Archive for the ‘ Marketing Político ’ Category

Dar Voz aos sem Voz

Com o objetivo de divulgar e promover a liberdade nos países com uma ditadura dos media, o jornal ‘O Zimbabué’ em colaboração com a TBWA África do Sul, lançou uma campanha publicitária intitulada com o nome de ‘Dê-se voz aos sem voz’. A finalidade desta ?campanha publicitária é desafiar os habitantes Sul-Africanos. Acho que atualmente e em todas as áreas as pessoas devem ter uma noção da sua responsabilidade social. Neste caso, a área publicitária e de Marketing, é de extrema relevância e importância aproveitar esse meio de expressão para captar a atenção das pessoas para problemas sociais, culturais, etc.

Como explica no site da campanha (The Zimbabwean) ‘ Nos dias de hoje, as pessoas têm o poder de alterar o destino nacional, como se tem visto por todo o Mundo. Enquanto o sofrimento e incerteza continuam a atormentar o cidadão comum, é nosso dever dar voz aos sem voz, contar as suas histórias e o contexto em que acontecem.

Em seguida apresentamos algumas imagens da campanha. Observem!

Fonte: fubiz

 

Prémios Design Meios & Publicidade de regresso

“Vamos, pelo segundo ano consecutivo, premiar o melhor design nacional. Para além das 23 categorias a concurso no ano passado, repartidas pela área de design gráfico geral, webdesign e design editorial, na segunda edição dos Prémios de Design Meios & Publicidade vamos premiar também as melhores aplicações para iPad e iPhone.

No ano passado, na apresentação dos prémios, dissemos que para que estes prémios fizessem sentido, para que os vencedores se pudessem orgulhar de os receber, existiam duas condições imprescindíveis: que os trabalhos inscritos fossem representativos do melhor que se faz no mercado e que o júri fosse composto por profissionais de méritos reconhecidos.

No que toca à segunda questão, mais uma vez os nomes falam por si: Hélder Pombinho (Brandia Central), Paulo Rocha (Ivity Brand Corp), Paulo Campos Costa (EDP), Pedro Patrício (Wiz Interactive) e Sónia Matos (Público) estão encarregues de avaliar os trabalhos a concurso (cabendo ao M&P o papel de escolher o trabalho vencedor apenas em caso de empate). Quanto à primeira, no ano passado ficámos muito próximo dos 400 trabalhos inscritos, número que gostávamos de superar este ano.

As inscrições terminam no dia 18 de Fevereiro.

Carla Borges Ferreira

Directora do Meios&Publicidade”

in premiosdesign.meiosepublicidade

Compilação dos artigos relativos às legislativas de 1995

A pedido de alguns Estudantes do curso de Imagem,  comunicação e Marketing, resolvi compilar os 4 post’s publicados sobre a análise dos outdoors das Legislativas de 1995.

OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM  DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO(CDS/PP)

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Eleições Legislativas: 1995 > Outdoors: CDS/PP

Partido Popular, (CDS/PP) “A VELHA MAIORIA / A NOVA MAIORIA”; “VAMOS DAR LUGAR A PORTUGAL

AO LONGO DAS PRÓXIMAS SEMANAS CONVIDO OS SEGUIDORES DESTE BLOGUE A RECORDAREM OS OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO (CDS/PP)

Alternativa – Um estudo qualitativo realizado em junho de 1995 apontara aos responsáveis do marketing eleitoral do Partido Popular (PP) os temas e os escalões de maior e menor importância em que deviam apostar. A afirmação da sua diferença passava, essencialmente, por reafirmar as suas posições radicais sobre a Europa, o que, indo de encontro a alguns sectores da população, o destacava claramente dos demais partidos. Por outro lado, pretendia arrecadar parte dos votos que se acreditava irem fugir ao PSD, necessitavam de atacar directamente o PS, negando-lhe a posição de alternativa real. O briefing foi dado a especialistas da EPG TWA.

Em resultado, desenvolveu-se o polémico anúncio «Portugal vende-se» e este aqui apresentado, que, usando o velho símbolo do tacho, ataca directamente a assinatura do PS.

Apesar das considerações éticas levantadas por muitos, a sua eficácia foi inegável. O posicionamento estava conseguido.Em termos de Layout o outdoor apresentava um fundo amarelo e um filete azul com o pack shot: «vamos dar lugar a Portugal / partido Popular». Sobre o fundo amarelo estavam colocados dois tachos o da esquerda com o slogan: «a velha maioria», fazendo referência ao PSD e ao desgaste que sofrera nos anos de governação, e no lado direito outro tacho com melhor aspecto e o slogan: «a nova maioria», anulando desde logo a assinatura do PS que tinha como slogan: “a nova maioria é nossa». É de salientar a facto de o tacho que representa «a nova maioria», estar colocado do lado direito, tendo como função anular por completo as pretensões que o PS tinha de conquistar votos à direita e à massa flutuante que outrora votara no PSD.

Eleições Legislativas: 1995 > Outdoors: CDU

Coligação Democrática Unitária, (CDU) “A ESQUERDA NECESSÁRIA”

AO LONGO DAS PRÓXIMAS SEMANAS CONVIDO OS SEGUIDORES DESTE BLOGUE A RECORDAREM OS OUTDORS UTILIZADOS NAS ELEIÇÕES LEGISLATIVAS DE 1995

AINDA SE LEMBRAM DOS CANDIDATOS?

NÃO!!!!

ANTÓNIO GUTERRES (PS); FERNANDO NOGUEIRA (PSD); CARLOS CARVALHAS (CDU); MANUEL MONTEIRO (CDS/PP)

Suavização – O gabinete de propaganda do Partido Comunista Português (PCP) enfrentava, nestas eleições a tarefa árdua de reposicionar o partido, definitivamente num período pós-queda do muro de Berlim.

Continuando a secundarizar a sua denominação (PCP) sob o nome de uma coligação (CDU), os comunistas precisavam de afirmar o seu «novo» líder, posicionando-se como «a verdadeira esquerda». Porém, é gritante a suavização da imagem revolucionária de cariz operário que o partido sempre assumiu.

Carlos Carvalhas, aparece de fato e gravata e bem podia ser um «capitalista», o vermelho mostra-se timidamente no fundo da assinatura (única afirmação mais revolucionária, mas demasiado quotidiana para surgir como radical) e a própria foice e martelo vem a preto sobre o branco.

Esta foto tem a vantagem de possibilitar a comparação entre o tom actual da comunicação e, em fundo, as famosas pinturas murais de épocas mais revolucionárias. Repare-se também nas suas semelhanças com o design do outdoor de Fernando Nogueira (e nas diferenças, claro: um está colocado à esquerda e o outro á direita; um olha amigavelmente nos olhos o outro mira seriamente o infinito).

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