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Johnnie Walker Blue Label

Esta nova colecção criada para a Johnnie Walker e denominadada de Blue Label foi conseguida através da colaboração com o Gabinete de Design Porsche Design Studio e Cosfibel, para a Diageo Reserve.

Esta colecção composta por três objectos de classe, sendo dois deles de edição limitada. O primeiro: “The Chiller”, protege a preciosa garrafa de 75cl de Johnnie Walker Blue Label. O segundo, ao qual chamaram “the cube”, apresenta e expõe a garrafa de 75cl de Johnnie Walker Blue Label, juntamente com quatro copos de cristal e, em aço inoxidável escovado as palavras ‘Man Striding’ nas pinças para o gelo. Existe também uma versão iluminada, para espaços de prestígio, hotéis e restaurantes.

colecção de luxo johnnie walker blue label
colecção de luxo johnnie walker blue label

 

Existe ainda uma versão mais leve para viagem. Esta versão “Muni Cube” engloba apenas uma garrafa de 75cl de Johnnie Walker Blue Label, dois copos de cristal e e a pinça em aço inoxidável escovado, igualmente com as palavras ‘Striding Man’ gravadas.

A Cosfibel foi a empresa seleccionada, pois possui uma larga experiência em embalagens de luxo com diferentes tipos de materiais. Neste caso, a embalagem contêm detalhes minuciosos, como por exemplo a costura em couro que percorre toda a extensão das embalagens. Já a  Porsche Design Studio colaborou na criação de requinte, como por exemplo o pormenor do alto-relevo, uma placa de metal escovado simples que apresenta o logótipo do estúdio. O design simples e moderno, em certo aspecto futurista, é reforçado pela tampa de aço inoxidável micro-escovado e monograma JWS.

colecção de luxo johnnie walker blue label

colecção de luxo johnnie walker blue label

 

Os economicamente mais afortunados desta vida, podem ainda adquirir um dos dezoito (apenas 18 unidades) bares criados em exclusivo para esta colecção. O bar tem 2.20 metros, por 66 x 66 centímetros. Por isso, se tiver lá em casa um cantinho aproveite, lembre-se que só existem dezoito unidades…

Uma das dezoito unidades

Uma das dezoito unidades

 

O bar contempla duas garrafas Johnnie Walker Blue Label 75 cl., uma magnum de 1,5 litros, oito copos de cristal, dos quais cinco estão ao lado de uma jarra (como pode ver na imagem) e um balde de gelo em cristal num compartimento refrigerado. O mais complicado de tudo isto é apenas o valor do mesmo, que rondará qualquer coisa como 113 mil e 600 Euros, mas… talvez como forma de justificar esse valor, posso ainda acrescentar que o bar tem um sistema de abertura automático que é controlado através da detecção sensorial. Este sistema foi desenvolvido pela Deutsche Werkstätten Hellerau GmbH (DWH), especialista em armamento para iates de luxo.

 

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Joana Vasconcelos

Joana Vasconcelos é provavelmente a artista contemporânea portuguesa mais conhecida nos dias que correm. Nome incontornável da sua geração, tem um estilo próprio para se expressar: usando materiais diversos do quotidiano cria formas que nos são simultaneamente estranhas e familiares.

Vasconcelos nasceu em Paris em 1971 mas estudou, vive e trabalha em Lisboa. Formou-se no Ar.Co – Centro de Arte e Comunicação Visual, em Lisboa, entre 1989 e 1996.  Em 2000 venceu o prémio EDP Novos Artistas e em 2006 o prémio “The Winner Takes It All”. Expõe, regularmente, em Portugal e no estrangeiro, desde meados da década de 1990.

As suas peças são já bastante conhecidas, mas vale a pena recordar as mais emblemáticas: “Noiva” é um enorme candelabro composto de tampões OB; as peças “Coração Independente” são réplicas enormes das famosas jóias de Viana do Castelo, compostas por talheres de plástico moldados; “Cinderela” é um sapato gigante composto por panelas; “Contaminação” é um emaranhado de trapos com cores berrantes que se estende em vários metros de comprimento. Famosas são também as suas figuras de porcelana, normalmente religiosas e totalmente cobertas por croché. Com um percurso nacional e internacional impressionante as suas obras resultam da apropriação e subversão de objectos do quotidiano e da tradição portuguesa. Trabalha frequentemente com esculturas e instalações em materiais variados, principalmente tramas (crochet, tricot, tecidos).
É claro pela sua já recheada obra, que Joana Vasconcelos usa referências culturais, objectos quotidianos e materiais e técnicas populares. Cruzando tradição e modernidade, é das poucas artistas que conseguiu o difícil equilíbrio desta dicotomia mantendo-se fiel à essência do “ser português” e procurando na História e nos costumes lusitanos um complemento para o seu trabalho. Definitivamente, uma artista cujo percurso merece ser seguido.

Joana Vasconcelos

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Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.

Paula Rego

Paula Rego nasceu a 26 de Janeiro de 1935, em Lisboa. Oriunda de uma família republicana e liberal, com ligações às culturas inglesa e francesa, entra na St. Julians School, em Carcavelos, residindo durante a infância e adolescência no Estoril. Incentivada pelo pai a prosseguir o seu desenvolvimento artístico fora do Portugal salazarista dos anos 50, Paula Rego ingressa na prestigiada Slade School of Fine Art, em Londres, com apenas 17 anos. Será aí que conhecerá vários artistas, entre os quais o seu futuro marido, Victor Willing, com quem vem a casar em 1959 e de quem vem a ter três filhos (Carolina, Victoria e Nicholas).

Pintor e crítico de arte, Victor Willing (1928, Alexandria-1988, Londres) tornou-se um dos mais essenciais críticos da obra de Paula Rego, produzindo várias vezes leituras fundamentais do seu trabalho. De facto, muitas das obras da artista contam com referências explícitas ou implícitas a “Vic”, salientando-se os trabalhos de meados dos anos 80, durante a fase terminal da esclerose múltipla que acabou por vitimá-lo.

Dividindo o seu tempo entre Portugal e Londres ao longo dos anos 60, Paula Rego instala-se definitivamente nesta cidade a partir de 1976, não obstante visitas e regressos a Portugal e, sobretudo, à sua casa de família na Ericeira. Esta irá inclusivamente figurar em muita da sua produção artística, como diversas memórias e traços de um imaginário evocativo de uma certa “cultura portuguesa”, associada à sua infância, e que encontra alguma correspondência em Lila Nunes, de origem portuguesa e antiga enfermeira de Vic, modelo privilegiado de Paula Rego desde 1988.

O reconhecimento de Paula Rego acontece desde bastante cedo, mas será sobretudo a partir dos anos 90, aos 50 anos de idade, que se tornará um nome incontornável, não só no panorama artístico português ou inglês, mas também no plano internacional. A artista foi inúmeras vezes convidada a produzir obras para galerias e exposições específicas, não raramente em diálogo com as suas colecções, tornando-se, em 1990, Primeira Artista Associada da National Gallery, em Londres. Com um imaginário prodigioso e num percurso que explora técnicas e linguagens diversas, apresentando, ainda assim, uma coerência surpreendente, Paula Rego conta com inúmeras exposições individuais e retrospectivas em museus e galerias de renome, e com inúmeros prémios e distinções. Actualmente, trabalha e reside em Londres, sendo representada pela Marlborough Fine Arts.

 

Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.

Direitos de Revenda

A ADAGP é uma sociedade francesa de gestão colectiva de direitos no campo das artes visuais (pintura, escultura, fotografia, multimídia, etc.), representando quase 100.000 autores. A ADAGP actua não só em França mas em todo o mundo, através de uma rede de mais de quarenta sociedades que gerem os direitos dos seus membros nos respectivos países.

A ADAGP encomendou a Pierre-Emmanuel Lyet um pequeno filme que explica o que é o direito de revenda. Esta animação realizada por Pierre-Emmanuel Lyet, teve Joris Clerté a gerir toda a parte artística. O cenário, esse é uma criação de Anne Jaffrenou.


O que me atraiu nesta animação foi, é, o simples facto de ela própria ser uma peça de arte. Toda a animação tem por base alguns caracteres do dicionário ocidental, o que transmitiu ao todo o projecto uma qualidade e uma projecção intemporal. Porém, imensos criativos, que se dizem designer e coisas assim, continuam a não conseguir incluir um tipo de letra nos seus trabalhos sem que os mesmos pareçam que caíram lá… assim do nada. É algo que me entristece, ver no dia a dia cartazes, jornais, revistas, convites… enfim uma infinidade de projetos que poderiam ser algo interessante e o não são, simplesmente porque alguém atirou para lá um tipo de letra e esqueceu-se de o fazer interagir com o ambiente. Será assim tão difícil? Julgo que não, mas vejam o vídeo e digam de vossa justiça.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

quando os Tipos de letra viram arte!

Em muitos trabalhos, a maior dificuldade é colocar o texto. Mas não tem de ser assim! O texto deve fazer parte do desenho, deve-se conjugar com o trabalho. Veja, por exemplo, posts que já fizemos anteriormente, que expicam isto mesmo: Tipos de letra são arte, Tipos de letra são vectores e Tipos de Letra…são arte!.

Consegue-se fazer trabalhos lindissimos se se brincar um pouquinho com as letras. Vejam por exemplo esta colectânea que aqui vos deixo!

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Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Escher e a ilusão de óptica

Maurits Cornels Escher, mais conhecido por M. C. Esher foi uma artista gráfico Holandês.  Nascido a 17 de Junho de 1889 e falecido a 27 de  Março de 1972, ficou mundialmente conhecido pelas suas xilogravuras. Escher representou construções impossíveis, elaborou um preenchimento regular do plano e explorações do infinito. Foi sem dúvida um génio da imaginação lúdica e um artesão habilidoso nas artes gráficas, mas o segredo para muitos dos seus efeitos surpreendentes é a matemática, utilizada de uma forma intuitiva. Efeitos como o espelhamento, perspectiva e matemática estão muito presentes nas obras de Escher. As suas obras caracterizam-se por um traço rigoroso e matematicamente inspirado. A sua arte contempla a geometria do infinito e ilusão de óptica. Dentro de um extremo rigor Escher dá a volta às leis da óptica e da geometria, transformando o universo visual a que estamos habituados e permitindo dessa forma que o observador encontre total liberdade de imaginação e interpretação.

Fonte: wikipédia

Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.

PechaKucha

‘Arte, geralmente é entendida como a actividade humana ligada a manifestações de ordem estética, feita por artistas a partir de percepção, emoções e ideias, com o objectivo de estimular essas instâncias de consciência em um ou mais espectadores, dando um significado único e diferente para cada obra de arte.’ (definição wikipédia)


Sendo assim, a obra de arte tem como finalidade provocar emoções / reacções nas pessoas, sejam elas positivas ou negativas. Pois bem, para quem gosta de arte e de conhecer trabalhos diferentes e inovadores anunciamos aqui um evento que se realiza a nível Mundial e que tem por nome PechaKucha.

Trata-se de um formato de apresentação público em que o conteúdo é informalmente mostrado, o apresentador só pode apresentar vinte imagens de vinte segundos cada, dando origem a uma apresentação de seis minutos e quarenta segundos. O objectivo deste evento é oferecer um local de encontro em que as pessoas possam apresentar o seu trabalho, acabando por promovê-lo. Uma óptima maneira para partilhar ideias, paixões e para abrir horizontes também.

Fonte: Pecha Kucha

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Sara

Natural de Braga, Portugal. Licenciada em Design do Produto pelo Instituto Politécnico de Viana do Castelo na Escola Superior de Tecnologia e Gestão. Actualmente a realizar estágio profissional na empresa Conceitos Diferentes, Lda, em Vila Nova de Famalicão. Interesses em todo o tipo de arte, especialmente artes gráficas, música, cinema, natureza.