Archive for the ‘ Gestão de Clientes ’ Category

Fidelidade

A Fidelidade é desde ontem a única marca que agrega as marcas Fidelidade Mundial e Império Bonança. O processo foi gráfico e criativo foi desenvolvido Ivity Brand Corp., embora a produção do filme para televisão e cinema seja assinado pela Krypton.

A nova marca Fidelidade visa além da evidente unificação das duas marcas, relançar a empresa junto dos clientes e parceiros de negócio conferindo maior clareza na comunicação e eliminando a dispersão da atenção e inclusive do investimento.

Registo de Marcas. Proteja-se! Proteja a sua marca!

Todos nós gostamos de ter uma marca registada, mas o que é isso de registo de marcas? Qual a importância do registo de marcas? E depois de registada, estamos seguros ou é ainda necessário proteger essa mesma marca?

Antes de registar uma marca, seja ela qual for, é importante que se conheça o mercado com o qual comercializamos e as suas especificidades. É deveras importante conhecer as marcas concorrentes que já são comercializadas e como estas funcionam. É igualmente conhecer bem os meandros, os itens que estão sob a proteção dessa mesma marca.

Depois de decidir que existe um espaço para o seu produto, convém, ainda antes de proceder ao registo efetivo da marca, que contacte um parceiro (dependendo como pretende atuar em relação à sua marca) para posteriormente proceder à divulgação e distribuição do produto / marca em causa. Além do mais, quando se contacta com grandes distribuidores, conseguimos por vezes, ser protegidos de algumas eventuais surpresas que se venham a desencantar depois ao longo da vigência da marca, vigência essa que é normalmente de dez anos. Em suma, numa primeira fase o importante é mesmo um elevado conhecimento do mercado em que se insere por forma a lhe permitir de igual modo, uma maior possibilidade de escolha de uma marca que seja realmente apropriada ao produto / serviço que pretende desenvolver e ao mercado que pretende atingir.

Após a escolha marca, faça uma pesquisa cuidada nas principais bases de dados de forma a não entrar em conflito com uma outra marca já existente no mesmo mercado sob o qual você também pretende atuar. Por vezes, pode acontecer de uma determinada marca não estar em uso, ou não ser conhecida, mas estar já registada, por isso, novamente refiro, a importância em se proceder ao um criterioso processo de pesquisa de forma a evitar despesas indesejadas. Além das despesas indesejadas, pior ainda é, se por indisponibilidade de registo da marca pretendida, for obrigado a reformular toda a sua estratégia comunicacional e de interação de mercado.

Uma vez chegada à conclusão que é possível registar o seu produto ou serviço (marca) chega então a árdua tarefa da selecção de um nome. A escolha do nome é deveras importante. Nesta ocasião poderá optar por seleccionar uma marca já conceituada ou então avançar com uma nova marca criada de raiz. Não esqueça, ao seleccionar o nome de ter o especial cuidado de analisar eventuais conotações negativas que possam daí surgir, quer noutros idiomas, quer por vezes no próprio idioma, mas em mercados distintos do seu, pois pode eventualmente essa má conotação posteriormente ser associada por ‘simpatia’ à sua marca.

Nome seleccionado, há que avançar com o registo. Tenha em atenção que o registo de uma marca demora em média cerca de 90 dias. O registo de uma marca deve ocorrer antes de iniciar a comercialização do referido produto ou serviço, se bem que, por vezes tal não ocorra. Abaixo, fica um pequeno gráfico demonstrativo do processo de registo de uma marca.

Processo de registo

É sempre indicado proceder ao registo antes de efetuar qualquer ‘movimento’, pois caso contrário, pode estar a correr alguns riscos, uma vez que está a abrir o jogo para um potencial concorrente, ou terceiro, e este poderá registar a mesma marca primeiro levando a situações complicadas que normalmente  acabam na barra do tribunal.

Após aguardar o término do processo e partindo do pressuposto que a sua marca é realmente registada, é importante que mantenha sempre uma regular monitorização da sua marca através de uma consulta às bases de dados dos diferentes institutos com autoridade para o registo de marca e patentes; uma igual monitorização ao mercado e à forma como o mercado se relaciona com a sua marca; um especial cuidado contra violações parciais ou efetivas do bom uso da sua marca.

Como iniciar um negócio de fotografia: alguns erros a evitar

Como se iniciar no mundo da fotografia, como iniciar um negocio na fotografia. Neste momento estou a alargar os horizontes a começar definitivamente a oferecer o serviço de fotografia de produto aos nossos clientes. Logo à partida, tentarei evitar os erros abaixo assinalados, pois, como se trata de alargar os serviços existentes da empresa Conceitos Diferentes, é óbvio que alguns dos passos que demos em termos de agência nos podem ser úteis nesta nova vertente de negócio. fotografo Read more

Sabe se é alérgico à Canon?

Todos nós temos as nossas tendências quando seleccionamos o equipamento fotográfico que queremos comprar. A uns o coração puxa para a Canon, a outros para a Nikon, a outros para a Pentax, Sony, Samsung, enfim… Na ora de escolher todos preferimos esta marca em detrimento daquela. Mas sabe que você pode eventualmente ser mesmo alérgico à Canon?

Não é gozo, de fato, não é gozo mesmo. A Canon publicou recentemente na sua página oficial um aviso a todos aqueles que compraram  o seu equipamento entre 31 de maio e 15 de junho deste ano. Segundo a Canon, algumas das capas dianteiras estão (veja só) perdendo cor. Bem, se isto está a acontecer, muito provavelmente você poderá ser um dos felizescontemplados com equipamento defeituoso.

A verdade é que por vezes os grandes fabricantes nos pregam com cada partida, que até custa, por vezes, imaginar que vieram de fato daquela marca… tanta QUALIDADE, tantos sistemas de controle e afinal… enfim! Ainda no modelo anterior da tão afamada e excelente equipamento, que é a 5D Mk III, ouve aquela falha posteriormente corrigida na leitura da fotometria no sensor, agora, uma clara falha nos padrões de qualidade dos seus materiais.

Defeito nas capas frontais | Imagem: Canon

Defeito nas capas frontais | Imagem: Canon

O problema, como referi, prende-se com as capas dianteiras de algumas unidades da EOS Rebel T4i Digital SLR (EOS 650D/EOS KISS X6i), que tendem a ficar mais claras num curtíssimo espaço de tempo. Segundo informa a Canon essa coloração é provocada pela presença de Zinco.

Embora a quantidade de zinco seja em princípio apenas residual, a verdade é que pode causar reacções alérgicas, tais como uma erupção cutânea, ou, se esfregar os olhos após o contacto com a substância, pode ficar com os olhos vermelhos. O melhor é lavar bem as mãos para evitar estes problemas.

Veja aqui se o seu equipamento é um dos equipamentos com defeito, se for não perca tempo e leve-o a uma loja Canon. O problema em causa será resolvido gratuitamente.

Canon adiciona novas funcionalidades à EOS C300 e à EOS C300 PL

A Canon anunciou esta sexta feira uma nova actualização de firmware para as suas inovadoras EOS C300 e EOS C300 PL. Esta nova actualização, versão 1.0.5.1.00, adiciona a sincronização Genlock para entradas de sinal de 24.00P, 24.00PsF, 23.98P e 23.98psf. Para além disso, o novo firmware acrescenta também o idioma de coreano no sistema de menus.
O novo firmware estará disponível a partir do fim de Maio.

EOS 300C

EOS 300C

 Fonte: Canon   |   CEC 

Porque não devo usar imagens web para impressão?

Existem imensos motivos para que não use imagens retiradas da internet nas suas impressões gráficas. Um bom motivo é que está  usar imagens de baixa qualidade com direitos de autor e, como tal, sujeito a futuros problemas judiciais. Mas deixemos a justiça de parte neste momento e foquemo-nos apenas nas imagens em si.

Uma imagem que se encontra disponibilizada na internet é em 90% dos casos uma imagem com apenas 72 dpi de forma a que a mesma seja mais leve e como tal surja mais rapidamente no seu monitor. Independentemente da imagem ter um centímetro  quadrado, ou um mtero quadrado, ela é normalmente composta numa resolução de apenas 72 dpi.

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

E depois? Qual é o problema?

Não deixa de ser uma imagem pois não?

A questão é a resolução da imagem, ou para simplificar, pode-se dizer por outras palavras que o importante é o nível de detalhe. Ora como pode a minha escolha de imagens afectar o nível de detalhe? Simples, nos tradicionais métodos de impressão as imagens coloridas são compostas por diferentes séries de pontos sobrepostos, a que se deu o nome de meios tons.  Significa isto que através de pontos, da forma dos mesmos e do seu tamanho, podemos criar uma imagem, mesmo com as limitações técnicas existentes no processo de impressão.

Dá-se o nome de DPI ao número de pontos usados por polegada para criar uma determinada imagem.  A título de curiosidade importa ressalvar que cada 1 polegada corresponde a 2,54 centímetros. A polegada é no entanto a unidade de medida padrão para se definir a resolução de uma imagem em design gráfico.

A regra básica, no que qualidade de imagem diz respeito é a seguinte e óbvia. Quanto mais pontos existirem por polegada numa imagem, mais nítida e detalhada será essa mesma imagem. Ora, a maioria das imagens existentes na internet são compostas por 72 pontos por cada polegada (72 DPI) no seu tamanho real (100%), ao passo que as imagens para impressão devem conter no mínimo 300 pontos por cada polegada (300 DPI) no seu tamanho real (100%), de forma a assegurar que as mesmas são legíveis e com detalhe suficiente para fazer passar a informação desejada.

A melhor forma de o demonstrar é com um exemplo. Imaginemos que baixamos uma imagem da internet e a mesma possui 72 DPI e 318 mm (12,5 polegadas). Quando esta imagem for impressa, será impressa com uns notáveis 1800 pontos. (72 DPI x 12,5  = 900 x 2 (lados) = 1800) Se a mesma imagem tivesse 300 DPI seriam necessários algo como 11250 pontos. Ou seja, se eu colocasse a tal imagem de 72 DPI impressa no tamanho real, eu veria uma imagem sem detalhe composta por imensos pontos. Se eu quisesse usar essa imagem que descarreguei na internet, mas com os devidos 300 DPI teria de a reduzir até encontrar um ponto de equilíbrio, ou seja os tais 300 pontos por cada polegada  (72 / 300 x 12,5 (comprimento ou largura). Ou seja, a imagem iria passar de um razoáveis 318 mm para uns meros 76 mm, ou seja, para se entender melhor, uma imagem com 31,8 cm a 72 DPI, teria de passar a ter apenas 7,6 cm se a quiséssemos imprimir com alguma qualidade e detalhe.

72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com

72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com

Como você pode ver na imagem acima, ao imprimir uma imagem numa resolução baixa vai permitir que veja os diferentes pontos de cor que compõem a imagem, perdendo assim todo o detalhe pretendido. Se a mesma estiver com os 300 DPI pretendidos,  o ponto continua lá, mas de forma muito mais suave e difusa dando à imagem todo o detalhe necessário.

Porque motivo isso não acontece na sua impressora? Porque os processos de impressão são diferentes, mas deixemos isso para outra altura!

O que posso eu fazer de futuro para evitar esta situação?

Não é nada complicada a solução. De futuro e para garantir a melhor qualidade possível nos seus projectos de impressão, certifique-se que as suas imagens estão pelo menos com 300 dpi quando se encontram no tamanho em que você as quer imprimir. Se necessitar de ajuda, contacte-nos e teremos todo o gosto em o ajudar.

Ser comercial num mercado competitivo

Um bom comercial tem de oferecer a melhor proposta ao seu cliente ou então ter um grande trunfo na manga!

Ao fazer uma pesquisa para o meu post de hoje deparei-me com este vídeo, que para além de cómico, dá para tirar uma boa lição. E quase que se pode fazer uma comparação com o mundo competitivo em que vivemos.

Numa altura de crise como a que atravessámos, um comercial de qualquer que seja a empresa, ou é muito bom ou então tem grandes dificuldades em arranjar clientes. E para ser um bom comercial tem de conseguir apresentar bons motivos ao possível cliente para o conseguir convencer. E isso é mostrado no vídeo através das várias tentativas de ambas as personagens (que vão desde uma amostra de cenoura até ao absurdo de uma cenoura gigante) para convencer o coelho.

Depois, temos de saber quando é a altura de desistir e admitir que não se está à altura. Evitar criar guerras/conflitos com a concorrência. Porque senão deixamos de prestar a atenção devida ao cliente e aparece uma outra empresa e num piscar de olhos rouba-nos o cliente e nós nem damos conta.

Em suma: competição só é saudável até um certo limite! E muito importante, prestar sempre atenção ao cliente. Assim como um comercial vai bater à porta de uma empresa, também muitas outras fazem o mesmo. E basta alguém apresentar uma solução/proposta melhor para que se corra o risco de perder o cliente.

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