Posts Tagged ‘ Arquitetura

Leonardo Da Vinci

Freud disse: “Ele foi um homem que acordou cedo demais na escuridão, enquanto os outros continuavam a dormir.”

Hoje falamos de um dos homens mais ecléticos e mais admirados em todo o mundo, Leonardo da Vinceifoi pintor escultor, realizou trabalhos e pesquisas nas áreas de arquitetura, ciências, matemática, engenharia, anatomia e botânica, além da música e poesia.

As Suas pinturas são das mais conhecidas em todo o mundo, os seus rascunhos e desenhos, muitas vezes inacabados, são referências em diversas áreas. Falamos do símbolo do homem renascentista, e mesmo passados mais de quinhentos anos do seu nascimento, as suas ideias, a sua obra e toda a sua “imagem” continua nos topos da atualidade.

Leonardo da Vinci nasceu a 15 de abril de 1452 em Anchiano, Itália e morreu a 2 de maio de 1519 em Amboise, França. Desde muito jovem que aliou a ciência a cada obra de arte que criava, com 28 anos já recebia inúmeras encomendas, onde demonstrava claramente uma invulgar capacidade criativa e inventiva. As suas pinturas apresentavam já nessa altura uma impressionante organização do espaço, e um refinamento das cenas visível mesmo nos trabalhos mais simples e inacabados. Read more

Arquitecto contorna falta de espaço com criatividade

O arquitecto japonês Kota Mizuishi conseguiu contornar o problema de falta de espaço no País nipónico através da engenharia criativa. Com pouquíssimo espaço para construir uma casa, Mizuishi desenvolveu um projecto que consiste numa moradia de dois andares e um pequeno espaço de estacionamento – coberto – para o carro.

Com vista para o rio, a casa tem um quarto, casa de banho, cozinha, sala de jantar, sala de jogos e uma sala de estar. Nesta, foram projectadas duas janelas que integram uma mesa estreita e uma varanda.

A casa localiza-se em Suginami, Tóquio, e tem um total de 55,24 metros quadrados de área total. Desenhada pelo próprio Kota Mizuishi e pelo engenheiro Kentaro Nagasaka, a moradia custou €150 mil. Uma pechincha para o mercado japonês.

Avião, doce casa!

O que fazer com um avião fora de serviço? Mandar para a sucata? Nem pensar! Ainda dá para construir a nossa casa :)

A verdade é uma, consegue-se uma casa super orginal, com linhas dinâmicas e que com certeza dá muito que falar!

Assim, o estúdio de arquitectura David Hertz pegou num Boeing 747 e construiu uma casa moderna. O telhado da residência foi feito com as asas do avião. Vejam o vídeo!

 

 

fonte: hypeness

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Espelho Interactivo

A tecnologia está cada vez melhor e a progredir a um ritmo alucinante.

Qual a melhor forma de ficar informado das notícias logo pela manhã, do que vê-las enquanto lavamos a cara e escovamos os dentes?

Este protótipo de espelho interactivo foi construído pela Lit Studios e a Interference Inc. Usando uma combinação de técnicas de projecção eles foram capazes de sobrepor uma imagem nítida vivida e móvel sobre um reflexo normal, criando o HUD de espelho de banheiro.

Responde a todos os movimentos feitos pelo usuário, revelando distintas reacções conforme a intensidade do toque. É possível fazer desenhos criativos e coloridos, ver fotos, ler textos, ver como uma roupa fica ao corpo, jogar, entre outros.

Possui diversas opções de personalização, como por exemplo: zoom em textos e figuras, mudanças de cor…


O que parece ser o futuro dos nossos espelhos: um espelho com um display multi-touch capaz de interagir com o utilizador.

Cidade Flutuante – o futuro

Finalmente começamos a ter sensibilidade para olharmos o planeta que habitamos de outra forma. Após anos de maus tratos a esta “esfera” azul que nos abriga, vemo-nos agora preocupados com o ambiente, os eco-sistemas, a sustentabilidade. Vivemos em cidades concentradas onde até há anos não houve preocupações urbanisticas e deparamo-nos agora com cidades ruidosas, poluídas, onde o tráfego automóvel predomina e onde as pessoas não são mais que uma massa de gente que todos os dias chega e parte.

São muitas as correcções que estão a ser implementadas nos Municipios, e é de louvar grande parte deste trabalho. Estão a conseguir devolver a cidade à população.

Contudo, são muitos os problemas que as cidades estão a passar, um pouco por todo o mundo, particularmente cidades costeiras que sofrem a subida do nível da água do mar.

Neste sentido, o Arquitecto belga Vincent Callebaut propôs para o concurso da Académie Royale des Beaux-Arts de Bruxelas, tendo ganho com este projecto o  Grande Prémio de Arquitetura Napoléon Godecharle, uma cidade futurista, flutuante.

Parecendo saídas de um imaginário só presente em desenhos animados, estas plataformas que à primeira vista nos parecem enormes cadeiras insufláveis no meio do oceano são a solução mais viável para este aumento de massa de água, podendo flutuar à volta do mundo.

Nada mais que protótipos, estas eco-cidades estão pensadas para albergar 50 000 habitantes, onde toda a energia consumida é fornecida por fontes de energia renovável: sol – paineis solares, vento – moinhos eólicos, aproveitamento do movimento das ondas do mar e da biomassa. Para além disto, tem um lago no seu centro que recolhe a água da chuva, de forma a purificá-la e torná-la própria para consumo.

O arquitecto diz tratar-se de uma cidade anfíbia, sem carros, sem ruas, mas coberta de plantas e com habitações suspensas sobre jardins, criando uma existência equilibrada entre o Homem e a Natureza.

São ainda um sonho, mas não impensável se tivermos em mente o aquecimento global, o degelo nas calotas polares e a consequente subida do nível médio da água do mar.

A Arte do Azulejo em Portugal

O Azulejo é uma das expressões mais fortes da cultura artística em Portugal e uma das contribuições mais originais do génio dos portugueses para a Cultura Universal, tendo ultrapassado largamente a mera função utilitária ou o seu destino de Arte Ornamental. Atingiu o estatuto transcendente de Arte, enquanto intervenção poética na criação das arquitecturas e das cidades.

É Património espalhado um pouco por todo o país e pelas antigas partes do Império Português, entre o Brasil, as Áfricas e até a Índia, mas também pelo que representou no passado e ainda na actualidade, da inteligência prática e da sensibilidade dos portugueses.

Trata-se de um material que até pode ser convencionalmente entendido como pobre, mas adoçado às obras de arquitectura, é um meio de qualificação estética de espaços interiores e exteriores, quer em edifícios, quer em espaços urbanos. Usado em grandes paineis, como material de revestimento ou usado em pequenos apontamentos ou paineis ornamentais, ajudam a criar cenários e ambientes, particularmente nas igrejas barrocas em Portugal, chegando  a simular uma espécie de janelas abertas para outras realidades.

O Azulejo em Portugal reúne em si varias expressões e ao longo dos anos foi-se reajustando, mediante as épocas atravessadas. Reflectiu a tradição Islâmica no século XVI com os “azulejos de corda seca”, passando pelo monumental período Barroco, com toda a riqueza de formas e decoração. Aqui se criam cenários da vida dos santos quase como se estivessemos a assistir a uma banda desenhada. Passa ainda pelo período Pombalino da reconstrução da cidade de Lisboa após o terramoto de 1755, em azulejos simples, mas com um elevado sentido decorativo, continuando depois a evolução ao longo dos anos, até à quase reinvenção dos azulejos, desenhados por grandes arquitectos da actualidade.

 

Museu Nacional do Azulejo

Instituto de Camões

Arquitectura de Equipamentos – Synergasias Co-Op Bank

O edifício que abriga o banco Co-Op está localizado em Kiti, distrito de Larnaca, Chipre, no extremo norte da vila, ao lado das instalações comerciais da empresa e perto da escola local. Além do banco, que se destina a criar um local público, oferecendo à comunidade próxima uma sala de reunião, possibilitando palestras e exposições e ainda contendo um pequeno café.

Os três níveis do edifício abrangem um total de 1070m2, numa área total de 6730m2. O prédio fica ao longo da rua central, em frente à escola, reforçando o carácter público da rua, mas também criando uma barreira linear contínua do tráfego automóvel. O acesso ao edifício realiza-se através da praça interna que liga o edifício com as actuais instalações do departamento comercial, a área de estacionamento e o parque público pequeno que ali se cria.

A área do banco e do café são colocados no piso térreo e o salão de leitura e sala de reuniões no primeiro andar. O armazém, o arquivo e a sala do servidor são colocados na cave. As diferentes funções do edifício são organizadas em grupos distintos ao redor do átrio de altura dupla central. Isso garante a segurança do sector bancário relativamente às actividades que acontecem nas outras áreas.
Um caminho livre helicoidal é assim criado conduzindo os visitantes a partir do átrio com o café até os serviços públicos no primeiro andar. O layout interno do edifício e a circulação horizontal e vertical são projectados sobre as elevações. Eles enfatizam os distintos níveis desse caminho interno.
Foi dada uma especial importância à qualidade da luz natural e artificial, dependendo da função do espaço interno. No piso térreo, as aberturas de vidro de grandes dimensões são protegidas por lâminas de cimento e de madeira que permitem que a luz natural entre nos espaços interiores sem impedir o contacto óptico entre o interior e o exterior.
A transparência total a nível do solo entra em contraste com as perspectivas focadas das janelas do primeiro andar, penetrando nas paredes opacas e nas superfícies de translúcidas de U-glass.

 

 

Fonte: Architizer

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