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Johan Thornqvist – Desenho na Fotografia

Johan Thornqvist, um sueco de 25 anos apresenta a sua arte de uma forma diferente, ou seja, concilia a fotografia com o desenho criando novos mundos…

Para o sueco o “mundo” da fotografia e do desenho são dois meios que se complementam na perfeição.

É com base nesta ideia que ele cria as suas obras, utiliza as sua melhores fotografias, quer de paisagens quer de objetos, e desenha sobre elas, levando o espetador a apurar a sua atenção para conseguir distinguir a realidade da ficção.

No mundo de Thornqvistz tudo é possível, nesse mundo encontramos cidades construídas em cima de bocas de incêndio, aldeias de cabanas montadas numa pequena planta, carruagens de metro que ganham vida e até comboios no meio de belos campos. Read more

II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem

Depois do grande sucesso que foi o Iº Encontro de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem em 2011, o qual aqui fizemos referência e, no qual infelizmente não tive oportunidade de marcar presença, aqui surge mais um novo evento, que é já para a semana e, o qual, se tudo correr bem, não deixarei passar em claro!

Segunda Edição

Segunda Edição

Nesta segunda edição, e devido ao enorme sucesso que se conseguiu com o anterior, o programa será alargado a dois dias, 28 e 29 deste mês de janeiro, no Cine-teatro João Ribeiro. Conjuntamente a esta edição, decorrerá a exposição de João Cosme, o grande impulsionador deste evento. A exposição “Rios de Vida” estará patente no Museu Municipal até finais do mês seguinte.

Neste II Encontro Nacional de Fotografia de Natureza e Vida Selvagem, estarão presentes os fotógrafos nacionais Luís Quinta, Nuno Sá, João Quaresma, Ricardo Guerreiro, Ricardo Lourenço, Paulo Lopes e Alexandre Vaz e,  José Benito Ruiz  de Espanha. Estes fotógrafos partilharão, como já aconteceu anteriormente, algumas experiências e  parte do seu portfólio, bem como algum projeto que tenham em mãos.

O Programa é o seguinte:

Programa

Programa

Para mais informações, nada melhor que visitar a página na internet criada especialmente para este efeito.

Canon EOS 1Dx

Já há algum tempo que se aguardava a substituição da Canon EOS  1Ds Mk III. O ano passado, ingualmente por esta altura, contava-se que fosse lançada aquando da photokina, onde por exemplo a Sigma anunciou a sua Sigma SD1 de 46 Mpx. Finalmente, a Canon lança a sua nova máquina de topo, desta vez com o nome de Canon EOS 1 Dx.

Tem aquilo que se esperava que viesse neste novo equipamento. O seu processador, um duplo DIGIC5 suporta até 14 fps em modo Jpeg. O corpo, obviamente em liga de magnésio, como aliás seria de esperar, é também o mais seguro e selado de sempre. O que é realmente novo nesta fullframe é a sua capacidade de vídeo, bem como o monitor, agora com 81 mm (3.2″).

 

 

O novo sensor CMOS de 18,1 Mpx, permite a captação de imagens em alta resolução, mesmo com pouca luz e níveis de ruído excepcionalmente baixos, pois possui um intervalo de ISO de 100 a 51200 e expansível até 204800. Quase que poderemos captar imagens em completa ausência de luz… Como já havia referido, a nova Canon 1Dx capta 12 fps em RAW e podem ser aumentados até aos impressionantes 14 fps se em Jpeg. Muita velocidade mesmo. Podemos afirmar que é impossível perder o momento perfeito, pois além desta super velocidade, conseguimos ainda disparar consecutivamente ao longo de 120 captações (36 se em formato RAW, o que é igualmente brilhante).

O seu sistema AF de 61 pontos, dos quais 41 cruzados de alta sensibilidade permitem uma focagem perfeita e hiper rápida. Ao centro, possui ainda 5 pontos AF cruzados duplo ao centro fazendo com que a precisão seja realmente a 100%. As suas imagens têm, como seria de esperar uma profundidade de cor de 14 Bits, conferindo assim imenso detalhe a pequenas cenas graças à combinação dos seus 18.1 Mpx. Read more

Entrevista: Jim Richardson – National Geographic

 

Não é todos os dias que se conseguem obter opiniões de fotógrafos com o prestigio de um fotógrafo da National Geographic. Anteriormente já aqui havíamos deixado uma palestra de David Griffin (Director da National Geographic) à TED. Hoje quero deixar-vos com esta entrevista feita pela Topeka e Shawnee County Public Library ao fotógrafo Jim Richardson, na qual ele conta algumas das suas experiências e, deixa certos conselhos que devem ser tomados em conta.

Jim Richardson é um fotógrafo da National Geographic Magazine e editor de uma outra publicação do grupo, a Traveler Magazine. Richardson fotografou mais de 25 histórias (sim, porque mais importante que as fotografias, são as histórias que essas fotografias contam) para a National Geographic. Os seus trabalhos mais recentes são “Our Good Earth” e “The Death of Night” que foram publicados em Setembro e Novembro de 2008.

Aproveitamos e dê-mos também uma olhada ao website de Jim e encontramos, além de maravilhosas fotografias, uma interessante página de Perguntas Frequentes (FAQ) na qual ele responde a muitas perguntas habituais e nos explica o seu relacionamento com a revista do rectângulo amarelo.

Aqui fica então a entrevista prometida.

Agora sim, e para terminar deixamos aqui a pergunta que todos fazemos de quando em vez… e a resposta de Jim.

Q: Como posso ser fotografo da National Geographic Magazine?

R: Essa nunca tem uma resposta fácil, mas vou dar o meu melhor. A National Geographic tem cerca de 80 fotógrafos independentes, desses  80, 40 deles são requisitados regularmente. Não existem fotógrafos da National Geographic. Todos somos independentes (freelancers se preferirem), por isso, como vê, não será fácil conseguir juntar-se a este grupo de eleitos, mas se tem o sonho… lute por ele.

Aurora Boreal

Terje Sorgjerd, um fotógrafo de essencialmente paisagens, passou cerca de quatro anos a procurar auroras boreais de forma a puder criar um pequeno vídeo. Finalmente, voou duas horas para o norte da Noruega e esteve uma semana a capturar uma das maiores exposições nos últimos anos. O resultado final é absolutamente assombroso como podem ver no vídeo abaixo. Ele conta-nos que passou bons momentos a captar belas imagens na região de Kirkenes e do Parque Nacional Øvre Pasvik, junto à fronteira da Noruega com a Rússia, mesmo com temperaturas de -25 graus Celsius.

Para este feito, Terje usou uma Canon 5D Mark II e as objectivas Canon de 24 milímetros com uma abertura máxima de 1.4; uma objectiva Canon de 16-35mm e uma abertura máxima de 2.8, bem como uma objectiva Sigma 12-24mm.

A título de curiosidade, a música é retirada da banda sonora do filme Gladiador: “Now we are free”

Sigma SD1 já tem preço

Convém lembrar que a Sigma SD1 foi anunciada na Photokina em Setembro do ano passado aquando de outros modelos de outras marcas como a D7000 da Nikon. No entanto porém, enquanto a Nikon lançava uma máquina com 16 Mpx CMOS, a Sigma anunciava algo como 46 Mpx e o seu novo sensor Foveon X3.

Não menos verdade é dizer que este modelo da Sigma, bastante aguardado pelo mercado custa cerca de 7.000€ (9.000 Dolares), ou melhor, a Sigma sugere esse como sendo o valor de mercado, mas na realidade só em Junho se saberá. Read more

Pouca terra… muita terra… Huú, Húu!

Existem imensos tipos de letra deveras originais como este criado através das personagens Simpson ou este outro a partir das derrapagens criadas pelas rodas de um automóvel. Desta vez encontrei este tipo de letra criado a partir de comboios antigos.

Este conjunto de caracteres foi criado pelo designer norueguês que encontrou (segundo ele) estes brinquedos no sotão de casa da sua avó. Através desse conjunto elaborou os caracteres que vemos abaixo.

Saiba mais em Bureau Bruneau.

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