Archive for Novembro 12th, 2012

Conseguir emprego pode depender da sua caligrafia

Hoje em nada mais se ouve que não sejam más notícias, austeridade e aumento do desemprego. Assim, hoje, decidi optar por sair um pouquinho fora do tema, mas mantendo o tema no centro de qualquer das formas, ou seja, sem fugir ao tema dos tipos de letra, optei por esboçar um pouco o problema da caligrafia, da nossa caligrafia.

É de todos sabido a luta que foi, quando eramos pirralhos, nas escolas primárias, com os nossos saudosos professores, conseguir desenhar os caracteres de forma perfeita. Não diferiam muito da imagem abaixo, com todos aqueles rebuscados tão típicos da época.

Imagem: Imagens com Texto

Com o passar dos tempos a nossa caligrafia foi-se alterando, alterando ao ponto de muitas vezes ser necessário um audaz tradutor para conseguir levar a avante a perceção de apenas algumas poucas palavras. Não sei se é do stress, da falta de jeito, ou simplesmente do comodismo a que nos adaptamos.

Imagem: Disparate Verbal

Imagem: Disparate Verbal

A verdade é que a nossa caligrafia diz muito de nós e pode ser um fator determinante para a aquisição ou não de determinado emprego. Encontrar a pessoa certa e que reúna todos os requisitos necessários para determinado emprego, pode ser, aliás, é, cada vez mais um autêntico quebra-cabeças. Assim, os departamentos de recursos humanos, também conhecidos simplesmente pelas siglas RH, exigem cada vez mais das entrevistas, escarafuncham cada vez mais a nossa personalidade, mesmo que seja de forma subtil e, um dos pormenores que hoje em dia se dá especial atenção é precisamente à forma como é preenchida a ficha de candidatura, não só pelo seu conteúdo, como pela sua caligrafia.

Segundo Maria Teresa Graells Nonell, grafóloga e autora do livro Ler a sua assinatura, “a assinatura é como que uma biografia abreviada de cada um”, pois “através da análise de alguns símbolos gráficos, podemos conhecer a aptidões intelectuais do sujeito em causa, bem como obter muita informação sobre a sua inteligência e o seu nível cultural, sua forma de racionalização e que habilidade tem para tecer opiniões, fazer juízos de valores, emitir críticas, etc.” Continua Maria Teresa Graells Nonell dizendo que a assinatura de cada um “também nos diz muito sobre a sua personalidade, criatividade, ou mesmo a sua habilidade para ne gociar, comunicar e argumentar”.

Por isso, já sabe, da próxima vez que se candidatar a um novo projeto de trabalho, tenha em conta mais este elemento.

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