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Grandes Marcas – NIKON

Máquinas fotográficas, lentes, flashes, filtros, binóculos, microscópios e instrumentos de medida, este é o UNIVERSO NIKON. Quando o assunto é imagem e óptica, a empresa nipónica NIKON é uma referência no desenvolvimento de produtos que proporcionem a máxima qualidade diante do olho humano.

 

A história
A história da NIKON começou no dia 25 de julho de 1917 na cidade de Tóquio, quando três das maiores empresas produtoras de sistemas  ópticos se fundiram para formar a Nippon Kogahu K?gy? Kabushikigaisha (Corporação de indústrias ópticas japonesas).

Na época, muitos técnicos alemães foram levados para desenvolver as áreas de pesquisa e desenvolvimento. No ano seguinte, teve início a produção de binóculos, além da realização de pesquisas nessa área. Em 1921 foi introduzido no mercado a prisma binocular pequena chamada de Mikron 4x ou 6x. Quatro anos depois introduziu o microscópio JOICO. O nome Nikkor foi adoptado como marca para as lentes fotográficas objectivas produzidas pela empresa em 1932.

Depois vieram os telescópios e equipamentos de medidas.

 

 

Durante a Segunda Guerra Mundial a produção da empresa foi paralisada, voltando em 1945, quando já produzia máquinas fotográficas, microscópios, binóculos, lentes oftalmológicas, equipamentos de vigilância e instrumentos de precisão e medida.

O nome NIKON foi adoptado oficialmente no ano de 1946 para uma linha de pequenas máquinas de 35mm com lentes destacáveis e permutáveis produzidas pela empresa. O nome derivou da fusão de Nippon K?gaku (“óptica japonesa”) e Ikon das famosas lentes fotográficas Zeiss. No ano seguinte foi lançada no mercado a Nikon I, primeira câmera fotográfica a levar oficialmente a marca NIKON.

 

 

Em 1950 o jornal The New York Times, fez uma reportagem demonstrando a superioridade tecnológica das máquinas NIKON, apresentando oficialmente o produto para o público americano e fazendo com que a marca se tornasse sinónimo de excelência no seu segmento.Dois anos depois, em 1952, a empresa criou o Nikkor Club tendo como principal objectivo promover a cultura fotográfica. Em 1959,  foi introduzida a Nikon F, primeira máquina da empresa com SLR (single-lens-reflex), que dominou o mercado por quase 15 anos e rapidamente transformou-se na preferida de fotógrafos profissionais e amadores mais exigentes.

 

A NIKON continuou com a saga de sucesso da NIKON F com muitos outros produtos populares e aclamados pela crítica, como máquinas compactas, cameras subaquáticas Nikonos (introduzidas no mercado em 1963) e SLRs manuais e de focagem automática.

Na década de 60 e 70, as máquinas, principalmente as da série F, foram largamente adoptadas por muitos profissionais da área de fotojornalismo.

Em 1983, a empresa lançou a primeira camera compacta com foco automático.

O nome da empresa foi trocado para Nikon Corporation em 1988.

A Nikonos RS, primeira camera a prova d’água com foco automático foi introduzida no mercado em 1992. Outra novidade foi a linha de cameras digitais com preços acessíveis chamada Coolpix 100, introduzida em 1997. Durante esta década a empresa desenvolveu tecnologia de ponta, sendo apontada pelos grandes fotógrafos como uma das marcas preferidas na arte de fotografar. O universo das máquinas digitais SLR na história da NIKON começou com a D1, lançada oficialmente em 15 de Junho de 1999, mas só com o aparecimento dos modelos mais acessíveis como as D50, D40 e D70, assistimos a uma massificação deste formato de máquina. Nos últimos anos, acompanhando a evolução das cameras digitais, a NIKON não ficou parada e manteve a reconhecida qualidade dos seus produtos tanto no segmento de máquinas para uso doméstico como as voltadas para o mercado profissional com os modernos modelos SLR.

O marketing
Desde 1969 a marca é responsável pela organização do Nikon Photo Contest International, concurso que reúne fotógrafos de todo o mundo (profissionais e amadores) promovendo a expansão e enriquecimento da cultura fotográfica, assim como o posicionamento e o conceito da NIKON. O concurso, que a cada ano tem um tema específico, atrai anualmente mais de 280.000 fotógrafos de 102 países diferentes, produzindo uma média de 1.19 milhões de fotografias.

 

 

A evolução visual
A nova imagem corporativa da marca NIKON
foi introduzida em 2003, com uma pequena modificação de seu logótipo. A tradicional cor amarela e a tipologia da letra foram mantidas, mas o logótipo ganhou traços brancos.

 

 

Os slogans
At the heart of the image. (2003)
If the picture matters, the camera matters.
The trusted name in Optics.

 

 

Dados corporativos

? Origem: Japão
? Fundada em: 25 de julho de 1917
? Fundador: Três dos maiores fabricantes ópticas japonesas
? Sede mundial: Tóquio, Japão
? Proprietário da marca: Nikon Corporation
? Capital aberto: Sim
? CEO & Presidente: Michio Karyia
? Facturação: US$ 8.79 biliões (2008)
? Lucro: US$ 280.6 milhões (2008)
? Valor de mercado: US$ 5.6 biliões (maio/2009)
? Fábricas: 19
? Presença global: 100 países
? Funcionários: 23.759
? Segmento: Óptico
? Principais produtos: Máquinas fotográficas e acessórios, lentes, binóculos
? Slogan: At the heart of the image.
? Website: www.nikon.com

 

A marca no mundo
A NIKON vende os seus produtos em mais de 100 países do mundo. A empresa ficou conhecida pelos seus produtos direccionados para área de imagem, que correspondem a quase 60% das suas vendas, tendo no seu portfólio também equipamentos de precisão.

 

Você sabia?
? A marca é pronunciada de várias formas no mundo, no Japão, pronuncia-se “nikon”, nos Estados Unidos pronuncia-se “naikon”

 

 

As fontes: as informações foram retiradas e compiladas do site oficial da empresa (em várias línguas), revistas (Fortune, Forbes, Newsweek, BusinessWeek e Time), sites especializados em Marketing e Branding (BrandChannel e Interbrand), Wikipedia (informações devidamente verificadas) e sites financeiros (Google Finance, Yahoo Finance e Hoovers).

Como Funciona o Mercado Bolsista – Simplificado

Numa altura em que nos deparamos com sérias dificuldades quer a nível financeiro quer a nível de motivação pessoal e empresarial para o investimento, aqui deixamos uma explicação muito simplificada da forma como funciona o mercado bolsista. Esperamos ajudar os iniciantes e  potenciais investidores na bolsa  que desconhecem o seu funcionamento e que pretendem desafiar esta crise…

Pegando em valores baixos para uma mais simples compreensão, imaginamos que um empresário tem uma empresa no valor de 100 euros e como forma de tentar ganhar algum dinheiro coloca 25% do valor da empresa na bolsa. Lança na bolsa 25 acções de 1 euro e os investidores compram, nesta fase o dono da empresa ganha 25 euros. Apesar de não haver mais acções disponíveis e ainda existirem pessoas interessadas em comprar acções da empresa, o preço das acções começa a subir e agora as acções já valem 1.5 euros. Um investidor interessado em ganhar dinheiro decide vender uma acção e ganha 50 cêntimos.

Entretanto a empresa começa a ter problemas e os investidores começam todos a querer vender as acções enquanto ainda valem alguma coisa, começa a haver muita gente a querer vender e poucas a querem comprar e os preços das acções baixam. As ações ficam a valer 75 cêntimos.

Desta forma quem comprou acções a 1 euro e as conseguiu vender acima desse valor, foi um felizardo que ganhou dinheiro. Quem as comprou a 1 euro e as vendeu abaixo desse valor perdeu dinheiro.

Entretanto a empresa para ultrapassar a crise decide colocar mais 30 ações na bolsa, que são compradas pelo valor de 75 cêntimos cada. O dono da empresa continua a mandar na empresa já que tem 45% da empresa, enquanto os restantes 55% da empresa estão distribuídos por várias pessoas.

Imaginando que um empresário que se encontra de boa saúde financeira faz um O.P.A. e oferece 2 euros por casa acção, toda a gente lhe vende as acções e ele fica a mandar na empresa com 55%.

E é assim que de uma forma muito simplificada funciona o mercado bolsista.

Aulas de Golf

Para cativar a atenção dos golfistas a Golf Digest, uma revista de golf, criou uma campanha que consistiu em colocar uma bola de golfe colada nos vidros de centenas de carros luxuosos durante o Dubai Desert Classic, o maior evento de desporto nos Emirados Árabes.

O objetivo com esta campanha era mostrar ao público-alvo (jogadores de golfe) que podem sempre melhorar e que a Golf Digest podia-os ajudar.

Sem dúvida que esta campanha está muito chamativa e que não escapou aos olhares dos donos dos carros. Aliás, para alguns deve ter sido um grande choque! Imagine chegar à beira do seu querido carro, no qual investiu muito dinheiro (carros luxuosos) e tem um vidro partido, ainda com a bola lá pendurada.

Como não podia deixar de ser, a campanha resultou lindamente! E conseguiu gerar um aumento de 200% nas vendas.


fonte: marketingdahora

A importância da mascote numa marca

 

O objectivo da mascote é criar empatia com o consumidor, gerar junto ao público-alvo uma identificação baseada no binómio fundamental da propaganda “querer ter/querer ser” mostrando a missão, filosofia e valores da empresa só com a sua imagem (por isso normalmente possui as cores que identificam aquela empresa). Deve apresentar claramente o perfil e visão da empresa.

O público-alvo mais importante a se ter em conta é o das crianças (4-14 anos) pois ao longo dos tempos tem-se mostrado uma população fortemente influenciadora nas decisões de compra, devido, principalmente, ao actual relacionamento entre a criança e a sua família, oferecendo assim a oportunidade de um novo poder.

O principal objectivo da vinculação de uma personagem à uma marca ou produto é humanizá-los e gerar, junto ao público-alvo, uma identificação direta. O mascote é nada mais que um interlocutor entre a marca e o consumidor, é o porta-voz do produto.

Podem assumir várias formas de representação (humana, animal, extraterrestre, do produto, etc.). No entanto a forma mais inteligível para a criança é sem dúvida a representação animal. E podem ser utilizados em diferentes aplicações, como em embalagens, publicidade e ou promoções.

O poder destes ícones está essencialmente na capacidade de personificação das marcas e dos produtos, que deixam de ser abstractos e passam a conseguir refletir os seus benefícios, refletindo uma maior interação com o público-alvo de uma relação emocional com a marca.

Um exemplo que marcou o mercado mundial foi o Bibendum (do latim beber), o Bib, mascote da Michelin. A sua forma foi inspirada numa pilha de pneus, desenvolvida pelo desenhista O’Galop, e o seu nome surgiu de uma frase proferida por André Michelin em 1893 durante uma palestra na Conferência da Sociedade dos Engenheiros Civis: “O pneu bebe o obstáculo”. Mais de cem anos já se passaram e Bib continua a representar a Michelin com o seu carisma e bom humor. No ano 2000 foi eleito pelo jornal Financial Times e pela revista Report On Business como o melhor logótipo do mundo.

Todos eles foram desenvolvidos com o objectivo de aproximar o produto/empresa dos seus consumidores, criar uma identificação, preconizar o uso das suas marcas. E em todos eles conseguimos identificar duas características básicas: o perfil do consumidor e o principal atributo do produto.

Com a expansão do mercado publicitário e da indústria de desenhos animados, o caminho da personagem que representa um produto inverteu-se. Ao contrário do que acontecia até meados da década de 80, onde se desenvolvia um personagem para vender a marca, hoje pega-se numa personagem já estabelecida na cabeça do consumidor e agrega-se esta personagem como um valor da marca.

Fontes: criamedia / ifd / carlossighieri | imagens: inglesnosupermercado / goodlogo / maggiesnotebook / nesquik

O primeiro Banner

O primeiro banner foi lançado em Outubro de 1994. Quem diria? Apenas 16 anos. E que grande evolução que tem sido desde então. Tratava-se de uma caixinha com 468 x 60 px que apelava a que se clicasse nela. “Have you ever clicked your mouse right here? You will”. Tão simples quanto isto: Alguma vez clicou com o rato aqui? Vai clicar!

A pioneira da publicidade online foi a Prodigy, uma empresa que pertencia à IBM e à Sears na época. A Prodigy usou a publicidade online pela primeira vez para promover produtos da Sears na década de 1980. Outros se seguiram a ela, incluindo a AOL, uma das concorrentes diretas da Prodigy.

A HotWired foi o primeiro website criado para vender anúncios de banner em grandes quantidades para uma ampla gama de grandes anunciantes corporativos: MCI, Volvo, ClubeMed, 1-800 Colect, AT&T e Zima. O primeiro banner vendido pela HotWired foi pago por AT&t e foi colocado online em 27 de Outubro de 1994. 

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