Archive for the ‘ Escolha do Editor ’ Category

As Cores e as Suas Características

Podemos dizer que a luz é formada por diferentes cores que são traspostas para a vista humana a diferentes velocidades. Quando a luz atravessa um prisma esta divide-se nas suas variadas componentes, ou seja variadas cores. Um bom exemplo de como funciona este princípio é sem dúvida o arco-íris, funcionando as gotas de chuva como um prisma para a luz solar, esta divide-se e forma então as várias cores que podemos avistar no céu. 

A cor é luz onde não existe luz não existe cor… 

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Consegue viver sem embalagens?

Por aquilo que vou conseguindo observar a nível nacional,, a embalagem é dos poucos mercados que não se encontra minimamente em crise. Podemos comprovar isso facilmente através do prazos de execução da maioria das litografias instaladas em território nacional.

Não digo isto com qualquer sentido oculto, digo-o porque considero a embalagem de extrema importância para o quotidiano de qualquer cidadão, pois muito para além da importância económica, a embalagem faz parte da nossa forma de viver, e necessitamos delas da mesma forma que necessitamos de nos alimentar. Basta relembrar o alarido que foi quando algumas empresas de comércio a retalho se lembraram (e com razão) de cobrar um valor pelos sacos plásticos. Sim, embalagem não é só caixinha de cartão…

As embalagens não são apenas estética, hoje em dias as embalagens são pensadas de acordo com a sua usabilidade. Elas proporcionam-nos a protecção dos produtos, o seu acondicionamento, podem inclusive gerir a validade do seu conteúdo. Basta pensar-mos um pouco para ver a utilidade das mesmas.

Nesse sentido a Elipso, uma Associação francesa de Empresas de Embalagens flexíveis elaborou dois vídeos que nos mostram como seria o mundo se a embalagem não existisse. Vale pena pensar nisso.



Fiz ainda uma pequena pesquisa e encontrei mais este, mas não faço ideia a quem pertence o mesmo. Read more

Arte em lápis

Artista de peças microscópicas, Dalton Ghetti é o artista que fez estas obras que podem demorar até 2 anos e meio para ficarem prontas.

É carpinteiro e faz esse tipo de trabalho há 25 anos. Usa ferramentas simples como estilete, agulha e faca de esculpir e nunca vendeu nenhuma das peças. Apenas as oferece de presente a  amigos.

Esta vontade de esculpir em lápis surgiu de uma primeira tentativa de se desafiar a esculpir no menor tamanho possível…

Atualmente faz deste trabalho meditação e antes de começar um novo trabalho ele pensa: “Bem, este lápis vai quebrar eventualmente… Vamos ver o quanto ele dura”.

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Pintores e Obras “Salvador Dalí – A Persistência da Memória”

Pretendemos ao longo dos próximos meses apresentar vários artistas plásticos e as suas respectivas obras mais marcantes.

Salvador Domingo Felipe Jacinto Dalí i Domènech, 1º Marquês de Dalí de Púbol conhecido apenas como Salvador Dalí, foi um importante pintor catalão, conhecido pelo seu trabalho surrealista.

O trabalho de Dalí chama a atenção pela incrível combinação de imagens bizarras, oníricas, com excelente qualidade plástica. Dalí foi influenciado pelos mestres do Renascimento. O seu trabalho mais conhecido, “A Persistência da Memória”, foi concluído em 1931. Salvador Dalí teve também trabalhos artísticos no cinema, escultura, e fotografia. Ele colaborou com a Walt Disney na curta de animação, Destino, que foi lançado postumamente em 2003 e, ao lado de Alfred Hitchcock, no filme Spellbound. Também foi autor de poemas dentro da mesma linha surrealista.

Dalí insistiu na sua “linhagem árabe”, alegando que os seus antepassados eram descendentes de mouros que ocuparam o sul da Espanha por quase 800 anos (711 a 1492), e atribui a isso o seu amor por tudo o que é excessivo e dourado, a sua paixão pelo luxo e o seu amor oriental por roupas.

Tinha uma reconhecida tendência a atitudes e realizações extravagantes destinadas a chamar a atenção, o que por vezes aborrecia aqueles que apreciavam a sua arte. Esta forma excêntrica e teatral de viver tendia muitas vezes a eclipsar o seu trabalho artístico.

Em 1921, entrou para a escola de belas artes de São Fernando em Madrid, onde passado 5 anos é expulso, pois afirmava que ninguém era suficientemente competente para o avaliar .

Em 1929 Viaja para Paris e conhece Pablo Picasso, artista que muito o influenciou e que o levou a passado 1 ano a ingressar no movimento artístico conhecido como surrealismo.

A década de 1930 é a altura de maior produção artística de Dalí, onde se pode encontrar nas suas obras representações de imagens do quotidiano, onde predominam as cores vivas, a luminosidade e o brilho. Os trabalhos psicológicos de Freud influenciaram muito o artista neste período. É desta fase uma das suas obras mais conhecidas “A persistência da Memória”, que mostra um relógio a derreter.

Ao longo do resto da sua vida Dalí foi criando novos trabalhos artísticos que se foram distinguindo sempre por um estilo arrojado que não se encontrava em mais nenhum artista da época. O seu estilo peculiar e pormenorizado que encontramos em algumas das suas obras e todas as suas convicções artísticas, fez e faz dele um marco incontornável da história artística mundial.

Em 1982, depois da morte da sua esposa Gala, Dalí entra numa fase de grande tristeza e depressão. Parou de produzir e começou a recusar alimentar-se. Em 1984 tentou suicidar-se quando incendiou o seu quarto.

Dalí morre na cidade de Figueres em Espanha a 23 de Janeiro de 1989 de pneumonia e paragem cardíaca.

Esta semana é dedicada a Salvador Dalí e uma das suas obras mais marcantes “A Persistência da Memória”.

Segundo Dalí o nome da obra surge devido ao facto de dificilmente ser esquecida. As formas e as cores que compõem a obra ficam gravadas na memória mesmo daqueles que só a viram por uma vez. Read more

Como organizar as suas ideias!

Organizar as ideias de forma coerente e rápida, não é tão fácil quanto isso. Muitas vezes temos, como designers, não só dar forma a determinadas coisas, como também organizar e estruturar a informação que se recebe.

As informações sobre determinado projeto devem ser bem interpretadas, pois por vezes os nosso clientes têm muito poucas ideias acerca do produto que desejam ou necessitam. Na realidade, eles esperam que o criativo além de lhe apresentar uma solução de design, façam ainda uma análise do problema. Deve ter sempre em mente que o número de soluções possíveis são equivalentes ao número de designers existentes, ou seja, não existe necessariamente apenas uma solução para o problema, mas sim, imensas formas de solucionar o mesmo problema. Assim, a tarefa do designer é escolher a solução mais adequada para esse mesmo problema. Essa decisão não é nunca um processo subjectivo, mas sim, um processo objectivo que deve resultar de uma análise informada, crítica e coerente.

Pesquisa

A parte da pesquisa é normalmente a que exige despender de mais tempo. No entanto porém, não se deve perder na pesquisa, esta deve ser objectiva e sempre com o objectivo de criar um conceito o mais rapidamente possível. Após criar um ou mais conceitos diferentes deve-se preparar para a fase a seguinte.

Tendo então já delineados alguns conceitos diferentes o ideal é que estes mesmos conceitos deixem o quanto antes de serem ideias vagas e comecem a seu tempo a ganharem forma. Neste estádio o ideal é pegar numa folha branca e começar a rabiscar. Dê espaço à sua imaginação, não entre em detalhes com o que está a rabiscar, assim dessa forma, os desenhos, isentos de detalhes, deixam bastantes opções abertas.

Normalmente, se estas ideias nascerem no papel ao invés do monitor, torna-se muito mais fácil olhar para elas de forma critica e não de forma fixa e polida.

Crítica e Avaliação

Após conseguir criar algo mais ou menos concreto, você mesmo deve criticar positivamente o projeto. É muito importante que saiba como conviver com as críticas, digo isto, pois embora possa ser frustrante ver o seu trabalho por vezes ‘dissolvido’ em poucos segundos, a verdade é que a crítica é um contributo essencial para todo o processo criativo. Não trabalhe como um burro com duas palas ao lados dos olhos. Por vezes encontramo-nos tão perto da solução que bastaria apenas recuar um passo, olhar para o projeto de uma perspectiva diferente et voilá!

Não existem más ideias

Apenas uma nota final: Por vezes o designer é tentado a introduzir várias ideias num mesmo projecto. Julgo que não seria sequer necessário dizê-lo, mas isso é um erro tremendo. Seleccione apenas a ideia mais adequada para aquele projecto e lembre-se haverão sempre outros projectos nos quais poderá posteriormente incluir essas ideias. Não menos importante ainda é salientar o seguinte: Na empresa onde trabalho vejo por vezes imensas ideias, umas boas que se tornam más e outras más que se tornam boas. O que quero eu dizer com isto é simples: Nem sempre o mais importante é a ideia, por vezes (normalmente) o mais importante é a forma como a mesma é executada.

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