Posts Tagged ‘ Artes Gráficas

Pincéis que pode usar no Photoshop nos seus trabalhos de Natal

E porque o Natal já está quase aí, e os trabalhos gráficos começam a aparecer, convém começar a pensar em utensílios que lhe podem facilitar o trabalho. E um deles é os pincéis no Photoshop, ou se preferir brushes.

Existe imensos já feitos espalhados pela internet para download gratuito. Desde estrelinhas, neve, decorações… É só uma questão de antes de começar o trabalho, ainda quando está a planear o que vai fazer, fazer uma pequena pesquisa na Internet, e muita coisa há-de aparecer.

Hoje deixo-vos aqui alguns pincéis para download, assim como as páginas de internet onde os fui buscar. Pode haver lá mais que vos interessem. Depois é simples, façam download, exportem do ficheiro zip e abram o photoshop. No photoshop cliquem no ícon brushes e depois no cantinho superior direito têm uma rodinha que clicam e aparece uma lista. É só escolher a opção Load e está.

load

Depois para poderem melhor usar os pincés, vão a window > brush e abre uma janelinha de lado. Aqui podem personalizar o tamanho do pincel, o espaçamento, cores e muitos mais.

personalizacao

Links:
Em 1stwebdesigner
- http://www.deviantart.com/download/
- http://www.obsidiandawn.com/

Em brusheezy
- http://www.brusheezy.com/brushes/

Em deviantart
- http://www.deviantart.com/download/
- http://www.deviantart.com/download/

Logótipos criativos com números

Todos os dias novos logótipos são criados por todo o mundo. Por isso a criatividade tem de se destacar. Já não se pode criar qualquer coisa! O logótipo tem de ter todos os elementos necessários à compreensão e tem de fazer sentido.

E há marcas que até podem ser simples de desenvolver, mas nem todas… e quando mete números, complica sempre mais um pouco.

Segue abaixo alguns exemplos de logótipos com números muito bem conseguidos.

fonte: designbeep

Porque não devo usar imagens web para impressão?

Existem imensos motivos para que não use imagens retiradas da internet nas suas impressões gráficas. Um bom motivo é que está  usar imagens de baixa qualidade com direitos de autor e, como tal, sujeito a futuros problemas judiciais. Mas deixemos a justiça de parte neste momento e foquemo-nos apenas nas imagens em si.

Uma imagem que se encontra disponibilizada na internet é em 90% dos casos uma imagem com apenas 72 dpi de forma a que a mesma seja mais leve e como tal surja mais rapidamente no seu monitor. Independentemente da imagem ter um centímetro  quadrado, ou um mtero quadrado, ela é normalmente composta numa resolução de apenas 72 dpi.

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

E depois? Qual é o problema?

Não deixa de ser uma imagem pois não?

A questão é a resolução da imagem, ou para simplificar, pode-se dizer por outras palavras que o importante é o nível de detalhe. Ora como pode a minha escolha de imagens afectar o nível de detalhe? Simples, nos tradicionais métodos de impressão as imagens coloridas são compostas por diferentes séries de pontos sobrepostos, a que se deu o nome de meios tons.  Significa isto que através de pontos, da forma dos mesmos e do seu tamanho, podemos criar uma imagem, mesmo com as limitações técnicas existentes no processo de impressão.

Dá-se o nome de DPI ao número de pontos usados por polegada para criar uma determinada imagem.  A título de curiosidade importa ressalvar que cada 1 polegada corresponde a 2,54 centímetros. A polegada é no entanto a unidade de medida padrão para se definir a resolução de uma imagem em design gráfico.

A regra básica, no que qualidade de imagem diz respeito é a seguinte e óbvia. Quanto mais pontos existirem por polegada numa imagem, mais nítida e detalhada será essa mesma imagem. Ora, a maioria das imagens existentes na internet são compostas por 72 pontos por cada polegada (72 DPI) no seu tamanho real (100%), ao passo que as imagens para impressão devem conter no mínimo 300 pontos por cada polegada (300 DPI) no seu tamanho real (100%), de forma a assegurar que as mesmas são legíveis e com detalhe suficiente para fazer passar a informação desejada.

A melhor forma de o demonstrar é com um exemplo. Imaginemos que baixamos uma imagem da internet e a mesma possui 72 DPI e 318 mm (12,5 polegadas). Quando esta imagem for impressa, será impressa com uns notáveis 1800 pontos. (72 DPI x 12,5  = 900 x 2 (lados) = 1800) Se a mesma imagem tivesse 300 DPI seriam necessários algo como 11250 pontos. Ou seja, se eu colocasse a tal imagem de 72 DPI impressa no tamanho real, eu veria uma imagem sem detalhe composta por imensos pontos. Se eu quisesse usar essa imagem que descarreguei na internet, mas com os devidos 300 DPI teria de a reduzir até encontrar um ponto de equilíbrio, ou seja os tais 300 pontos por cada polegada  (72 / 300 x 12,5 (comprimento ou largura). Ou seja, a imagem iria passar de um razoáveis 318 mm para uns meros 76 mm, ou seja, para se entender melhor, uma imagem com 31,8 cm a 72 DPI, teria de passar a ter apenas 7,6 cm se a quiséssemos imprimir com alguma qualidade e detalhe.

72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com

72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com

Como você pode ver na imagem acima, ao imprimir uma imagem numa resolução baixa vai permitir que veja os diferentes pontos de cor que compõem a imagem, perdendo assim todo o detalhe pretendido. Se a mesma estiver com os 300 DPI pretendidos,  o ponto continua lá, mas de forma muito mais suave e difusa dando à imagem todo o detalhe necessário.

Porque motivo isso não acontece na sua impressora? Porque os processos de impressão são diferentes, mas deixemos isso para outra altura!

O que posso eu fazer de futuro para evitar esta situação?

Não é nada complicada a solução. De futuro e para garantir a melhor qualidade possível nos seus projectos de impressão, certifique-se que as suas imagens estão pelo menos com 300 dpi quando se encontram no tamanho em que você as quer imprimir. Se necessitar de ajuda, contacte-nos e teremos todo o gosto em o ajudar.

A nuvem da Adobe

A Adobe Creative prevê lançar muito em breve um serviço em nuvem, serviço esse que lhe dará acesso às últimas versões do Adobe Creative Suite, bem como uma infinidade de extras a serem utilizados neste novo serviço prestado pela Adobe e baseado na tecnologia vulgarmente apelidada de de nuvem. Este serviço prevê uma mensalidade de cerca de 40 € / mês, por um período não inferior a 12 meses.

Este conceito de serviço em nuvem foi introduzido no passado mês de Outubro na conferência anual da Adobe MAX. Podem ver diversas fotografias do evento na página oficial no flickr. A Adobe garante, a quem usufruir deste serviço, acesso às últimas versões do Software Creative Suite, entre outras aplicações, bem como 20 Gb de espaço para armazenamento na web, com opções de sincronismo. No entanto, a empresa ainda não referiu, se os 40€ / mês cobrem ou não todas estas possibilidades.

adobe creative cloud: A nuvem chegou à Adobe

adobe creative cloud: A nuvem chegou à Adobe

Já agora, se porventura acha que 50€ / mês, ou seja… cerca de 600€ / ano é muito, então pondere a alternativa (não, não é a de software pirata) e analise quanto custa o  pacote mais baixo da família Creative Suite: qualquer coisa como 1.000€, e isto, apenas a versão base.

Para mim, uns dos argumentos mais válidos para a aquisição deste tipo de licença é o facto de poder obter as últimas actualizações de forma ‘gratuita’ e, inclusive, antes de chegar ao restante público comercial. Em termos empresariais, julgo ser uma alterantiva bastante atractiva, uma vez que isto passará a ser um custo fixo, relativamente baixo, ao invés de um custo variável, por vezes excessivamente alto. Além disso, com isto, a Adobe pretende arrecadar a si alguns piratas perdidos que ao invés de adquirirem o seu software, o descarregam através de páginas de partilha. A verdade é uma só… 40€  por mês, é algo que já alguns estudantes (por exemplo) já conseguem suportar, agora… mil euritos, bem isso, já não se encontra facilmente debaixo da árvore das patacas.

A ideia, é que este projeto veja a luz do dia na mesma ocasião que o Creative Suite 6, o que prevemos que seja ainda no decorrer deste primeiro semestre de 2012.

Governo mandou fazer 100 livros e pagou 12 mil euros por ajuste directo a uma gráfica.

O gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, Miguel Relvas, encomendou em Dezembro, à Gráfica MaiaDouro, SA, a produção, por ajuste directo, de uma centena de exemplares do programa do Governo, denominado Compromisso para uma Nação Forte.

O preço contratual foi de 12 mil euros, o que significa que cada exemplar, feito em papel couché semimate, custou 120 euros. O contrato data de 9 de Dezembro e o prazo de execução foi de 10 dias.


Fonte do gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares confirmou ao PÚBLICO que os serviços gráficos se destinaram à impressão do programa do Governo, composto por 100 exemplares. Informa também que foi efectuado por ajuste directo, atendendo ao valor da aquisição “sem prejuízo de contactos informais com vista à obtenção de diferentes orçamentos”.

No email enviado ao PÚBLICO, o ministério acrescenta que “foram contactadas, informalmente, três outras empresas, tendo esta [a Gráfica MaiaDouro, SA] apresentado o valor mais baixo”.

O encargo foi suportado pelo orçamento do gabinete do ministro adjunto e dos Assuntos Parlamentares, atendendo a que Miguel Relvas “é o membro do Governo que tem responsabilidades de apoio ao primeiro-ministro na coordenação política”.

A capa do livro tem um fundo em tons de cinza-prata e apresenta uma ilustração em alto-relevo. Segundo adiantou ontem fonte do gabinete de Miguel Relvas, os exemplares destinam-se exclusivamente ao Governo.

Trata-se de uma edição, toda a cores, cujo conteúdo é idêntico ao programa de Governo e ao balanço dos 100 primeiros dias do XIX Governo Constitucional.

fonte: Público (texto integral)

A Impressão Digital é mais barata?

A crescente e constante evolução da tecnologia relativa à impressão digital, trouxe consigo enormes avanços técnicos, mais opções e novas e melhores funcionalidades para impressão comercial, empresarial e de marketing atual. No entanto, no meio de tudo isto, as pessoas confundem-se e chegam a um ponto que não sabem qual o melhor processo de impressão: se o digital, se o offsset. Vamos, hoje, tentar ajudar um pouco nesse sentido.

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Antes de continuar, julgo ser importante recordar como funciona o atual sistema de impressão offsset convencional, também chamado de litografia offset. O sistema offsset tradicional (processo de impressão indirecta) funciona com matrizes produzidas através do uso de chapas de alumínio que servem de meio de gravação e, ao mesmo tempo, como meio de transferência da imagem para o material físico a imprimir (normalmente papel). O sistema offset tradicional é, desde a segunda metade do século passado, o principal processo de impressão e o mais usado, tanto em embalagens como os mais variados documentos impressos e de marketing, garantindo sempre uma excelente  qualidade (a qualidade média cifra-se em 175~200 linhas) para médias e grandes tiragens em praticamente em qualquer tipo de papel e, inclusive, alguns suportes “plásticos”, como por exemplo o poliestireno.

Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com
Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com

No sistema de impressão indirecta, como já referido anteriormente, existe um objecto entre a matriz e o papel, ao qual se deu o nome de cauchú ou blanqueta. A imagem encontra-se na matriz (antigamente, era necessário o uso de fotolitos para passar a imagem do computador para a chapa. Hoje em dia esse processo é feito automaticamente através do uso de CPS’s) denominada de  chapa e, daqui é transferida para um cilindro coberto com borracha (o tal cauchú) e daí, finalmente, para o suporte físico, vulgarmente papel. Em suma podemos dizer que a matriz (chapa) imprime o cauchú e este o papel. Como podemos ver na imagem, este processo tem de ser repetido por cada cor (CMYK), uma vez que cada corpo da máquina possui apenas uma cor; por outras palavras, a “impressora” imprime uma cor de cada vez até, por adição, imprimir todo o trabalho.

A impressão digital por sua vez, funciona através de um processo muito mais simples e elimina grande parte desta mecânica convencional e acima de tudo, reduz enormemente os custo de preparação e acerto de máquina, sendo por isso muito útil e prática para a realização de provas de cor e alguns trabalhos. Mas… quais as vantagens e desvantagens? Qual é a melhor opção?

Vantagens da impressão  Digital

  • Tempos de execução extremamente mais curtos.
  • Não necessita de acertos de cor, pois a primeira impressão é igual à última.
  • Tiragem certa; menos desperdício e menos variações.
  • Custo mais baixo até cerca de 1250 tiragens.
  • Impressão de dados variáveis.

 

Vantagens de Offset

  • Maior qualidade de imagem.
  • Maior gama de suportes e superfícies de impressão.
  • O custo unitário cai imenso quando a quantidade sobe.
  • Possibilidade de, em impressão folha a folha, suportar formatos maiores de impressão, logo melhor aproveitamento e menores tiragens.

 

 Ainda indeciso? Aqui vai mais uma ajuda:

Quantidade: A impressão offset tem bastantes custos fixos. Em pequenas tiragens o custo da impressão offsset será certamente elevado, mas se aumentar as quantidades, o o custo unitário cai imenso na impressão offset, pois ao contrário da impressão digital, os seus custos variáveis são bastante reduzidos. Em suma: pequenas quantidades opte pela impressão digital, mas em grandes quantidades pense offset.

Suporte de impressão: Necessita de um papel especial ou de um acabamento fora do comum? Pois bem, embora as opções de diferentes materiais e acabamentos estejam a aumentar de dia para dia no mundo do digital, a verdade é que a impressão offset ainda é quem oferece maior flexibilidade.

Cor: As máquina de impressão digital usam normalmente quatro cores (CMYK) de impressão no seu processo, embora algumas já imprimam também em cores Pantone® (cores directas).

 Se necessitar apenas de efectuar uma impressão a uma cor, por exemplo verde, a melhor opção será sem dúvida a impressão offset, pois na impressão digital será necessário recorrer ao sistema de quadricromia, enquanto que no sistema offset, a mesma impressão poderá ser executada recorrendo apenas a uma cor composta (neste caso, o verde).

Se necessita de uma impressão em selecção de cor ou quadricromia (vulgarmente chamada de impressão a quatro cores) o ideal poderá ser a impressão digital, pois quase de certeza irá oferecer-lhe menores custos iniciais.

Se por outro lado planeia efectuar uma impressão em cores directas através do Pantone Matching System ®, a impressão offset vai-lhe oferecer uma maior gama de cores, uma melhor correspondência e maior realismo.

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

Prazos: Se o prazo é curto, o digital oferece-lhe quase sempre melhores prazos de entrega.

Povas de cor: O Digital oferece provas precisas e no material que deseja imprimir no final o seu projecto. As provas de cor no processo offset são extremamente caras, quase proibitivas.

Personalização: Não pense mais! A impressão digital oferece-lhe esse serviço a um custo impossível de combater no processo offset, por isso, bem que podemos dizer que impressão personalizada, só se for impressão digital.

Ainda continua com dúvidas? Coloque-as, quem sabe poderemos ajudá-lo.

Tangerine Tango é a cor de 2012 segundo a Pantone

A cor madresilva foi a cor dominante do ano de 2011, mas agora que o ano está a terminar, a Pantone decidiu já lançar a cor de 2012. Para 2012, a Pantone sugere (indica) a cor Tangerine Tango como sendo a cor que irá predominar durante esses 365 dias. As  tonalidades, continuaram por isso vibrantes em 2012.

 

Pantone 2012

Pantone 2012

O Tangerine Tango é um laranja avermelhado. Segundo a Pantone, esta cor é ideal para fornecer a energia necessária para os desafios do dia a dia e é, de acorco com a diretora da Pantone ( Leatrice Eiseman) uma mescla de sofisticação e sedução.

A Pantone disponibiliza ainda para as aplicações de design da Adobe a paleta de cores referentes a esta tonalidade. Para baixarem a paleta é só clicarem aqui. Se preferir compor a tonalidade, a pantone disponibilizou igualmente um guia para os diferentes  espaço de cor, conforme se pode ver na imagem abaixo.

Guia Pantone

Guia Pantone

Não queria no entanto terminar o artigo sem antes mostrar uma selecção feita pela designer de moda Clara Dourado de algumas imagens inspiradoras de como combinar esta nova cor.

 

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