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	<title>maisnet &#124; media solutions &#187; Gestão de Clientes</title>
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		<title>Ser comercial num mercado competitivo</title>
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		<pubDate>Thu, 18 Aug 2011 07:50:07 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isabel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Um bom comercial tem de oferecer a melhor proposta ao seu cliente ou então ter um grande trunfo na manga! Ao fazer uma pesquisa para o meu post de hoje deparei-me com este vídeo, que para além de cómico, dá para tirar uma boa lição. E quase que se pode fazer uma comparação com o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Um bom comercial tem de oferecer a melhor proposta ao seu cliente ou então ter um grande trunfo na manga!</p>
<p style="text-align: justify;">Ao fazer uma pesquisa para o meu post de hoje deparei-me com este vídeo, que para além de cómico, dá para tirar uma boa lição. E quase que se pode fazer uma comparação com o mundo competitivo em que vivemos.</p>
<p style="text-align: justify;">Numa altura de crise como a que atravessámos, um comercial de qualquer que seja a empresa, ou é muito bom ou então tem grandes dificuldades em arranjar clientes. E para ser um bom comercial tem de conseguir apresentar bons motivos ao possível cliente para o conseguir convencer. E isso é mostrado no vídeo através das várias tentativas de ambas as personagens (que vão desde uma amostra de cenoura até ao absurdo de uma cenoura gigante) para convencer o coelho.</p>
<p style="text-align: justify;">Depois, temos de saber quando é a altura de desistir e admitir que não se está à altura. Evitar criar guerras/conflitos com a concorrência. Porque senão deixamos de prestar a atenção devida ao cliente e aparece uma outra empresa e num piscar de olhos rouba-nos o cliente e nós nem damos conta.</p>
<p style="text-align: justify;">Em suma: competição só é saudável até um certo limite! E muito importante, prestar sempre atenção ao cliente. Assim como um comercial vai bater à porta de uma empresa, também muitas outras fazem o mesmo. E basta alguém apresentar uma solução/proposta melhor para que se corra o risco de perder o cliente.</p>

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		<title>Como estabelecer uma identidade nas Marcas</title>
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		<pubDate>Mon, 25 Jul 2011 14:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada vez mais é necessário que as empresas criem uma marca e que essa marca se distinga e as distinga da concorrência. Uma marca demora bastante tempo a ser criada, mas se for feita de forma eficaz, é um processo que vale bem todo o esforço encetado. A marca nada mais é que a imagem [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Cada vez mais é necessário que as empresas criem uma marca e que essa marca se distinga e as distinga da concorrência. Uma marca demora bastante tempo a ser criada, mas se for feita de forma eficaz, é um processo que vale bem todo o esforço encetado.</p>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="marca" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/marca.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13780" title="marca" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/marca-570x427.jpg" alt="" width="570" height="427" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A marca nada mais é que a imagem pública da empresa, dos seus produtos, dos seus serviços&#8230; a marca é em suma a reputação da empresa, o seu valor acrescentado. Uma marca aliás, pode, se criada de forma consistente, determinar a percepção dos consumidores e suas expectativas. Uma marca para ter sucesso tem de incorporar a personalidade e valores dos colaboradores da sua empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">O objectivo de uma estratégia credível na identidade de uma marca é desenvolver de forma clara e criativa mensagens consistentes e de fácil memorização e enquadramento. Uma boa marca não comunica apenas com os seus atuais clientes, uma boa marca é capaz, através das suas mensagens, de comunicar com diferentes públicos, nos quais se devem incluir, obviamente, os clientes atuais, os potenciais e aqueles que têm uma ideia errada ou negativa da empresa.</p>
<p style="text-align: justify;">Agora, convém ter em conta que estas mensagens têm de ser criativas, mas simples, concisas e diretas.</p>
<h2 style="text-align: justify;">1.ª fase: Criar um logótipo</h2>
<p style="text-align: justify;"><img class="alignnone" title="Conceitos Diferentes" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2010/05/figura41.jpg" alt="" width="570" height="256" /></p>
<p style="text-align: justify;">&nbsp;</p>
<p style="text-align: justify;">Algo que é crucial na criação de uma marca é a existente de um elemento gráfico, de um <a href="http://www.maisnet.net/2011/04/dicas-para-um-logotipo-funcional/" target="_blank">logótipo forte</a>. Mas, é importante lembrar que o logótipo não é a marca em si, ele apenas simboliza visualmente os valores da marca e, pode servir de ponte emocional com o produto.<span id="more-13777"></span>Assim, o <a href="http://www.maisnet.net/2010/05/logotipo/" target="_blank">logótipo</a> de estar correctamente integrado em todos os elementos comunicativos, quer sejam brochuras, quer seja uma comunicação interna, quer seja um e-mail&#8230; todos os elementos comunicativos, é realmente todos. Basta verem casos como a Nike, ou como a McDonalds, em que a presença do &#8216;visto&#8217; e dos &#8216;arcos&#8217; é uma constante&#8230; Podemos então concluir que a presença do <a href="http://www.maisnet.net/2011/03/logotipo-2/" target="_blank">logótipo</a> acompanhado de uma aparência estética organizada e visualmente atraente, é vital na construção de uma marca credível.</p>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="edp-feliz" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/edp-feliz1.jpg"><img class="alignright size-full wp-image-13787" title="edp-feliz" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/edp-feliz1.jpg" alt="" width="250" height="163" /></a>Uma regra muito importante é que o <a href="http://www.maisnet.net/2011/03/logotipo-com-mascote/" target="_blank">logótipo deve conseguir comunicar</a> por si só. Um bom logótipo não carece de uma explicação plausível. A Apple não vende maças e todos sabemos como é o seu <a href="http://www.maisnet.net/2010/09/logotipo-brincar-com-as-letras/" target="_blank">logótipo</a>. Casos como os referidos anteriormente devem servir como exemplo a quando da <a href="http://www.maisnet.net/2010/01/nove-sugestoes-para-criar-logotipos/" target="_blank">criação do logótipo</a>. No exemplo em cima, pegamos num logótipo praticamente desconhecido em que se apostou na simbologia da folha para estabelecer a comunicação emocional com o cliente. Se pegarmos por exemplo no logótipo da edp, teríamos o sorriso a estabelecer essa mesma comunicação. Aliás, pegando ainda neste exemplo se consegue demonstrar o quanto vale uma marca. O logótipo do Feliz é mais antigo que o da Edp e, embora a meu ver um seja cópia do outro, a verdade é que o consumidor comum apenas conhece, ou pelo menos identifica melhor o logótipo da Edp, os seus valores e o que a empresa faz, do que o Feliz. Se uma marca for realmente eficaz ela tornar-se-á muito mais que uma marca, ela tornar-se-á o verbo, o produto, a causa. Por exemplo: o passáro azul do Twitter, tornou-se tão bem sucedido que uma pessoa quando diz a alguém que vais escrever algo no twitter, diz que vai &#8216;twittar&#8217; algo, ou então no caso das máquinas de barbear manuais, às quais imediatamente apelidamos de &#8216;giletes&#8217; <em>(Gillette)</em>, ou ainda aquela papinha para bébés a que chamamos de céralac <em>(Cerelac da Nestlé)</em>, outros exemplos existem em que a marca passa a definir o tipo de produto. <a href="http://www.maisnet.net/2010/11/a-cidade-do-capitalismo/" target="_blank">Marcas com fortes identidades visuais</a> ajudam a que isto se torne uma realidade.</p>
<h2 style="text-align: justify;">2.ª fase: Investigar a identidade da Marca</h2>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="modelo" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/modelo.jpg"><img class="size-full wp-image-13796 alignnone" title="modelo" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/modelo.jpg" alt="" width="570" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">A parte complicada hoje em dia não é a de encontrar que lhe <a href="http://www.maisnet.net/2011/05/a-criacao-nos-logotipos/" target="_blank">crie o logótipo</a>. É realmente fácil encontrar e contratar um <a href="http://www.maisnet.net/2011/04/design-grafico/" target="_blank">designer gráfico</a> para o ajudar na criação da sua marca. O problema é o tempo que é necessário para delinear um projeto credível, caso contrário, todo o tempo, dinheiro e energia dispendida na criação do logótipo será em vão.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar devemos começar por estabelecer uma análise SWOT exaustiva. Ao avaliarmos as Forças, Fraquezas, Oportunidades e Ameaças para a empresa, podemos prever onde encontraremos sucesso e corrigir eventuais fracassos.</p>
<p style="text-align: justify;">Quando necessário, deve-se fazer uma revisão completa do negócio e tentar descobrir qual o produto ou serviço que o torna diferente da concorrência. Além disso, considere o seu público-alvo, quais as suas principais preocupações e como a sua empresa os pode ajudar. Durante a chuva de ideias <em>(brainstorming)</em> evite rejeitar ideias, independentemente de lhe parecerem estúpidas, absurdas e sem cabimento, pois muitas vezes é através dessas ideias fora de contexto que surge por vezes as melhores soluções.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim, tente reduzir essa listagem apenas às três melhores ideias e junte um pequeno grupo para avaliar essas mesmas ideias. Tenha em conta as suas reações, percepções e concepções, bem como as conotações que lhe possam atribuir, sentimentos, enfim, tenha em conta todas as opiniões em geral. Este grupo deve ter elementos de diferentes áreas: pessoas da sua área, clientes e elementos que nada têm a ver consigo.</p>
<h2 style="text-align: justify;">3.ª fase: Construir uma estratégia de marca</h2>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="questoes" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/questoes.jpg"><img class="size-full wp-image-13800 alignnone" title="questoes" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/questoes.jpg" alt="" width="570" height="285" /></a></p>
<p style="text-align: justify;">Não tenha medo dos comentários negativos&#8230; eles existem, infelizmente erros acontecem, o importante é que os vejamos, os consideremos e desenvolvamos uma estratégia de marca que os tenha em conta. Os erros e os comentários negativos, ajudam-nos a crescer. O ideal é fazer uma listagem (sim, mais uma&#8230;) das opiniões públicas correntes e em seguida, sentar-se à mesa com os seus colaboradores e olhar criticamente para essas opiniões. Tem de se conseguir olhar com distanciamento para essas opiniões e descobrir como essas opiniões (crenças por vezes) podem ser reposicionadas.</p>
<p style="text-align: justify;">Um exemplo prático são as máquinas de filme 35mm. Foram um sucesso, depois passaram para algo ultrapassado e hoje foram reposicionadas, sendo vistas como algo intemporal. Pense nos seus produtos da mesma forma, pense nas opiniões dos seus clientes de igual forma. Existe sempre um ponto positivo no qual nos podemos agarrar para inverter a situação e melhorar o sentimento que as pessoas têm da nossa marca, do nosso produto.</p>
<p style="text-align: justify;">Algo muito importante ao criar uma estratégia de marca é definir regras. Regras básicas de funcionamento e depois, com base nessas mesmas regras, se apresentar ao mercado. Recorde-se que é importante que os clientes sintam que são todos tratados de igual forma, que existem regras que são aplicadas a todos os seus clientes. Claro que é conveniente dividir os seus clientes em pelo menos três tipos de importância e ter isso em conta aquando da criação de regras.</p>
<p style="text-align: justify;">Voltando às opiniões. Após ouvir todas as opiniões defina e declare a posição da sua marca. Não mais que dois parágrafos. Esta declaração descritiva deve incorporar todos os valores da empresa, e é a partir dessa declaração que a sua empresa comunica todo o negócio a uma só e única voz.</p>
<p style="text-align: justify;">Feitos isto, podemos começar a desenvolver elementos gráficos e textuais. Estes elementos devem, tal como a declaração atrás referida, reflectir toda a personalidade e valores da marca, bem como coincidir com o interesse e estilo de vida do seu público-alvo. Afinal, eles são a causa da sua existência. Por exemplo, se se tratar de uma empresa jogos radicais, esta quer um público jovem, atlético e dinâmico, logo as suas mensagens devem criar um ambiente lúdico e capaz de o libertar do dia a dia; Por outro lado, se se tratar de uma empresa de seguros, esta necessita construir uma marca muito mais moderada de forma a conseguir passar uma mensagem e imagem de confiança aos seus potenciais clientes.</p>
<h2 style="text-align: justify;">4.ª fase: Não esqueça o seu slogan</h2>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="slogan2" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/slogan2.jpg"><img class="alignleft size-full wp-image-13804" title="slogan2" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/slogan2.jpg" alt="" width="345" height="345" /></a>Deve criar um slogan (frase, lema, grito de guerra) capaz de definir o seu negócio. Quando os clientes lerem ou ouvirem aquele slogan devem pensar imediatamente na empresa associada. Por exemplo quando alguém diz <strong><em>&#8220;Tou xim! É pra mim&#8221;</em></strong> rapidamente associo à extinta telecel, ou então a Antena1 através de <strong><em>&#8220;a rádio que liga Portugal&#8221;</em></strong> ou porque não a RTP2 com o seu <em><strong>&#8220;quem vê, quer ver&#8221;.</strong></em></p>
<p style="text-align: justify;">O importante é que o slogan seja simples e de fácil memorização. Além disso, o slogan também tem de ser curto de forma a caber junto com o logótipo.</p>
<p style="text-align: justify;">Por fim e para terminar&#8230; mas não menos importante. É importante que todos os colaboradores da empresa se vejam como parte integrante dessa empresa, como uma família. Cada elemento da empresa, <a href="http://www.maisnet.net/2011/04/a-importancia-da-mascote-numa-marca/" target="_blank">representa a própria empresa</a> e é como que um embaixador da sua marca.</p>
<p style="text-align: justify;">Não esqueça isso&#8230; é o mais importante!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>fonte: Este artigo teve como base de inspiração uma pesquisa de <a href="http://justcreativedesign.com" target="_blank">Jacob Cass</a></em>.</p>
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		<title>Nova marca EDP em exposição no Louvre</title>
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		<pubDate>Thu, 07 Jul 2011 13:35:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[De acordo com vários jornais Stefan Sagmeister foi convidado pelo Museu de Louvre para fazer uma exposição sobre marcas.   Stefan Sagmeister  escolheu para apresentação na exposição do Louvre a nova marca da EDP, o que segundo o director de marca e comunicação da EDP ( Paulo Campos Costa), é a primeira vez que uma [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">De acordo com vários jornais <a href="http://www.sagmeister.com" target="_blank">Stefan Sagmeister</a> foi convidado pelo Museu de <a href="http://www.louvre.fr" target="_blank">Louvre</a> para fazer uma exposição sobre marcas.   Stefan Sagmeister  escolheu para apresentação na exposição do Louvre a<a href="http://www.maisnet.net/2011/07/novo-logotipo-edp/" target="_blank"> nova marca da EDP</a>, o que segundo o director de marca e comunicação da EDP ( Paulo Campos Costa), é a primeira vez que uma marca Portuguesa é exposta no Louvre. Obviamente que isso é muito bom , quer para a EDP, quer para Portugal.</p>
<div class="wp-caption aligncenter" style="width: 410px"><img title="Nova marca EDP em exposição no Louvre" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/07/edp_2011.jpg" alt="Nova marca EDP em exposição no Louvre" width="400" height="326" /><p class="wp-caption-text">Nova marca EDP em exposição no Louvre</p></div>
<p style="text-align: justify;">Está prevista que esta exposição abra ao público no próximo mês de Setembro.</p>
<p style="text-align: justify;">De recordar que na passada sexta feira (dia 01 de Julho), o grupo EDP apresentou a sua <a href="http://www.maisnet.net/2011/07/novo-logotipo-edp/" target="_blank">nova imagem</a>, imagem essa criada pelo designer  Stefan Sagmeister, que, entre outros trabalhos é também o responsável pela criação da  capa do álbum <a href="http://www.sagmeister.com/taxonomy/term/19#/node/10" target="_blank">Bridges to Babylon</a>, dos <a href="http://www.rollingstones.com/" target="_blank">Rolling Stones</a> em 1997, bem como de alguns trabalhos para a Levi&#8217;s ou por exemplo o logótipo da <a href="http://www.sagmeister.com/work/all#/node/192" target="_blank">Casa da Música</a>, no Porto, entre muitos outros.</p>
<p style="text-align: justify;"><a href="http://vivaanossaenergia.com" target="_blank">Viva a nossa energia</a> é igualmente a assinatura de comunicação da EDP, assinatura essa que traduz o posicionamento da marca centrada no consumidor, destacando para ele um papel mais activo e consciente no sector da energia, quer seja na adopção de práticas com menos impacto ambiental, quer através da crescente tendência do consumidor-produtor, como já acontece através das energias eólica e solar.</p>
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		<title>Adwords, o que é?</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 12:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[AdWords é um serviço da Google que consiste em colocar anúncios sob a forma de links. É uma forma de se conseguir fazer publicidade  altamente segmentada e com bastante retorno, pois é baseada em sistemas transparentes que transmitem confiança ao anunciante, oferecendo-lhe além de um retorno quase garantido, a certeza de que gasta apenas o [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>AdWords é um serviço da Google que consiste em colocar anúncios sob a forma de links. É uma forma de se conseguir fazer publicidade  altamente segmentada e com bastante retorno, pois é baseada em sistemas transparentes que transmitem confiança ao anunciante, oferecendo-lhe além de um retorno quase garantido, a certeza de que gasta apenas o valor necessário para atingir o seu público alvo. Os sistemas usados pela empresa são o de custo por clique (CPC), custo por impressões (CPM) ou de custo por ação (CPA) independentemente de qual seja o seu orçamento. Estes anúncios podem ser exibidos juntamente com os resultados de pesquisa do motor de busca da empresa, como em outros sites filiados como é o caso do nosso blogue.</p>
<p>É sem dúvida muito mais vantajoso investir neste meio de publicidade verdadeiramente segmentado, que, por exemplo, em revistas ou spots de rádio, que além de ser bastante mais dispendiosos, abrangem um público muito mais vasto e claramente menos trabalhado.</p>
<h2>Vantagens</h2>
<ul>
<li>Capacidade e possibilidade de anunciar apenas a potenciais clientes e, quando estes procuram produtos semelhantes ao seu.</li>
<li>Alcançar um público mais vasto do que qualquer outro meio.</li>
<li>Este serviço da google é visto por cerca de 80% dos utilizadores de Internet.</li>
<li>Gastos mais reduzidos em Marketing, pois apenas anuncia a pessoas propensas a comprar os seus produtos.</li>
<li>Segmentar clientes por idades, zonas geográficas, entre outras.</li>
<li>Paga apenas àqueles que clicam nos seus anúncios. Não gaste mais do que o estritamente necessário.</li>
</ul>
<p><a class="lightbox" title="fotografia" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/06/fotografia.jpg"><img class="alignnone size-medium wp-image-13341" title="fotografia" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/06/fotografia-570x425.jpg" alt="" width="570" height="425" /></a></p>
<h2>O funcionamento do Custo por clique</h2>
<p>No AdWords você define o CPC Máximo que deseja pagar por cada visita gerada. Porém o CPC Real é definido como 0,01€ acima do mínimo necessário para manter a posição do seu anúncio, ou seja, se por exemplo definiu o CPC máximo para a palavra &#8220;blogues de fotografia&#8221; com o valor de 0,20€ e o próximo anunciante definiu como 0,36€, então a Google cobra-lhe 0,37 para ser o seu anúncio o clicado.</p>
<p>Um clique ocorre quando um utilizador vê o seu anúncio, clica nele e essa ação leva-o para o seu Web site.</p>
<p>Saiba mais vendo esta pequena apresentação da própria empresa.</p>

<table border="0">
<tbody>
<tr style="background-color: #22a3c8;">
<td>
<h2 style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;"><em><strong>O mais importante!</strong></em></span></h2>
<p style="text-align: center;"><span style="color: #ffffff;">[ALO-EASYMAIL-PAGE]</span></p>
</td>
</tr>
<tr style="background-color: #22a3c8;">
<td><strong><span style="color: #ffffff;">Bem, o mais importante é que temos de momento mais de 1500 euros em vales da google para sortear e distribuir pelos nossos clientes, leitores e visitantes.</span> </strong>&nbsp;</p>
<p><span style="color: #ffffff;">Para tal pedimos apenas que assinem a nossa newsletter. Mensalmente iremos sortear 4 vales de 75€ para poderem experimentar e ver os resultados que daí conseguem.</span></p>
<p><span style="color: #ffffff;">Estão à espera de quê?</span></td>
</tr>
</tbody>
</table>
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		<title>A face do chá</title>
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		<pubDate>Fri, 03 Jun 2011 08:05:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Estas embalagens foram desenvolvidas pela Grain Creative, uma agência de renome na Austrália. Desta vez estavam a trabalhar num projeto especial em que o cliente, não era nenhum em especial, mas sim todos os potenciais clientes. Sabendo que os clientes normalmente estão sempre imensamente ocupados, tentaram encontrar um meio de conseguir uma reúnião com os [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p><a class="lightbox" title="tea-people-00" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-00.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12971" title="tea-people-00" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-00.jpg" alt="" width="569" height="427" /></a></p>
<p>Estas embalagens foram desenvolvidas pela <a href="http://www.thegrain.com.au/" target="_blank">Grain Creative</a>, uma agência de renome na Austrália. Desta vez estavam a trabalhar num projeto especial em que o cliente, não era nenhum em especial, mas sim todos os potenciais clientes.</p>
<p><a class="lightbox" title="tea-people-03" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-03.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12973" title="tea-people-03" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-03.jpg" alt="" width="570" height="589" /></a></p>
<p>Sabendo que os clientes normalmente estão sempre imensamente ocupados, tentaram encontrar um meio de conseguir uma reúnião com os mesmos sem a necessidade de inúmeros telefonemas para conseguir as marcações pretendidas. <a class="lightbox" title="tea-people-03" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-031.jpg"><img class="size-thumbnail wp-image-12975 alignright" title="tea-people-03" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-031-200x200.jpg" alt="" width="200" height="200" /></a>Após muito reflectir encontraram uma forma de não ocupar o cliente por mais de 5 minutos, sugerindo, ao mesmo tempo, que o cliente fizesse uma pausa e relaxasse. Assim, decidiram usar uma selecção especial de chá da <a href="http://t2tea.com" target="_blank">T2</a> e criar quatro diferentes embalagens que personificassem os diferentes e populares sabores: <a href="http://t2tea.com/shop-for-tea/tea-bags/gorgeous-geisha/" target="_blank">Gorgeous gueixa</a>, <a href="http://t2tea.com/shop-for-tea/tea-bags/english-breakfast/" target="_blank">Pequeno-almoço Inglês</a>, <a href="http://t2tea.com/shop-for-tea/tea-bags/chai/" target="_blank">Chai</a> e o <a href="http://t2tea.com/shop-for-tea/tea-bags/french-earl-grey/" target="_blank">Francês Earl Grey</a>. Cada embalagem contém uma saqueta do referido chá no seu interior e na base, alguma informação do mesmo, bem como da própria agência, convidando assim a que o potencial cliente se sente por 5 minutos, tome a sua chávena de chá e conheça melhor a Grain Creative.</p>
<p><a class="lightbox" title="tea-people-02" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-02.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-12974" title="tea-people-02" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/05/tea-people-02.jpg" alt="" width="570" height="440" /></a></p>
<p>Por vezes o que nos falta é apenas a capacidade de ir ao encontro do cliente vendo-o como um parceiro e não apenas como um meio para o desenvolvimento da nossa empresa. Ideias simples, quando bem concretizadas fazem sucesso.</p>
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		<title>Passatempo Agua Castello</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Mar 2011 15:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[A Água Castello está a reforçar a sua comunicação na web, prova disso é o atual concurso de fotografia que a mesma está a promover sob o tema &#8220;Água como elemento da Natureza&#8221;. O Concurso decorre até ao próximo dia 1 de abril, quer na sua página  do facebook, quer no sitio da fotografia online.  [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A <a href="http://www.aguacastello.com" target="_blank">Água Castello</a> está a reforçar a sua comunicação na web, prova disso é o atual concurso de fotografia que a mesma está a promover sob o tema &#8220;Água como elemento da Natureza&#8221;.</p>
<p>O Concurso decorre até ao próximo dia 1 de abril, quer na <a href="http://www.facebook.com/aguacastello" target="_blank">sua página  do facebook</a>, quer no sitio da <a href="http://www.fotografiaonline.com.pt" target="_blank">fotografia online</a>.  Se a tua fotografia for a mais original, podes ganhar uma máquina fotográfica da Canon: a  Canon 550D. Basta que o teu nome seja o anunciado pelos responsáveis da empresa no dia 4 de abril.</p>
<p>Para mais  informações visita a página no Facebook da Água Castello.</p>
<p><a class="lightbox" title="agua-castello" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/03/agua-castello.jpg"><img class="size-full wp-image-11204 aligncenter" title="agua-castello" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/03/agua-castello.jpg" alt="" width="570" height="387" /></a></p>
<p>Através deste concurso, a marca pretende reforçar a sua presença em novos públicos através das redes sociais, criando assim um contacto próximo e uma comunidade em torno da marca.</p>
<p>Prova disso é de facto a página existente da marca no facebook, como atrás já referimos. Esta página tem vindo a potenciar a imagem da marca junto de novos consumidores, promovendo uma interactividade cada vez maior entre a Água Castello e os utilizadores da marca. Aliás, os diferentes utilizadores têm a oportunidade de ir conhecendo os novos produtos que a marca vai lançando, bem como aceder aos conteúdos multimédia, sejam eles jogos, vídeos, fotografias ou passatempos.</p>
<p>A Água Castello disponibiliza ainda uma pequena galeria de fotografias com a gama de produtos Castello e ainda  algum espólio  que conta já os cerca de 110 anos da marca.</p>
<p style="text-align: center;"></p>
<p>Além da página no Facebook, a marca possui ainda um canal no <a href="http://www.youtube.com/aguacastello" target="_blank">youtube</a> onde disponibiliza as campanhas elaboradas recentemente para a televisão.</p>
<p>A verdade, é que ao estilo do <a href="http://www.maisnet.net/2010/09/gallo19/" target="_blank">Azeite Gallo</a> e outras marcas Portuguesas, também a Água Castello sentiu a necessidade de comunicar com os seus novos públicos. Julgo que estes casos deveriam fazer as empresas repensarem nas suas estratégias de marketing, pois afinal todas as empresas necessitam dos clientes para subsistir no mercado nacional e global, no entanto porém, nem todas se preocupam em criar algum valor acrescentado como uma mera página no <a href="http://www.facebook.com/pages/maisnet-media-solutions/135053409849828" target="_blank">facebook</a>, uma página no <a href="http://twitter.com/#!/condif" target="_blank">twitter</a>, ou um simples <a href="http://www.maisnet.net" target="_blank">blogue</a>. É necessário que as empresas se preocupem com os seus clientes, que criem valor acrescentado e se aproximem deles.</p>
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		<title>Atendimento Telefónico</title>
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		<pubDate>Thu, 24 Feb 2011 10:14:49 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isabel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Cada vez que um cliente nos procura surge uma oportunidade de trabalho com ele. Mas será que conseguimos prestar um serviço à altura? Quantas vezes um cliente nos telefona, e nós distraídos com um outro assunto respondemos com um simples “tou?”. Os clientes pedem serviço e muitas vezes as empresas nem agradecem o facto de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h4 style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="TELEFONE" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/TELEFONE.jpg"></a></h4>
<h4 style="text-align: justify;">Cada vez que um cliente nos procura surge uma oportunidade de trabalho com ele. Mas será que conseguimos prestar um serviço à altura?</h4>
<p style="text-align: justify;"><img class="size-full wp-image-10173 aligncenter" title="TELEFONE" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/TELEFONE.jpg" alt="" width="320" height="319" />Quantas vezes um cliente nos telefona, e nós distraídos com um outro assunto respondemos com um simples “tou?”. Os clientes pedem serviço e muitas vezes as empresas nem agradecem o facto de se terem lembrado delas!</p>
<p style="text-align: justify;">Quando alguém nos contacta é porque precisa de ajuda, serviço ou respostas. Quantas vezes a sua empresa não consegue responder da melhor maneira possível a esta solicitação?</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Qualquer um que atenda um telefone na empresa é um potencial vendedor, e todos sabemos que o primeiro contato é muito importante.</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Por isso nunca é demais chamar a atenção para a forma como atendemos os nossos clientes.</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Atenda sempre com simpatia!  Independentemente do estado de espirito do cliente, aborrecido ou alterado, seja simpático. Espere que ele se acalme e tente organizar a solução da melhor maneira possível, não perdendo a razão;</li>
<li>O cliente está primeiro! Por isso, esqueça o como se sente hoje e preocupe-se apenas em saber como ele se sente.</li>
<li>Pergunte-lhe em que o pode ajudar;</li>
<li>Ajude-o no que for necessário e da melhor forma possível, mesmo que seja fora da sua área;</li>
<li>Não diga ao cliente o que não pode fazer, mas sim o que PODE fazer por ele;</li>
<li>Ouça-o com atenção e interprete os seus sinais (voz);</li>
<li>Garanta que os seus clientes ficam FELIZES com o resultado da conversa;</li>
<li>Por fim, se prometeu alguma coisa…cumpra!</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Acima de tudo, seja simpático, breve e vá diretamente ao encontro do seu cliente e ajude-o!</p>
<p style="text-align: justify;">E evite fazer aquilo que detesta que lhe façam. Evite a lentidão de atendimento, falta de simpatia, o passar de departamento em departamento, ouvir 150 mensagens antes de conseguir falar com alguém&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">E PORQUE NÃO, quando acabar o telefonema, mandar um e-mail ou mensagem (SMS) a agradecer a preferência? Afinal, todos os pormenores contam!</p>
<p style="text-align: justify;"><em>Fonte: <a href="http://www.ideiasedesafios.com/" target="_blank">ideiasedesafios</a> | imagem: <span class="removed_link" title="http://tempodascerejas.blogspot.com/">tempodascerejas</span></em></p>
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		<title>A importância do relacionamento no acto de compra</title>
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		<pubDate>Thu, 17 Feb 2011 17:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Ainda há não muito tempo, eu e um amigo andávamos a deambular por um shopping aqui do norte, quando, desinteressadamente entramos numa loja de electrodomésticos e fotografia. Uns 15 minutos lá dentro e saímos de lá com uma objectiva que custou cerca de mil euros. O curioso no meio de tudo isto é que entramos sem qualquer objetivo de compra e saímos de lá com menos mil e poucos eurinhos. Mais curioso ainda o simples facto de não necessitarmos de tal equipamento, nem eu, nem o meu amigo que o trouxe.</p>
<p style="text-align: justify;">Isso fez-me pensar em quais os factores que contribuíram para a aquisição dessa objectiva. Cheguei sem dúvida a algumas conclusões: uma delas, poderia ser explicada pela típica expressão de compras de impulso que embora seja uma característica mais comum do sexo feminino, a verdade é que ambos os sexos sofrem disso mesmo; uns em relação a vestidos e acessórios e outros em relação a tecnologias e brinquedos desnecessários. O outro motivo que se me apresentou é o factor de relacionamento interpessoal. Neste ponto tenho de dar o braço a torcer ao comercial da empresa, pois além de entendido na matéria, foi suficientemente simpático sem a necessidade de se esforçar para tal, soube ser atencioso e prestável sem no entanto se tornar chato ou maçudo. No fundo, naquela momento tão crucial de tomada de decisão entre a compra ou não da objetiva, ele representava a empresa, melhor, ele era a empresa e, soube, no espaço de aproximadamente quinze minutos nos convencer que necessitávamos de adquirir aquela objectiva de 500mm, mesmo correndo o risco de a usar apenas uma meia dúzia de vezes ao ano e estar a pagar um preço acima do normal para aquele tipo de equipamento com aquele género de características. No entanto consegui-o e passado esse espaço de tempo saímos, contentes em direção ao litoral de forma a experimentar já o equipamento.</p>
<p style="text-align: center;"><a class="lightbox" title="2847176" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/2847176.jpg"><img class="size-full wp-image-9956 aligncenter" title="2847176" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/2847176.jpg" alt="" width="569" height="379" /></a></p>
<div style="text-align: justify;">
<p>Isto fez-me pensar na necessidade da importância de um bom comercial, mais, isso fez-me pensar na necessidade de termos um comercial, algo que a nossa empresa nunca teve na realidade, pois vendo bem a coisas, de que serve ter uma bela página na internet ou um perfil em algumas redes sociais do momento se o que os clientes querem e necessitam é cada vez mais de contacto interpessoal? Vivemos, não é novidade para ninguém, numa época de automatismos, de conversas e relacionamentos on-line, tudo isto apenas acentua a necessidade que as pessoas têm de um contacto físico, do velho relacionamento cara a cara. Tudo isto criou em mim a necessidade de recorrer a um comercial com experiência e a uma empresa de consultoria de forma a melhorarmos este departamento na empresa. O meu convite é que além das fortunas que se gastam em automatismos (sempre necessários) e em planeamentos de comunicação on-line como newsletter e sítios na internet, ou mesmo em softwares de relacionamento com os clientes (CRM) que informam detalhadamente o percurso do cliente, os aniversários de nascimento, casamento, dos filhos&#8230; etc, é importante também que se gastem algumas das nossas economias em desenvolver a área comercial, o relacionamento com os clientes.<span id="more-9955"></span></p>
</div>
<div style="text-align: justify;">
<p>Digo isto pois, de que servem todas essas tecnologias se quando o potencial cliente liga com a empresa, ou porventura até se desloca à mesma e se depara com um mau atendimento? As relações estão cada vez mais a tornarem-se impessoais e isso, como já referi anteriormente, apenas aumenta a necessidade e a carência de um contacto humano e caloroso. Afinal de contas, o que é que costuma contar para ti no ato de compra, não é o contacto pessoal? Não dizemos nós imensas vezes&#8230; num lado pago e no outro deixo o dinheiro&#8230; então que sejamos pelo menos bem atendidos no ato da compra. Acho que vale a pena reflectirmos nisto.</p>
<p><em>imagem de: <a href="http://olhares.aeiou.pt/fiscal" target="_blank">Rui Caldeira</a></em></p>
</div>
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		<title>Clientes &gt; A difícil relação</title>
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		<pubDate>Thu, 10 Feb 2011 09:36:09 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[Antes de mais nada, peço-lhe que veja este vídeo com atenção: Agora peço-lhe que reflita nele&#8230; Pois bem, acha que estes discursos têm alguma lógica. Vê-se capaz de chegar a um restaurante e negociar o preço final do prato? Ou a pedir que trabalhem de graça para si? Pois&#8230; Claro que não! Então porque será [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;">Antes de mais nada, peço-lhe que veja este vídeo com atenção:</p>
<p style="text-align: justify;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="425" height="350" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="src" value="http://www.youtube.com/v/CYu1cQs4Y5Y" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="425" height="350" src="http://www.youtube.com/v/CYu1cQs4Y5Y"></embed></object></p>
<p style="text-align: justify;">Agora peço-lhe que reflita nele&#8230;</p>
<p style="text-align: justify;">Pois bem, acha que estes discursos têm alguma lógica. Vê-se capaz de chegar a um restaurante e negociar o preço final do prato? Ou a pedir que trabalhem de graça para si?</p>
<p style="text-align: justify;">Pois&#8230; Claro que não!</p>
<p style="text-align: justify;">Então porque será que 99% dos clientes de designers tentam ao máximo negociar o preço, desvalorizar o trabalho (que não custa nada a fazer) e por vezes até que o façam de graça (pois foi só pegar numa imagem e numa frase e juntá-las. Até eu fazia isso&#8230;)?</p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como explicar a um cliente que ele está errado? </title>
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		<pubDate>Thu, 03 Feb 2011 08:54:20 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[CONTINUAÇÃO Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma. Como se vai explicar [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h3 style="text-align: justify;"><a href="http://www.maisnet.net/2011/01/como-explicar-a-um-cliente-que-ele-esta-errado/" target="_blank">CONTINUAÇÃO</a></h3>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Como se vai explicar ao cliente que, na sua opinião profissional, ele está errado?</strong></p>
<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="complaint" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/complaint.png"><img class="alignnone size-full wp-image-9523" title="complaint" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/02/complaint.png" alt="" width="549" height="210" /></a></p>
<p style="text-align: center;"><span id="more-9512"></span></p>
<h1 style="text-align: justify;">Falar a linguagem do cliente</h1>
<p style="text-align: justify;">Um dos problemas mais comuns é a incapacidade de falar a língua do cliente. É importante saber-se adequar o nosso discurso de acordo com a quem nos estamos a dirigir. De nada nos serve falar muito bonito, com muitos termos específicos (que só nós percebemos), para depois o cliente dizer que sim (porque não percebeu e não o quis admitir) e nós fazermos e ele dizer que não queria nada daquilo.</p>
<p style="text-align: justify;">Pegando por exemplo no web design. Quando um cliente pede para colocar uma certa função no site que está a criar e aquela função simplesmente não tem lógica nenhuma, pergunte ao cliente o porque de ele a querer usar. Veja qual é a justificação dele e perceba se é algum motivo lógico ou se simplesmente ele a quer colocar para ficar bonito. Se assim for, se ele a quiser só para ficar bonito, então ele não irá ter nenhuma justificação e então não se irá saber explicar.</p>
<p style="text-align: justify;">Ser capaz de falar a língua do cliente é, sem dúvida, uma ajuda muito grande para o ajudar a explicar-se ao cliente o que está mal e o porquê, porque irá facilitar a comunicação. Não se pode esperar do cliente que este perceba tudo o que dizemos, há certos termos técnicos que vêm com determinadas profissões.</p>
<h1 style="text-align: justify;"> </h1>
<h1 style="text-align: justify;">Estabelecer-se como o perito</h1>
<p style="text-align: justify;">Uma das formas mais importantes e “calma” de explicar a um cliente que este está errado é estabelecer-se como o perito. A verdade é uma, ele contratou-o para fazer esse trabalho, você faz disso vida, é a sua profissão, por isso é normal que saiba o que se pode fazer e o que não se deve fazer. Com isto, o cliente terá de confiar plenamente em si.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que na teoria é muito bonito. Para alguns clientes até pode resultar logo de imediato, mas para outros, por muito especialista que você seja, o cliente só irá confiar verdadeiramente em si quando der provas constantes do seu trabalho, quando por mais de uma vez disser que “fazer assim é errado” e realmente se vier a comprovar que tinha razão.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h2>Ser profissional</h2>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Para que os clientes confiem em si, tem de começar desde cedo a demonstrar o seu profissionalismo, fazendo o &#8220;básico&#8221; bem:</p>
<ol style="text-align: justify;">
<li>Ser pontual nas reuniões;</li>
<li>Falar sempre de forma profissional;</li>
<li>Cumprir os prazos;</li>
<li>Usar gramática e pontuação em e-mails.</li>
</ol>
<p style="text-align: justify;">Estes são “pormenores” que os clientes valorizam imenso, e todo o relacionamento irá ser influenciado por estes pontos.</p>
<ul style="text-align: justify;">
<li>
<h2>Não ter medo de referir clientes de renome</h2>
</li>
</ul>
<p style="text-align: justify;">Como é óbvio os clientes não são obrigados a saber com que outros clientes você trabalha, e se não os referir, não tem como eles o saber.</p>
<p style="text-align: justify;">É claro que não pode nem deve referir todos os seus clientes! Basta apenas dizer um ou outro que, naquele momento e com aquele cliente, lhe parece que o irá beneficiar. Pode até referir um cliente a nível nacional muito conhecido e o cliente não ter noção do valor dele. Mas existe a probabilidade de ele ou ir confirmar posteriormente o peso desse cliente ou então de o confirmar com outra pessoa. Quando se aperceber do valor desse cliente irá perceber que, se esse cliente confiou nos seus serviços, também ele pode confiar.</p>
<h1 style="text-align: justify;"> </h1>
<h1 style="text-align: justify;">Ser direto</h1>
<p style="text-align: justify;">Outro método é ser-se direto. Este é o mais óbvio e o mais perigoso. Tem de se ter muito cuidado com a quem dizemos que estão errados. Não é qualquer cliente que vai aceitar a nossa opinião assim desta maneira.</p>
<p style="text-align: justify;">Use esta abordagem com cuidado. Tenha em conta o tipo de relacionamento que tem com o seu cliente e seja passivo no seu tom de voz. Para além disso, é preferível que seja direto pessoalmente ou então via telefone, pois diminui o risco de más interpretações.</p>
<h1 style="text-align: justify;">Saber quando e como admitir derrota</h1>
<p style="text-align: justify;">Depois, há aqueles clientes com quem se insiste que está mal e de nada serve. Ele continua a insistir que é aquilo que quer e ponto final. Para estes, insistir que estão errados não é a solução. Pode simplesmente bater com o pé e recusar-se a fazer o que ele quer (afinal de contas ele contratou-o por algum motivo). Existe o risco de depois de ele ver o resultado final de gostar e dar-lhe razão, ou então de nunca mais contratar os seus serviços.</p>
<p style="text-align: justify;">É uma solução que com uns até pode resultar, mas que com outros mais vale nem tentar. Daí ser necessário conhecer muito bem o tipo de cliente com que está a lidar.</p>
<h1 style="text-align: justify;">Falsa derrota</h1>
<p style="text-align: justify;">Em relação à anterior é a mais segura a se seguir, pois nesta solução está a ceder ao desejo do cliente. Ou seja, mais vale conformar-se que vai ter de ser assim (se é o que ele quer, assim seja) e começar a pensar numa solução para atenuar esse erro.</p>
<p style="text-align: justify;">Nem tudo são más coisas. Ok, tudo bem, aquilo é um erro, vai ficar mal e não tem lógica de ser, mas o que posso eu fazer para que não se note tanto? Deve haver alguma coisa que eu possa fazer para que aquilo passe para segundo ou terceiro plano e até passe despercebido. Assim, todos ficam satisfeitos, pois todos saem vitoriosos.</p>
<h1 style="text-align: justify;">Resumindo e concluindo</h1>
<p style="text-align: justify;">Não é fácil dizer a um cliente que ele está errado, pois há aqueles que até são compreensivos, mas também há aqueles que se acham com a razão toda e está sujeito a deitar a relação que tem com ele por água abaixo.</p>
<p style="text-align: justify;">O meu conselho? Veja primeiro com que tipo de cliente é que está a lidar. Avalie bem até que ponto pode ser direto, ou se até é um daqueles erros que pode deixar passar impune. E estabeleça bem as sua capacidades e mostre ao cliente daquilo que é capaz para que ele possa confiar nos seus serviços e não duvide da sua opinião.</p>
<p style="text-align: justify;"><strong>Já agora, partilhe as suas dicas! Comente! Todos nós temos dificuldades a lidar com clientes… É natural que assim seja!</strong></p>
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		<title>Como explicar a um cliente que ele está errado? </title>
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		<pubDate>Thu, 27 Jan 2011 09:01:45 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isabel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Quantas vezes um cliente se vira para nós e pede mil e uma alterações, que a nosso ver, que já andamos nisto à mais tempo do que ele, nos parecem erradas e até às vezes frustrantes, do ponto de vista que nos parecem ridículas e que vão acabar por estragar o nosso trabalho? Mas como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: justify;"><a class="lightbox" title="ClienteDesigner-7" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/01/ClienteDesigner-7.png"><img class="alignleft size-full wp-image-9505" title="ClienteDesigner-7" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/01/ClienteDesigner-7.png" alt="" width="360" height="750" /></a>Quantas vezes um cliente se vira para nós e pede mil e uma alterações, que a nosso ver, que já andamos nisto à mais tempo do que ele, nos parecem erradas e até às vezes frustrantes, do ponto de vista que nos parecem ridículas e que vão acabar por estragar o nosso trabalho? Mas como vamos lhe dizer que o que sugere não está certo, que não encaixa?</p>
<p style="text-align: justify;">Mas depois devemos pensar se é o cliente que está realmente errado, ou se, pelo contrário, somos nós que não estamos a ver mais à frente?</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, antes de começar a explicar a um cliente que está errado, pergunte-se a si próprio: &#8220;É o cliente que está errado?”. Só porque não aprova as alterações que ele sugere não significa necessariamente que não seja um passo correto. Para não correr o risco de começar a criticar negativamente a ideia do cliente e o cliente, é necessário que seja capaz de o ouvir objetivamente. <a href="http://www.maisnet.net/2011/01/como-conviver-com-as-criticas/" target="_blank">É preciso saber ouvir as críticas, pois estas podem ajudar a melhorar o trabalho</a>.</p>
<p style="text-align: justify;">Em primeiro lugar convém ter noção de uma coisa: é o cliente quem convive diariamente com o público-alvo e por isso é normal que este o conheça melhor do que você. É normal que ele saiba melhor o que lhes agrada e qual a mensagem mais correta a se transmitir.</p>
<p style="text-align: justify;">Por isso, <a href="http://www.maisnet.net/2010/10/dicas-clientes/" target="_blank">convém conhecer o seu cliente</a>, e consequentemente conhecer os clientes dele. Assim, poderá começar a formar uma opinião sobre eles e isto irá facilitar-lhe o desenvolvimento dos projetos e claro que fará com que o seu cliente fique mais satisfeito pois o trabalho irá ficar bom e mais rápido e fará com que a mensagem passada ao público-alvo do seu cliente seja eficaz.</p>
<p style="text-align: justify;">Como é óbvio, é correto oferecer sugestões ao seu cliente quando não concorda com as sugestões dele. Aliás, até lhe fica bem sugerir soluções alternativas, originais, criativas, diferentes, pois foi para isso que ele o contratou. <strong>Mas não parta do princípio de que o cliente está sempre errado!</strong></p>
<p style="text-align: justify;">Agora, vamos assumir que afinal de contas, o que o cliente está a sugerir é algo que não faz o mais pequeno sentido e que isso está a fazer com que se encontre constantemente a desejar bater com a cabeça na parede pois aquela ideia não tem mesmo lógica nenhuma.</p>
<p style="text-align: justify;">Como se vai explicar ao cliente que, na sua opinião profissional, ele está errado?</p>
<h1 style="text-align: justify;"><a href="http://www.maisnet.net/2011/02/como-explicar-a-um-cliente-que-ele-esta-errado-2/" target="_blank">CONTINUA</a></h1>
<p style="text-align: right;">fonte: <a href="http://www.smashingmagazine.com/" target="_blank">smashingmagazine</a></p>
]]></content:encoded>
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		<title>Como conviver com as criticas&#8230;</title>
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		<pubDate>Mon, 24 Jan 2011 21:00:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[Como convivemos nós com as críticas? Pedimos que critiquem, mas na realidade o que normalmente procuramos não é isso, mas sim, apenas elogios, pois quando na realidade as criticas chovem, muitas das vezes não sabemos como lidar com elas, pois não eram exactamente aquilo que gostaríamos e contávamos ouvir. Então o que fazer, ou como [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Como convivemos nós com as críticas? Pedimos que critiquem, mas na realidade o que normalmente procuramos não é isso, mas sim, apenas elogios, pois quando na realidade as criticas chovem, muitas das vezes não sabemos como lidar com elas, pois não eram exactamente aquilo que gostaríamos e contávamos ouvir.</p>
<h3>Então o que fazer, ou como agir quando recebemos criticas aos nossos trabalhos?</h3>
<p>Bem, todos sabemos que existem dois tipos de críticas: as construtivas e as (des) construtivas <img src='http://www.maisnet.net/wp-includes/images/smilies/icon_wink.gif' alt=';)' class='wp-smiley' /> </p>
<p><a class="lightbox" title="escada" href="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/01/escada.jpg"><img class="size-full wp-image-9441 alignleft" title="escada" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2011/01/escada.jpg" alt="" width="400" height="400" /></a>As criticas construtivas vêm normalmente acompanhas de argumentos que nos impelem a melhorar o nosso trabalho, Por exemplo: O cliente pode dizer que não gostou desta ou daquela selecção de cores, por diferentes motivos, como por exemplo acha que não combina com a dinâmica da empresa, ou foge ao contexto em que esta está inserido&#8230; mas, sempre, sugere algo de construtivo de forma a melhorar o trabalho.</p>
<p>Esta critica se feita dignamente e de forma fundamentada ajudará inclusive o criativo no actual projeto e quem sabe em projetos futuros a melhorar a sua forma de actuação.</p>
<p>As criticas destrutivas (desconstrutivas) por sua vez são aquelas que não possuem qualquer fundamento lógico e, destinam-se apenas a comentar esta ou aquela opção. Não têm de ser obrigatoriamente jocosas, mas a verdade é que não vêem acompanhadas de qualquer argumento técnico; basicamente não se ganha nada em ouvir a opinião dessas pessoas a não ser saber que realmente elas não gostaram disto ou aquilo, mas o porquê&#8230; esse ficará incógnito. Além do mais, a única forma (normalmente) de satisfazer essas pessoas, é serem elas a fazerem o trabalho ou então ficar completamente ao gosto delas. Ora isso, é transformar o trabalho de acordo com o gosto de um indivíduo, o que obviamente não quer dizer que esteja de acordo com o desejado, apenas de acordo com o que essa pessoa deseja.</p>
<h3>E&#8230; como lidar com ambas as situações?</h3>
<p><span id="more-9429"></span></p>
<p>Simples! Comece por pensar para quem está a elaborar o trabalho e quais o tipo de questões que essa mesma pessoa pode desejar ver respondidas. A melhor forma é claramente indagar pessoas que estejam na mesma área de conhecimento que você. Pessoas que trabalhem consigo, que tenham os mesmos conhecimentos técnicos que você, enfim pergunte a quem já possui um portefólio suficiente para fazer criticas que ajudem a melhorar o seu trabalho. Desta forma, além de ganhar novos pontos de vista, irá concerteza obter e criar fundamentos mais coerentes para puder contrapor depois com o seu cliente. Agora&#8230; Não vá nunca perguntar à primeira pessoa que vê!</p>
<p>Se porventura acontecer, e vai de certeza acontecer, de ouvir uma critica que não lhe pareça favorável, saiba defender o seu projecto, as suas ideias, as suas escolhas. Encontre argumentos técnicos, estéticos, sociais, religiosos&#8230; enfim, saiba porque fez o trabalho assim e não de outra forma. É importante para o cliente saber que o trabalho foi pensado de forma coerente e, é importante e útil para si conseguir criar e defender as suas escolhas.</p>
<p>Por isso, se as criticas são positivas ou negativas, apenas vai depender de quem as faz e como as faz. A si, cabe reter e selecionar apenas o que considera útil e frutuoso para o desenvolvimento do seu projecto ou para o seu próprio desenvolvimento. As restantes são apenas e só LIXO.</p>
<p>Cabe-lhe a si desenvolver o seu trabalho e evoluir. As criticas podem ser e são-no na maioria das vezes excelentes plataformas evolutivas e de auto conhecimento. Acredite que projeto algum irá agradar a gregos e a troianos.</p>
<h3>Pequeno apontamento EXTRA!</h3>
<p>Aproveito portanto a oportunidade que este artigo me permite para lhe pedir, amigo leitor, que critique as mais recentes alterações efectuadas ao nosso site, quer em termos gráficos, quer em termos estéticos, de arrumação ou organização&#8230; enfim. Critique que nós queremos crescer!</p>
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		<title>Clientes &gt; Newsletter</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Jan 2011 13:22:01 +0000</pubDate>
		<dc:creator>isabel</dc:creator>
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		<description><![CDATA[O que são e qual a sua importância? As newsletters são textos apresentados em forma de artigos, cartas ou notícias, com características informativas e comerciais, enviados periodicamente por e-mail para uma lista de pessoas. Trata-se de uma ferramenta ágil, barata e eficaz de Marketing de Relacionamento com clientes que tem como objetivo estabelecer relacionamentos mutuamente [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<h2>O que são e qual a sua importância?</h2>
<p>As newsletters são textos apresentados em forma de artigos, cartas ou notícias, com características informativas e comerciais, enviados periodicamente por e-mail para uma lista de pessoas.</p>
<p>Trata-se de uma ferramenta ágil, barata e eficaz de Marketing de Relacionamento com clientes que tem como objetivo estabelecer relacionamentos mutuamente satisfatórios de longo prazo com clientes e potenciais clientes, a fim de ganhar a sua preferência e os seus negócios a longo prazo.</p>
<p>Esta ferramenta permite a construção de uma base de relacionamento formada por eventuais / regulares e potenciais clientes. A newsletter passa então a ser uma ponte entre o cliente e a sua empresa, trazendo assim mais valor à sua marca e contribuindo para a fidelização dos seus clientes.</p>
<h2>Quais os benefícios oferecidos por esta ferramenta?</h2>
<p> </p>
<ul>
<li>Aumenta o relacionamento da sua empresa com o mercado;</li>
<li>Contribui para a fidelização de clientes por agregar valores positivos à sua marca;</li>
<li>Amplia a conexão do consumidor com a empresa ao criar momentos propícios à transmissão de benefícios e vantagens de produtos e serviços.</li>
<li>Prospecta sistematicamente clientes eventuais, regulares e preferenciais;</li>
<li>Aumenta a base de relacionamento com o uso do marketing de permissão (opt in);</li>
<li>Atribui valor e credibilidade aos sites comerciais por agregar conteúdo intelectual e informativo por meio dos artigos;</li>
<li>Gera picos de visitas em websites;</li>
<li>A newsletter pode ser enviada estrategicamente em datas especiais como lançamentos de produtos ou serviços;</li>
<li>Quando aplicada estrategicamente de forma consistente, a newsletter objetiva transformar a base de relacionamento da sua em clientes fidelizados e ativos! </li>
</ul>
<h2>Qual a periodicidade de uma newsletter?</h2>
<p>Para manter o seu negócio aceso na memória dos consumidores sem demonstrar insistência, é interessante que o envio de newsletter seja realizado pelo menos uma vez por mês.</p>
<p>fonte: <a href="http://www.negocios-de-valor.com/index.asp" target="_blank">negocios-de-valor</a></p>
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		<title>TED &gt; Palestras acerca de Fotografia</title>
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		<pubDate>Sun, 02 Jan 2011 14:30:00 +0000</pubDate>
		<dc:creator>paulo</dc:creator>
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		<description><![CDATA[TED tem algumas das palestras mais interessantes que podemos encontrar na web, com temas que vão desde como uma simples dieta pode ajudar a prevenção do cancro até à demonstração de novas tecnologias de fotos incríveis. Têm imensas palestras sobre fotografia das quais destacamos a de David Griffin (Director da National Geographic) e Jonathan Klein [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>TED tem algumas das palestras mais interessantes que podemos encontrar na web, com temas que vão desde como uma simples dieta pode ajudar a prevenção do cancro até à demonstração de novas tecnologias de fotos incríveis. Têm imensas palestras sobre fotografia das quais destacamos a de David Griffin (Director da National Geographic) e Jonathan Klein (Getty images).</p>
<p>Sugerimos que guarde <a href="http://www.ted.com/talks/tags/id/34" target="_blank">este link</a> nos seus favoritos e, sempre que possível visitem pois os seus conteúdos são fascinantes. Se conhecer outros locais com conteúdo de valor acrescentado, não hesitem e partilhem.</p>
<p style="text-align: center;"><object classid="clsid:d27cdb6e-ae6d-11cf-96b8-444553540000" width="446" height="326" codebase="http://download.macromedia.com/pub/shockwave/cabs/flash/swflash.cab#version=6,0,40,0"><param name="allowFullScreen" value="true" /><param name="allowScriptAccess" value="always" /><param name="wmode" value="transparent" /><param name="bgColor" value="#ffffff" /><param name="flashvars" value="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RyanLobo_2009I-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RyanLobo-2009I.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=713&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=ryan_lobo_through_the_lens_of_compassion;year=2009;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=the_creative_spark;theme=master_storytellers;theme=a_taste_of_tedindia;event=TEDIndia+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" /><param name="src" value="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" /><param name="bgcolor" value="#ffffff" /><param name="allowfullscreen" value="true" /><embed type="application/x-shockwave-flash" width="446" height="326" src="http://video.ted.com/assets/player/swf/EmbedPlayer.swf" flashvars="vu=http://video.ted.com/talks/dynamic/RyanLobo_2009I-medium.flv&amp;su=http://images.ted.com/images/ted/tedindex/embed-posters/RyanLobo-2009I.embed_thumbnail.jpg&amp;vw=432&amp;vh=240&amp;ap=0&amp;ti=713&amp;introDuration=15330&amp;adDuration=4000&amp;postAdDuration=830&amp;adKeys=talk=ryan_lobo_through_the_lens_of_compassion;year=2009;theme=media_that_matters;theme=art_unusual;theme=the_creative_spark;theme=master_storytellers;theme=a_taste_of_tedindia;event=TEDIndia+2009;&amp;preAdTag=tconf.ted/embed;tile=1;sz=512x288;" bgcolor="#ffffff" wmode="transparent" allowscriptaccess="always" allowfullscreen="true"></embed></object></p>
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		<title>DICAS &gt; Como gerir o tempo?</title>
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		<pubDate>Thu, 30 Dec 2010 09:33:15 +0000</pubDate>
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		<description><![CDATA[A capacidade de gerir o tempo com sabedoria é algo que todos nós temos de aprender. Uns têm uma maior capacidade de controlar o tempo, outros, pelo contrário, deixam-se levar pelo que estão a fazer e acabam por levar, no mínimo, o dobro do tempo a fazer o trabalho. Neste artigo vou compartilhar 7 dicas [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>A capacidade de gerir o tempo com sabedoria é algo que todos nós temos de aprender. Uns têm uma maior capacidade de controlar o tempo, outros, pelo contrário, deixam-se levar pelo que estão a fazer e acabam por levar, no mínimo, o dobro do tempo a fazer o trabalho.</p>
<p>Neste artigo vou compartilhar 7 dicas que podem ajudar a gerir o tempo. É certo que cada um tem os seus ritmos de trabalho e a sua forma de organização, pelo que este artigo será apenas uma dica, e pode não passar disso.</p>
<h3><a class="lightbox" title="clock" href="http://www.maisnet.net/?attachment_id=8703"><img class="alignnone size-large wp-image-8703" title="clock" src="http://www.maisnet.net/wp-content/uploads/2010/12/clock-1024x291.jpg" alt="" width="568" height="162" /></a></h3>
<h1 style="text-align: center;"><span id="more-8690"></span></h1>
<h3>1. Ter um relógio pessoal</h3>
<p>Por exemplo, certas pessoas sentem-se mais inspiradas de manhã do que durante o resto do dia, pelo que seria de aproveitar então essas horinhas de manhã para fazer os trabalhos mais criativos e deixar o resto, os trabalhos de rotina para o resto do dia. Assim irá conseguir fazer as tarefas melhor, mais rápido e mais eficiente.</p>
<h3>2. Planeie</h3>
<p>No início do dia veja o que tem para fazer durante esse dia, ou então no início da semana planeie logo a semana toda da melhor forma possível, para que assim possa ver antecipadamente mais ou menos o tempo que pode dedicar a cada trabalho.</p>
<h3>3. Distraia-se</h3>
<p>Porque não colocar uma tarefa diária que lhe permita distrair-se e colocar o stress para trás? Isto irá ajudar a que quando recomece o trabalho se sinta mais relaxado e concentrado. E fará com que não perca tempo “às voltas” com a imaginação. Quer um exemplo? Crie um blogue e faça um post ou um pouco de pesquisa quando começar a stressar com algum trabalho.</p>
<h3>4. Prometa e surpreenda</h3>
<p>Ou seja, diga aos seus clientes que só consegue fazer o trabalho no prazo de uma semana, por exemplo, em vez de dizer que consegue para o dia seguinte. Eles não vão gostar muito, como é óbvio. Mas vão ficar muito felizes consigo quando virem que afinal de contas até conseguiu fazer o trabalho mais cedo do que o previsto. E assim vai surpreende-los porque acabou por dar mais do que o prometido e irá ter clientes mais satisfeitos.</p>
<h3>5. Organize o seu espaço de trabalho</h3>
<p>Organização é a palavra chave para que não perca tempo à procura do que precisa. Mantenha a secretária limpa e as gavetas organizadas. Armazene os CDs por ordem alfabética para melhor os encontrar, e organize bem o disco do seu computador para não perder tempo à procura dos ficheiros que precisa.</p>
<h3>6. Dividir o trabalho em tarefas menores</h3>
<p>Ao dividir o trabalho em tarefas menores o efeito vai ser essencialmente psicológico. Mas a verdade é que dividir o trabalho por etapas também pode ajudar a se organizar melhor, porque irá antecipadamente compreender os vários passos que tem de seguir para completar o trabalho corretamente.</p>
<h3>7. Estabeleça limites</h3>
<p>Divida o trabalho em várias etapas e estabeleça tempos para cada uma. Por exemplo, esta etapa tem de demorar no máximo 15 minutos. Se conseguir recompense-se com uns 5 minutos de pausa ou então com um chocolate J. Começando a cumprir estes limites de tempo, poderá facilmente começar a controlar o seu tempo.</p>
<p><strong>Conhece outras dicas? PARTILHE-AS!</strong></p>
<p>fonte: <a href="http://dzineblog.com/">dzineblog</a> | imagem: <a href="http://www.deviantart.com/">deviantart</a></p>
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