Posts Tagged ‘ Artes Gráficas

Cmyk… o que é?

CMYK é sem dúvida a terminologia mais usada no sector gráfico. Graficamente falando CMYK  representa o processo de impressão usado em offset através das cores bases que compõem a quadricromia, ou seja, o cíano (C), o magenta (M), o amarelo (Y) e o preto (K). Normalmente quando pegamos numa revista, por exemplo, esta é impressa em CMYK, ou também chamado de quadricromia. É através do processo de quadricromia que se formam e se combinam um sem número de cores… por exemplo uma fotografia!

A verdade é que a maioria das vezes recebemos ‘artes finais’ supostamente em CMYK, quando na realidade vêm, maioritariamente em CMYK + RGB + Pantones ® (também apelidadas de PMS – Pantone Match System). Por hoje vamos apenas falar um pouco do CMYK. A verdade é que por vezes, independentemente do tipo de imagem que tenha, quer seja CMYK ou RGB, no seu monitor pode não fazer muita diferença, mas uma vez impresso, acredite que sim, fará toda a diferença.

A primeira pergunta que muitos fazem é qual o motivo pelo qual se chama CMYK e não CMYB. É certo que estas iniciais se prendem com o nome da abreviação das cores em Inglês e como tal, deveria ser B e não um K a constar neste aglomerado de inciais. Pois bem, o principal motivo pelo qual é um K é que este representava não só o preto (black) como também a chapa principal ou chapa chave (Key plate). Até meados dos anos 80, inicios dos anos 90 do século XX, a maioria dos trabalhos eram impressos a menos de quatro cores e, sempre ou quase sempre que existiam imagens, ou texto, estes apareciam na chapa do preto, logo, esta era sem dúvida a chapa que continha maior número de informação e pela qual as restantes deveriam ser acertadas. Hoje em dia, em que a maioria dos trabalhos é impresso em seleção de cor (CMYK) a chapa que normalmente contém maior número de informação é o amarelo. No entanto além deste existe, hoje em dia, ainda a necessidade de não se criar confusão com a sigla já aqui citada RGB (Red, Green e Blue).

A segunda questão que muitos colocam é porque motivo é necessário existir uma cor preto se afinal quando se juntam o ciano, o magenta e o amarelo se consegue também a cor preta. Sim, é verdade que se consegue, mas também não é menos verdade que o preto que desta junção se obtém é bastante insatisfatório, primeiro porque temos de encharcar o papel com as três cores, o que torna o papel menos resistente e por vezes inclusivé o chega mesmo a enrugar; segunto, porque uma vez que existe excesso de tinta no papel, o mesmo também deverá demorar mais tempo a secar; terceiro porque em caso de estarmos a colocar um texto, temos de conseguir colocar as três chapas em total sintonia, afim de não existir desacerto que prejudique por sua vez a leitura do mesmo; quarto porque o preto daí resultante é um preto ‘russo’, sujo e não aquele preto límpido a que estamos habituados; quinto e último motivo: fica muito mais barato gastar 100% de uma cor do que 100% + 100% + 100% para obter a mesma cor.

O sistema de impressão offset utiliza o processo de impressão CMYK entre outros. Este processo é conseguido através de tinta à base de água de forma subtrativa, ou seja, as cores vão ocultando a luz, o branco. Através da combinação das quatro cores CMYK podem-se reproduzir, como já atrás foi referido uma espectro de cores que cobre quase a totalidade das cores visíveis a olho nu.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Clientes > A difícil relação

Antes de mais nada, peço-lhe que veja este vídeo com atenção:

Agora peço-lhe que reflita nele…

Pois bem, acha que estes discursos têm alguma lógica. Vê-se capaz de chegar a um restaurante e negociar o preço final do prato? Ou a pedir que trabalhem de graça para si?

Pois… Claro que não!

Então porque será que 99% dos clientes de designers tentam ao máximo negociar o preço, desvalorizar o trabalho (que não custa nada a fazer) e por vezes até que o façam de graça (pois foi só pegar numa imagem e numa frase e juntá-las. Até eu fazia isso…)?

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Vectores de Qualidade fotográfica

Acompanho, como é natural, alguns blogues regularmente e, ver o que outros designers (alguns dignos realmente do nome, pois mais do que designers, são verdadeiros artistas) vão fazendo pode por vezes, e na maioria das vezes é, magníficas fontes de inspiração e motivação.

Hoje, quero-vos mostrar alguns trabalhos que fui vendo e arquivando com vectores. Todas as imagens encontram-se vinculadas à página do próprio criativo responsável pelo projeto.

Pepper Vector

Pepper Vector

Goldfish Turn On

Goldfish Turn On

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Como explicar a um cliente que ele está errado? <2ª parte>

CONTINUAÇÃO

Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma.

Como se vai explicar ao cliente que, na sua opinião profissional, ele está errado?

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Como explicar a um cliente que ele está errado? <1ª parte>

Quantas vezes um cliente se vira para nós e pede mil e uma alterações, que a nosso ver, que já andamos nisto à mais tempo do que ele, nos parecem erradas e até às vezes frustrantes, do ponto de vista que nos parecem ridículas e que vão acabar por estragar o nosso trabalho? Mas como vamos lhe dizer que o que sugere não está certo, que não encaixa?

Mas depois devemos pensar se é o cliente que está realmente errado, ou se, pelo contrário, somos nós que não estamos a ver mais à frente?

Por isso, antes de começar a explicar a um cliente que está errado, pergunte-se a si próprio: “É o cliente que está errado?”. Só porque não aprova as alterações que ele sugere não significa necessariamente que não seja um passo correto. Para não correr o risco de começar a criticar negativamente a ideia do cliente e o cliente, é necessário que seja capaz de o ouvir objetivamente. É preciso saber ouvir as críticas, pois estas podem ajudar a melhorar o trabalho.

Em primeiro lugar convém ter noção de uma coisa: é o cliente quem convive diariamente com o público-alvo e por isso é normal que este o conheça melhor do que você. É normal que ele saiba melhor o que lhes agrada e qual a mensagem mais correta a se transmitir.

Por isso, convém conhecer o seu cliente, e consequentemente conhecer os clientes dele. Assim, poderá começar a formar uma opinião sobre eles e isto irá facilitar-lhe o desenvolvimento dos projetos e claro que fará com que o seu cliente fique mais satisfeito pois o trabalho irá ficar bom e mais rápido e fará com que a mensagem passada ao público-alvo do seu cliente seja eficaz.

Como é óbvio, é correto oferecer sugestões ao seu cliente quando não concorda com as sugestões dele. Aliás, até lhe fica bem sugerir soluções alternativas, originais, criativas, diferentes, pois foi para isso que ele o contratou. Mas não parta do princípio de que o cliente está sempre errado!

Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma.

Como se vai explicar ao cliente que, na sua opinião profissional, ele está errado?

CONTINUA

fonte: smashingmagazine

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

O logótipo da Starbucks

Uma das marcas de café mais conhecidas do Mundo fez uma renovação do seu logótipo que irá começar a ser utilizado em Março deste ano e que coincide com o 40º aniversário da Empresa. Desenvolvido pela equipa da Starbucks juntamente com lippincott, basicamente eles removeram o texto do café Starbucks e o anel externo ficando apenas com o essencial.

Trata-se de uma versão muita mais simplificada do logótipo. Por vezes a alteração do logótipo de uma marca de renome pode ser arriscado como afirmou um representante da empresa ‘Quando ouvimos pela primeira vez sobre a possibilidade de alterar a identidade da marca Starbucks, nossas mentes enlouqueceram com as possibilidades. Este foi o projeto de uma vida. Os designers aqui no starbucks têm um amor por esta marca – é o que impulsiona a nossa criatividade.’ Mas decidiram alterar e como afirmaram ’Desde o início, quisemos reconhecer e homenagear as ações importantes do icónico logo da Starbucks. Por isso, quebrou-se o redesign em quatro partes principais da marca – cor, forma, fonte e sirene. Depois de centenas de explorações, encontramos a resposta na simplicidade. remover os termos da marca, trazendo o verde, e tirando a sirene de seu anel. Há quarenta anos, ela representava o café, e agora ela é a estrela.’

Sendo assim, o novo logótipo resultou em algo de extrema simplicidade e que resulta na perfeição, tal como afirmaram ´(…) melhorou a composição, trouxe mais largura do traço sofisticado e espaçamento e um fluxo suave de linha.(…)’.

O logótipo final funciona e como disseram ’O resultado é um logótipo evoluído, que celebra a sirene de uma forma muito mais ousada – é mais expressiva e enérgica, e ainda usa o mesmo círculo verde vibrante que é tão bem reconhecido pelos nossos clientes em todo o mundo.’

Citações de Mike P., gerente sénior criativo, starbucks

Fonte: designboom

Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.

Calendário Pantone 2011

Ano novo significa novo calendário. Pois bem, em seguida apresentamos o novo calendário 2011 para a famosa marca Pantone criado pelo Designer gráfico Derek Bowers. Com o formato circular, o calendário é composto por dezenas de imagens coloridas com as cores Pantone. Resultou num trabalho bastante agradável e criativo gráficamente.

Fonte: fubiz

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Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.