Morreu Sergio Pininfarina
Uma perca enorme para o mundo em geral, mas principalmente para o mundo automóvel.
Faleceu na passada terça feira, aos 86 anos, um génio da indústria automóvel, falamos do engenheiro italiano Sergio Pininfarina, ele via um automóvel como uma obra de arte, numa altura em que o mundo os via somente como meros meios de transporte.
Sob o lema de que um carro não é só um meio de transporte, Sergio Pininfarina, criou alguns dos mais belos carros da indústria automóvel, principalmente quando falamos em Ferraris.
No final da década de 50 tornou-se um dos primeiros verdadeiros designers da indústria automóvel, situação esta, que nem mesmo ele alguma vez tinha imaginado.
Sergio Pininfarina só tinha o sonho de ser como o seu pai, Battista Farina, fundador da empresa, em 1930, com o nome de família, Carrozzeria Pinin Farina. Queria trabalhar na produção dos carros, mas cedo se apercebeu que o seu maior jeito seria mesmo para os desenhar.
Com a ajuda e incentivo do seu pai, Sergio formou-se em engenharia industrial. Logo pós terminar o curso, Battista Farina, já convicto do talento e visão inovadora do seu filho trouxe-o para perto de si, e definiu como meta tornar Sergio Pininfarina o mais famoso Farina de sempre.Esta não seria uma tarefa fácil já que o seu primo era Giuseppe Farina, o primeiro campeão do mundo de Fórmula 1. Mas Sergio Farina distinguiu-se do resto da família até no nome. O pai, Battista Farina, ficou a alcunha de “Pinin” por ser o mais novo de onze irmãos. Esta alcunha agradou-lhe tanto que a adotou e anexou-a ao nome de família, Pininfarina.
Quando Sergio assumiu o comando da empresa, por indicação do pai, juntamente com o cunhado Rezno Carli, em 1956, não teve a vida nada simplificada. A ligação com a Ferrari tinha sido já feita à quatro anos atrás, mas Enzo Ferrari não queria trabalhar com ele por variadas divergências, principalmente a nível da mecânica dos carros.
Mas num curto espaço de tempo Sergio provou à Ferrari que era mais que competente para conduzir o legado do seu pai.
Ao longo do tempo o seu principal cliente foi a Ferrari, onde entre muitos modelos, desenhou autênticas lendas dos automóveis como por exemplo o 288 GTO, o Testarossa ou o F40.
Trabalhou também para a Fiat, Lancia, Alfa Romeo, Peugeot, Rolls Royce, Mitsubishi e para a extinta Nash.
A sua aplicação em todos os sectores da empresa era imensa, ele criava os projetos e colaborava diretamente em todo o processo produtivo.
Em 1996 quando o seu pai faleceu, assumiu a presidência da empresa e o “menino” que só queria ser como o pai expandiu o nome da família por todo o mundo. A empresa esteve sobre sua direção até 2002. Foram praticamente 50 anos de prosperidade, onde a produção aumentou 10 000%, antes de Sergio a produção era de 524 unidades por ano, depois chegou aos 50 mil.
Sergio foi um dos primeiros a apoiar a redução das emissões produzidas pelos automóveis e a incentivar a poupança de combustível.
Nos anos 70 voltou à sua Universidade Politécnica de Turim, desta feita para dar aulas de design automóvel.
Em 2005 é nomeado senador vitalício pelo presidente italiano Carlo Azeglio Ciampi.
Mas nesta fase o que Sergio Pininfarina mais queria era dar ao filho a oportunidade que o seu pai lhe tinha dado. Andrea assume a empresa em 2002, mas passados 6 anos morre num acidente de viação. Sergio Pininfarina nunca mais se recupera da perca do seu filho.
Após tal tragédia familiar, aliada à conjuntura político-económica da atualidade leva a que em 2011 a Pininfarina abandone a produção automóvel.
Na atualidade a empresa mantém-se em atividade mas somente com departamentos de design, engenharia e investigação e de desenvolvimento de carros elétricos.
Faleceu na passada terça feira, aos 86 anos, um génio da indústria automóvel, falamos do engenheiro italiano Sergio Pininfarina, ele via um automóvel como uma obra de arte, numa altura em que o mundo os via somente como meros meios de transporte.
Sob o lema de que um carro não é só um meio de transporte, Sergio Pininfarina, criou alguns dos mais belos carros da indústria automóvel, principalmente quando falamos em Ferraris.
No final da década de 50 tornou-se um dos primeiros verdadeiros designers da indústria automóvel, situação esta, que nem mesmo ele alguma vez tinha imaginado.
Sergio Pininfarina só tinha o sonho de ser como o seu pai, Battista Farina, fundador da empresa, em 1930, com o nome de família, Carrozzeria Pinin Farina. Queria trabalhar na produção dos carros, mas cedo se apercebeu que o seu maior jeito seria mesmo para os desenhar.
Com a ajuda e incentivo do seu pai, Sergio formou-se em engenharia industrial. Logo pós terminar o curso, Battista Farina, já convicto do talento e visão inovadora do seu filho trouxe-o para perto de si, e definiu como meta tornar Sergio Pininfarina o mais famoso Farina de sempre.
Esta não seria uma tarefa fácil já que o seu primo era Giuseppe Farina, o primeiro campeão do mundo de Fórmula 1. Mas Sergio Farina distinguiu-se do resto da família até no nome. O pai, Battista Farina, ficou a alcunha de “Pinin” por ser o mais novo de onze irmãos. Esta alcunha agradou-lhe tanto que a adotou e anexou-a ao nome de família, Pininfarina.
Quando Sergio assumiu o comando da empresa, por indicação do pai, juntamente com o cunhado Rezno Carli, em 1956, não teve a vida nada simplificada. A ligação com a Ferrari tinha sido já feita à quatro anos atrás, mas Enzo Ferrari não queria trabalhar com ele por variadas divergências, principalmente a nível da mecânica dos carros.
Mas num curto espaço de tempo Sergio provou à Ferrari que era mais que competente para conduzir o legado do seu pai.
Ao longo do tempo o seu principal cliente foi a Ferrari, onde entre muitos modelos, desenhou autênticas lendas dos automóveis como por exemplo o 288 GTO, o Testarossa ou o F40.
Trabalhou também para a Fiat, Lancia, Alfa Romeo, Peugeot, Rolls Royce, Mitsubishi e para a extinta Nash.
A sua aplicação em todos os sectores da empresa era imensa, ele criava os projetos e colaborava diretamente em todo o processo produtivo.
Em 1996 quando o seu pai faleceu, assumiu a presidência da empresa e o “menino” que só queria ser como o pai expandiu o nome da família por todo o mundo. A empresa esteve sobre sua direção até 2002. Foram praticamente 50 anos de prosperidade, onde a produção aumentou 10 000%, antes de Sergio a produção era de 524 unidades por ano, depois chegou aos 50 mil.
Sergio foi um dos primeiros a apoiar a redução das emissões produzidas pelos automóveis e a incentivar a poupança de combustível.
Nos anos 70 voltou à sua Universidade Politécnica de Turim, desta feita para dar aulas de design automóvel.
Em 2005 é nomeado senador vitalício pelo presidente italiano Carlo Azeglio Ciampi.
Mas nesta fase o que Sergio Pininfarina mais queria era dar ao filho a oportunidade que o seu pai lhe tinha dado. Andrea assume a empresa em 2002, mas passados 6 anos morre num acidente de viação. Sergio Pininfarina nunca mais se recupera da perca do seu filho.
Após tal tragédia familiar, aliada à conjuntura político-económica da atualidade leva a que em 2011 a Pininfarina abandone a produção automóvel.
Na atualidade a empresa mantém-se em atividade mas somente com departamentos de design, engenharia e investigação e de desenvolvimento de carros elétricos.




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