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Canon EOS 1Dx

Já há algum tempo que se aguardava a substituição da Canon EOS  1Ds Mk III. O ano passado, ingualmente por esta altura, contava-se que fosse lançada aquando da photokina, onde por exemplo a Sigma anunciou a sua Sigma SD1 de 46 Mpx. Finalmente, a Canon lança a sua nova máquina de topo, desta vez com o nome de Canon EOS 1 Dx.

Tem aquilo que se esperava que viesse neste novo equipamento. O seu processador, um duplo DIGIC5 suporta até 14 fps em modo Jpeg. O corpo, obviamente em liga de magnésio, como aliás seria de esperar, é também o mais seguro e selado de sempre. O que é realmente novo nesta fullframe é a sua capacidade de vídeo, bem como o monitor, agora com 81 mm (3.2″).

 


 

O novo sensor CMOS de 18,1 Mpx, permite a captação de imagens em alta resolução, mesmo com pouca luz e níveis de ruído excepcionalmente baixos, pois possui um intervalo de ISO de 100 a 51200 e expansível até 204800. Quase que poderemos captar imagens em completa ausência de luz… Como já havia referido, a nova Canon 1Dx capta 12 fps em RAW e podem ser aumentados até aos impressionantes 14 fps se em Jpeg. Muita velocidade mesmo. Podemos afirmar que é impossível perder o momento perfeito, pois além desta super velocidade, conseguimos ainda disparar consecutivamente ao longo de 120 captações (36 se em formato RAW, o que é igualmente brilhante).

O seu sistema AF de 61 pontos, dos quais 41 cruzados de alta sensibilidade permitem uma focagem perfeita e hiper rápida. Ao centro, possui ainda 5 pontos AF cruzados duplo ao centro fazendo com que a precisão seja realmente a 100%. As suas imagens têm, como seria de esperar uma profundidade de cor de 14 Bits, conferindo assim imenso detalhe a pequenas cenas graças à combinação dos seus 18.1 Mpx. Read more

As dicas de Dewitt Jones um fotografo da National Geographic

Dewitt Jones é, além de um orador cativante e sem paralelo, um frelancer que trabalha à várias décadas para a prestigiada National Geographic.

Dewitt Jones

Dewitt Jones

Neste vídeo, a meu ver inspirador, ele Dewitt Jones fala sobre como ele encontra as “respostas certas” para os seus projectos, em especial os projectos que foi desenvolvendo para a National Geographic. Neste vídeo, ao invés de dicas e técnicas específicas acerca da fotografia, Dewitt Jones debate principalmente acerca de ideias, grandes ideias que foram ao longo dos tempos mostrando e valorizando o seu trabalho.


  Dewitt Jones é um dos melhores fotógrafos profissionais, conhecido como sendo um gênio criativo na sua área. Neste momento e após cerca de 20 anos a trabalhar para a National Geographic, Dewitt Jones decidiu ensinar aquilo que sabe e acima de tudo a forma descontraída como se pode conseguir boas e excelentes fotografias. Dewitt Jones trabalhou ainda na área do cinema com filmes nomeados para Academy Awards, editou vários livros e DVDs, trabalhou na área a publicidade para empresas como a Canon e  United Airlines. Além de tudo isto é ainda um colunista habitual na revista da especialidade Outdoor Photographer.

Objetivas Canon EF e EF-S. Qual a diferença?

Recentemente um amigo meu questionou-me acerca da diferença entre as objetivas Canon EF e EF-S. Acredito que para muitos seja uma questão básica, mas para muitos outros não o é. Assim, achei por bem elaborar hoje uma pequena reflexão sobre esta questão.

Diferença entre uma EF e uma EF-S

Diferença entre uma EF e uma EF-S

Vantagens, Desvantagens e Considerações

A primeira informação que é necessário reter é que equipamentos como a Canon 5D ou a Canon 1Ds, usam um sensor de captação de imagem igual às tradicionais máquinas fotográficas de filme (rolo), ou seja os 35mm ou seja, o sensor tem 36×24 mm de dimensão. Em contra partidas máquinas como a Canon 7D ou a Canon 60D possui um sensor 1,6x menor, ou seja 22,5×15 mm, também denominado de APC-S.

Ora este factor de corte de 1,6x tem, como tudo na vida, as suas vantagens e desvantagens.

A primeira vantagem que daqui advém é que logo à partida recebemos um ‘zoom’ extra. Esta ampliação de 1,6x em relação ao full frame pode vir a ser muito útil. Em contra partida, é mais complicado quando necessitamos de usar uma grande angular, pois se queremos ter um campo de acção bastante amplo temos de escolher objectivas abaixo dos 20 mm e estas tendem a ficar com menos detalhe nas bordas da imagem.

Podemos ainda concluir, e para melhor perceber o paragrafo anterior, que o factor de corte é como que um muliplicador da distância focal, mesmo que, na realidade não seja bem isso… Basicamente poderemos afirmar que uma objectiva de 100mm numa full frame equivale, no caso de uma APC-S a um campo de visão correspondente a uma 160 mm (100 x 1,6 = 160).

Ora as objectivas EF-S são objectivas criadas especificamente para este tipo de equipamentos APC-S como é o caso da Canon 7D e da Canon 60D. Estas objectivas tendem a ser mais compactas que as EF e mais baratas, no entanto, não podem ser usadas em equipamentos full frame, pois caso isso aconteça ir-se-à notar uma vinhetagem na fotografia resultante do factor de corte já aqui referido. As objectivas EF-S  foram concebidas de forma a se acoplarem mais profundamente no corpo da câmera quando conectado.  Daí o nome EF-S que significa foco traseiro curto, pois há menos espaço entre a lente e o sensor do corpo.

Como saber se o seu equipamento é ou não compatível?

Como já referi anteriormente, as objectivas EF-S não são compatíveis com todos os corpos. Elas são apenas compatívis com corpos que tem na zona de acoplação um pontinho vermelho e um quadrado branco.  O ponto vermelho significa que a câmera suporta objectivas EF-S e o quadrado branco significa que também suporta uma objectiva EF normal.

O que é o firmware?

O firmware é uma pequena aplicação que controla as funções através de um processador de microchip. Por exemplo, numa câmera digital o programa de firmware é armazenado num chip de memória dentro do equipamento. Hoje em dia, a maioria dos equipamentos, quer sejam da Canon, Nikon, Samsung, ou outra, são normalmente concebidos de forma a que o firmware possa ser facilmente atualizado pelo utilizador, permitindo assim ao usuário que o equipamento que ele possui seja útil por mais tempo.

Normalmente as marcas lançam atualizações de firmware quando pretendem resolver problemas de compatibilidade com outros produtos periféricos, erros de lançamento ou mesmo adição de novas funcionalidade ao produto. Claro que esta última praticamente só acontece em equipamentos profissionais e semi-profissionais.

De acordo com a quota de mercado das diferentes marcas de equipamentos fotográficos, vamos apenas debruçarmos-nos sobre as seis principais marcas.

Se possuírem um equipamento Canon, os ficheiros são de extensão *.fir e estão disponíveis para download aqui. Não sei se existe outra página melhor para ajuda ao cliente Canon, mas esta aqui é extremamente confusa.

A Sony,  basta irem ao site oficial a nível Europeu e escolherem o modelo que desejam. Sem dúvida a marca que possui o sistema mais amigo do consumidor. Neste caso os ficheiros possuem a extensão *.exe, como qualquer aplicação tipo.

No caso concreto da Nikon, as atualizações de firmware são disponibilizadas como downloads (formato *.bin) a partir deste site. Das principais marcas esta é, para mim, a que possui o sistema mais profissional. Sem dúvida.

Se tiverem um equipamento da Samsung devem ir à secção de suporte da marca e escolherem a categoria do produto que pretendem e depois ir afunilando a pesquisa. Os ficheiros encontram-se zipados (*.zip). Simples e intuitivo.

Panasonic possui um sistema de actualização de firmware bastante completo, mas demorado. Os ficheiros são auto-executáveis (*.exe).

Embora a Kodak tenha desaparecido juntamente com o filme, a verdade é que ainda possui a sexta maior quota de mercado em termos de equipamentos fotográficos contando com 7,4% de quota, menos 0,2% que a Panasonic. Para baixarem o respectivo firmware devem visitar a página de suporte da Kodak e seleccionar a respectiva gama e modelo. Os ficheiros encontram-se igualmente em formato *.exe como acontece com a Sony e a Panasonic.

Novos talentos FNAC

Já se encontram abertas as inscrições de Novos Talentos FNAC 2011 em Fotografia.

Esta é, uma iniciativa aguardada, por jovens fotógrafos amadores que residam em Portugal. Este é o destaque que a FNAC dedica a fotógrafos promissores e ainda desconhecidos que se distinguem pela qualidade e inovação do seu trabalho.

A inscrição, como o próprio regulamento refere, é grátis. As fotografias podem ser registadas individualmente ou em grupo e o portfólio, composto por 15 a 20 fotografias, deverá apresentar trabalhos de escrita fotográfica de diferentes linguagens: reportagem, documentário, fotojornalismo, diário íntimo, diário de viagem, paisagem, retrato, criação digital, fotografia plástica, entre outros, desde que as fotografias sejam realmente inéditas. A entrega das mesmas deverá ser feita até ao próximo dia 30 de Setembro, sendo depois analisadas e, os resultados apresentados no mês de Janeiro de 2012.

Além da exposição e da sua circulação pelas lojas FNAC dos três vencedores, o primeiro lugar levará para casa uma Canon EOS 7D, o segundo lugar uma Canon EOS 600D e uma objectiva 18-135 IS, e finalmente o terceiro lugar com uma Canon EOS 1100D, mais objectiva 18-55 DC III.

Para mais informações consulte o regulamento ou a página oficial do evento.

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