte do observador.

Vejam por exemplo a imagem abaixo “blade”. Conseguem decifrar? Ainda há mais difíceis! É tudo uma questão de imaginação :)

 

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Retratos feitos com letras

Todos os dias usamos as palavras para nos exprimir connosco e com as pessoas que nos rodeiam. Todos os dias comunicamos através das palavras. Mas diz-se popularmente que “uma imagem vale mais do que mil palavras”. E então quando se junta a imagem e as palavras?

Designers têm explorado novas formas de usar a tipografia nos seus trabalhos. Uma das formas é o uso de tipografia para fazer figuras e retratos humanos expressivos. Através de palavras, cujos significados em grande parte dos trabalhos, têm a ver com o desenho que caracterizam e são usadas com diferentes tamanhos e cores de modo a dar profundidade à expressão humana.

São 50 retratos que expressam a criatividade dos designers e provam que a tipografia é mais do que palavras, é imagens!

 

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Pouca terra… muita terra… Huú, Húu!

Existem imensos tipos de letra deveras originais como este criado através das personagens Simpson ou este outro a partir das derrapagens criadas pelas rodas de um automóvel. Desta vez encontrei este tipo de letra criado a partir de comboios antigos.

Este conjunto de caracteres foi criado pelo designer norueguês que encontrou (segundo ele) estes brinquedos no sotão de casa da sua avó. Através desse conjunto elaborou os caracteres que vemos abaixo.

Saiba mais em Bureau Bruneau.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.