Archive for the ‘ Gestão de Clientes ’ Category

Sabe se é alérgico à Canon?

Todos nós temos as nossas tendências quando seleccionamos o equipamento fotográfico que queremos comprar. A uns o coração puxa para a Canon, a outros para a Nikon, a outros para a Pentax, Sony, Samsung, enfim… Na ora de escolher todos preferimos esta marca em detrimento daquela. Mas sabe que você pode eventualmente ser mesmo alérgico à Canon?

Não é gozo, de fato, não é gozo mesmo. A Canon publicou recentemente na sua página oficial um aviso a todos aqueles que compraram  o seu equipamento entre 31 de maio e 15 de junho deste ano. Segundo a Canon, algumas das capas dianteiras estão (veja só) perdendo cor. Bem, se isto está a acontecer, muito provavelmente você poderá ser um dos felizescontemplados com equipamento defeituoso.

A verdade é que por vezes os grandes fabricantes nos pregam com cada partida, que até custa, por vezes, imaginar que vieram de fato daquela marca… tanta QUALIDADE, tantos sistemas de controle e afinal… enfim! Ainda no modelo anterior da tão afamada e excelente equipamento, que é a 5D Mk III, ouve aquela falha posteriormente corrigida na leitura da fotometria no sensor, agora, uma clara falha nos padrões de qualidade dos seus materiais.

Defeito nas capas frontais | Imagem: Canon

Defeito nas capas frontais | Imagem: Canon

O problema, como referi, prende-se com as capas dianteiras de algumas unidades da EOS Rebel T4i Digital SLR (EOS 650D/EOS KISS X6i), que tendem a ficar mais claras num curtíssimo espaço de tempo. Segundo informa a Canon essa coloração é provocada pela presença de Zinco.

Embora a quantidade de zinco seja em princípio apenas residual, a verdade é que pode causar reacções alérgicas, tais como uma erupção cutânea, ou, se esfregar os olhos após o contacto com a substância, pode ficar com os olhos vermelhos. O melhor é lavar bem as mãos para evitar estes problemas.

Veja aqui se o seu equipamento é um dos equipamentos com defeito, se for não perca tempo e leve-o a uma loja Canon. O problema em causa será resolvido gratuitamente.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Canon adiciona novas funcionalidades à EOS C300 e à EOS C300 PL

A Canon anunciou esta sexta feira uma nova actualização de firmware para as suas inovadoras EOS C300 e EOS C300 PL. Esta nova actualização, versão 1.0.5.1.00, adiciona a sincronização Genlock para entradas de sinal de 24.00P, 24.00PsF, 23.98P e 23.98psf. Para além disso, o novo firmware acrescenta também o idioma de coreano no sistema de menus.
O novo firmware estará disponível a partir do fim de Maio.

EOS 300C

EOS 300C

 Fonte: Canon   |   CEC 

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Porque não devo usar imagens web para impressão?

Existem imensos motivos para que não use imagens retiradas da internet nas suas impressões gráficas. Um bom motivo é que está  usar imagens de baixa qualidade com direitos de autor e, como tal, sujeito a futuros problemas judiciais. Mas deixemos a justiça de parte neste momento e foquemo-nos apenas nas imagens em si.

Uma imagem que se encontra disponibilizada na internet é em 90% dos casos uma imagem com apenas 72 dpi de forma a que a mesma seja mais leve e como tal surja mais rapidamente no seu monitor. Independentemente da imagem ter um centímetro  quadrado, ou um mtero quadrado, ela é normalmente composta numa resolução de apenas 72 dpi.

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

72vs300DPI1 © imagem: echoenduring.com

E depois? Qual é o problema?

Não deixa de ser uma imagem pois não?

A questão é a resolução da imagem, ou para simplificar, pode-se dizer por outras palavras que o importante é o nível de detalhe. Ora como pode a minha escolha de imagens afectar o nível de detalhe? Simples, nos tradicionais métodos de impressão as imagens coloridas são compostas por diferentes séries de pontos sobrepostos, a que se deu o nome de meios tons.  Significa isto que através de pontos, da forma dos mesmos e do seu tamanho, podemos criar uma imagem, mesmo com as limitações técnicas existentes no processo de impressão.

Dá-se o nome de DPI ao número de pontos usados por polegada para criar uma determinada imagem.  A título de curiosidade importa ressalvar que cada 1 polegada corresponde a 2,54 centímetros. A polegada é no entanto a unidade de medida padrão para se definir a resolução de uma imagem em design gráfico.

A regra básica, no que qualidade de imagem diz respeito é a seguinte e óbvia. Quanto mais pontos existirem por polegada numa imagem, mais nítida e detalhada será essa mesma imagem. Ora, a maioria das imagens existentes na internet são compostas por 72 pontos por cada polegada (72 DPI) no seu tamanho real (100%), ao passo que as imagens para impressão devem conter no mínimo 300 pontos por cada polegada (300 DPI) no seu tamanho real (100%), de forma a assegurar que as mesmas são legíveis e com detalhe suficiente para fazer passar a informação desejada.

A melhor forma de o demonstrar é com um exemplo. Imaginemos que baixamos uma imagem da internet e a mesma possui 72 DPI e 318 mm (12,5 polegadas). Quando esta imagem for impressa, será impressa com uns notáveis 1800 pontos. (72 DPI x 12,5  = 900 x 2 (lados) = 1800) Se a mesma imagem tivesse 300 DPI seriam necessários algo como 11250 pontos. Ou seja, se eu colocasse a tal imagem de 72 DPI impressa no tamanho real, eu veria uma imagem sem detalhe composta por imensos pontos. Se eu quisesse usar essa imagem que descarreguei na internet, mas com os devidos 300 DPI teria de a reduzir até encontrar um ponto de equilíbrio, ou seja os tais 300 pontos por cada polegada  (72 / 300 x 12,5 (comprimento ou largura). Ou seja, a imagem iria passar de um razoáveis 318 mm para uns meros 76 mm, ou seja, para se entender melhor, uma imagem com 31,8 cm a 72 DPI, teria de passar a ter apenas 7,6 cm se a quiséssemos imprimir com alguma qualidade e detalhe.

72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com
72vs300DPI © imagem: graficabythesea.com

Como você pode ver na imagem acima, ao imprimir uma imagem numa resolução baixa vai permitir que veja os diferentes pontos de cor que compõem a imagem, perdendo assim todo o detalhe pretendido. Se a mesma estiver com os 300 DPI pretendidos,  o ponto continua lá, mas de forma muito mais suave e difusa dando à imagem todo o detalhe necessário.

Porque motivo isso não acontece na sua impressora? Porque os processos de impressão são diferentes, mas deixemos isso para outra altura!

O que posso eu fazer de futuro para evitar esta situação?

Não é nada complicada a solução. De futuro e para garantir a melhor qualidade possível nos seus projectos de impressão, certifique-se que as suas imagens estão pelo menos com 300 dpi quando se encontram no tamanho em que você as quer imprimir. Se necessitar de ajuda, contacte-nos e teremos todo o gosto em o ajudar.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Ser comercial num mercado competitivo

Um bom comercial tem de oferecer a melhor proposta ao seu cliente ou então ter um grande trunfo na manga!

Ao fazer uma pesquisa para o meu post de hoje deparei-me com este vídeo, que para além de cómico, dá para tirar uma boa lição. E quase que se pode fazer uma comparação com o mundo competitivo em que vivemos.

Numa altura de crise como a que atravessámos, um comercial de qualquer que seja a empresa, ou é muito bom ou então tem grandes dificuldades em arranjar clientes. E para ser um bom comercial tem de conseguir apresentar bons motivos ao possível cliente para o conseguir convencer. E isso é mostrado no vídeo através das várias tentativas de ambas as personagens (que vão desde uma amostra de cenoura até ao absurdo de uma cenoura gigante) para convencer o coelho.

Depois, temos de saber quando é a altura de desistir e admitir que não se está à altura. Evitar criar guerras/conflitos com a concorrência. Porque senão deixamos de prestar a atenção devida ao cliente e aparece uma outra empresa e num piscar de olhos rouba-nos o cliente e nós nem damos conta.

Em suma: competição só é saudável até um certo limite! E muito importante, prestar sempre atenção ao cliente. Assim como um comercial vai bater à porta de uma empresa, também muitas outras fazem o mesmo. E basta alguém apresentar uma solução/proposta melhor para que se corra o risco de perder o cliente.


Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

Como estabelecer uma identidade nas Marcas

Cada vez mais é necessário que as empresas criem uma marca e que essa marca se distinga e as distinga da concorrência. Uma marca demora bastante tempo a ser criada, mas se for feita de forma eficaz, é um processo que vale bem todo o esforço encetado.

A marca nada mais é que a imagem pública da empresa, dos seus produtos, dos seus serviços… a marca é em suma a reputação da empresa, o seu valor acrescentado. Uma marca aliás, pode, se criada de forma consistente, determinar a percepção dos consumidores e suas expectativas. Uma marca para ter sucesso tem de incorporar a personalidade e valores dos colaboradores da sua empresa.

O objectivo de uma estratégia credível na identidade de uma marca é desenvolver de forma clara e criativa mensagens consistentes e de fácil memorização e enquadramento. Uma boa marca não comunica apenas com os seus atuais clientes, uma boa marca é capaz, através das suas mensagens, de comunicar com diferentes públicos, nos quais se devem incluir, obviamente, os clientes atuais, os potenciais e aqueles que têm uma ideia errada ou negativa da empresa.

Agora, convém ter em conta que estas mensagens têm de ser criativas, mas simples, concisas e diretas.

1.ª fase: Criar um logótipo

 

Algo que é crucial na criação de uma marca é a existente de um elemento gráfico, de um logótipo forte. Mas, é importante lembrar que o logótipo não é a marca em si, ele apenas simboliza visualmente os valores da marca e, pode servir de ponte emocional com o produto. Read more

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Nova marca EDP em exposição no Louvre

De acordo com vários jornais Stefan Sagmeister foi convidado pelo Museu de Louvre para fazer uma exposição sobre marcas.   Stefan Sagmeister  escolheu para apresentação na exposição do Louvre a nova marca da EDP, o que segundo o director de marca e comunicação da EDP ( Paulo Campos Costa), é a primeira vez que uma marca Portuguesa é exposta no Louvre. Obviamente que isso é muito bom , quer para a EDP, quer para Portugal.

Nova marca EDP em exposição no Louvre

Nova marca EDP em exposição no Louvre

Está prevista que esta exposição abra ao público no próximo mês de Setembro.

De recordar que na passada sexta feira (dia 01 de Julho), o grupo EDP apresentou a sua nova imagem, imagem essa criada pelo designer  Stefan Sagmeister, que, entre outros trabalhos é também o responsável pela criação da  capa do álbum Bridges to Babylon, dos Rolling Stones em 1997, bem como de alguns trabalhos para a Levi’s ou por exemplo o logótipo da Casa da Música, no Porto, entre muitos outros.

Viva a nossa energia é igualmente a assinatura de comunicação da EDP, assinatura essa que traduz o posicionamento da marca centrada no consumidor, destacando para ele um papel mais activo e consciente no sector da energia, quer seja na adopção de práticas com menos impacto ambiental, quer através da crescente tendência do consumidor-produtor, como já acontece através das energias eólica e solar.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Adwords, o que é?

AdWords é um serviço da Google que consiste em colocar anúncios sob a forma de links. É uma forma de se conseguir fazer publicidade  altamente segmentada e com bastante retorno, pois é baseada em sistemas transparentes que transmitem confiança ao anunciante, oferecendo-lhe além de um retorno quase garantido, a certeza de que gasta apenas o valor necessário para atingir o seu público alvo. Os sistemas usados pela empresa são o de custo por clique (CPC), custo por impressões (CPM) ou de custo por ação (CPA) independentemente de qual seja o seu orçamento. Estes anúncios podem ser exibidos juntamente com os resultados de pesquisa do motor de busca da empresa, como em outros sites filiados como é o caso do nosso blogue.

É sem dúvida muito mais vantajoso investir neste meio de publicidade verdadeiramente segmentado, que, por exemplo, em revistas ou spots de rádio, que além de ser bastante mais dispendiosos, abrangem um público muito mais vasto e claramente menos trabalhado.

Vantagens

  • Capacidade e possibilidade de anunciar apenas a potenciais clientes e, quando estes procuram produtos semelhantes ao seu.
  • Alcançar um público mais vasto do que qualquer outro meio.
  • Este serviço da google é visto por cerca de 80% dos utilizadores de Internet.
  • Gastos mais reduzidos em Marketing, pois apenas anuncia a pessoas propensas a comprar os seus produtos.
  • Segmentar clientes por idades, zonas geográficas, entre outras.
  • Paga apenas àqueles que clicam nos seus anúncios. Não gaste mais do que o estritamente necessário.

O funcionamento do Custo por clique

No AdWords você define o CPC Máximo que deseja pagar por cada visita gerada. Porém o CPC Real é definido como 0,01€ acima do mínimo necessário para manter a posição do seu anúncio, ou seja, se por exemplo definiu o CPC máximo para a palavra “blogues de fotografia” com o valor de 0,20€ e o próximo anunciante definiu como 0,36€, então a Google cobra-lhe 0,37 para ser o seu anúncio o clicado.

Um clique ocorre quando um utilizador vê o seu anúncio, clica nele e essa ação leva-o para o seu Web site.

Saiba mais vendo esta pequena apresentação da própria empresa.


O mais importante!

[ALO-EASYMAIL-PAGE]

Bem, o mais importante é que temos de momento mais de 1500 euros em vales da google para sortear e distribuir pelos nossos clientes, leitores e visitantes.  

Para tal pedimos apenas que assinem a nossa newsletter. Mensalmente iremos sortear 4 vales de 75€ para poderem experimentar e ver os resultados que daí conseguem.

Estão à espera de quê?

Related Posts with Thumbnails

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.