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Helvética

Helvética é uma fonte tipográfica sem-serifa considerada como uma das mais populares em todo o mundo. Foi criada em 1957 pelos designers Max Miedinger e Eduard Hoffmann, na Suiça. Devido às preocupações queoriginaram seu desenho, é uma das fontes mais associadas ao modernismo no design gráfico. O objetivo deste design foi de criar uma tipografia neutra, claro, sem significados culturais, de fácil legibilidade e que pudesse ser usado em diferentes tipos de suporte: desde sinais de trânsito até impressos em papel.

A fonte é baseada numa tipografia mais antiga chamada Akzidenz Grotesk, criada em 1898. A Helvética, originalmente chamada de Haas Grotesk, é uma fonte sem serifa, bastante limpa e um dos princípios do seu projecto foi a máxima legibilidade. A fonte tornou-se bastante popular na década de 1960, sendo utilizada em praticamente qualquer aplicação, a expressão “Se não souber o que usar, use Helvetica”, tornou-se famosa. Em 1983, a empresa Linotype lançou a Neue Helvetica (nome alemão para “Nova Helvética”), um redesenho otimizado desta fonte.

O nome desta fonte surgiu da ideia inicial que a fonte se chamasse Helvetia (nome da Suíça em latim). Entretanto, consideraram muita pretensão batizar uma fonte com o nome de uma nação. Dessa forma resolveram alterar o nome para Helvetica (de Confederatio Helvetica) para que tivesse um alcance maior no marketing internacional. Entre as empresas mais famosas que usam Helvetica nas suas marcas incluem a 3M, American Airlines, a rede de jornalismo BBC News, Boeing, Jeep, linhas aéreas Lufthansa, Microsoft, Panasonic e muitas outras. A fonte está até impressa nos ônibus espacial da NASA, além de ter seu próprio filme. Helvética é considerada a fonte mais famosa de sempre.

Embalagem

A embalagem pode ter várias formas, feitios, cores e convem que seja sempre apelativa, pois é ela que vai fazer com que o produto tenha sucesso…ou não. Posto isto, se precisa de inspiração para conceber uma embalagem deixo aqui algumas imagens de exemplos bem apelativos.

Manuel Cargaleiro

Pintor e ceramista de grande relevo, Manuel Cargaleiro nasceu a 16 de Março de 1927 em Chão das Servas no concelho de Vila Velha de Ródão. Desde muito cedo ligado à Margem Sul, nos concelhos de Almada e Seixal, Manuel Cargaleiro sentiu desde sempre uma forte vocação para as artes. Inscreveu-se na Faculdade de Ciências de Lisboa e chegou a trabalhar num banco, mas frequentava as aulas livres da Academia de Belas-Artes e o atelier de olaria de José Trindade. Em 1949 participou no I Salão de Cerâmica do SNI, vindo a receber o Prémio Nacional de Cerâmica em 1954, quando foi convidado para lecionar na Escola António Arroio. Como bolseiro do Governo italiano, estuda cerâmica em Faenza, Roma e Florença. Estagia mais tarde na Fábrica de Faiança de Gien, em França, com o patrocínio da Fundação Calouste Gulbenkian.
Parte para Paris, vindo a expor igualmente em Tóquio, Turim, Milão, Rio de Janeiro, Lourenço Marques, Luanda, etc. Na sua pintura pode distinguir-se um sentido ornamental e decorativo, a opção pela bidimensionalidade e a negação da profundidade, de tal maneira que o trabalho da tela se confunde com o dos azulejos, na repetição dos quadriláteros, nos azuis, na necessidade de um enquadramento. Nos seus azulejos, impera a espontaneidade da pincelada. Assume-os como obra de arte, datada e assinada. A obra de Cargaleiro representa a extroversão, a luminosidade, o optimismo e a sensualidade do carácter mediterrânico. Actualmente existe o Museu Cargaleiro que é dedicado inteiramente ao artista, encontra-se instalado no solar dos Cavaleiros em Castelo Branco.

UNHATE

Unhate trata-de da mais recente campanha da Benetton, e que é mais uma vez um pouco chocante. Já aqui falamos sobre a estratégia publicitária da marca neste post. Resumindamente o que a marca pretende é ‘vender ideias’ ou ‘valores’. Pois bem, é o que acontece com esta nova campanha. À primeira vista, estas fotomontagens são agressivas e podem chocar, mas se tentarmos perceber o porquê delas e qual o objetivo deixa de o ser. O ódio é o tema desta campanha…o objectivo é que as pessoas reflictam sobre isso e se abra as mentes para terminar com este sentimento tão mau. Como é óbvio a campanha não vai acabar com o ódio, mas pelo menos fará as pessoas reflectirem. Numa análise a estas imagens, reparamos que o beijo (símbolo do amor) é o meio para que todos os que se odeiem se reconciliem, ou seja, a única forma de acabar com o ódio, não é mais ódio mas sim amor. São imagens simbólicas de reconciliação, talvez com um toque de ironia mas que nos levam à reflexão.

Alessandro Benetton, vice-presidente executivo do Benetton Group, afirmou «Se o amor global continua a ser uma utopia ainda que compartilhável, o convite a ‘não odiar’, a opor-se contra a ‘cultura do ódio’, representa um objectivo ambicioso, mas realista.»

Alfabeto no dia-a-dia

O artista e fotógrafo Bela Borsodi criou uma série de visuais denominados ‘Alphabets Everyday’ que consistiu em registar elementos tipográfico de situações quotidianas formando a palavra Alphabets.

Incrível como cenários completamente normais do nosso quotidiano podem dar origem a elementos tipográficos. Caso para dizer, a inspiração está em todo o lado.

Fonte: fubiz

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