Archive for Dezembro, 2011

Arquitetura – Torre de Belém

Como a escultura é uma das principais formas de arte que podemos apreciar, hoje deixamos uma descrição de um dos monumentos mais embelemáticos do nosso país, a Torre de Belém.

Um imponente monumento militar, que era um símbolo do poder de D. Manuel, que o mandou construir no final do seu reinado (entre 1515 e 1519). Enquanto no exterior se destaca o rendilhado dos domos, balcões e guaritas, no interior sobressaem a casamata e as masmorras.

1 – Exterior da Torre de Belém

2 – Baluarte

3 – Terraço do Baluarte

4 – Fachada Sul da Torre

5 – Sala do Governador

6 – Sala dos Reis

7 – Sala das Audiências

8 – Capela

9 – Terraço da Torre

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A gota de Sofia

Estamos mesmo na reta final de mais um ano. Amanhã à noite, mais uma vez será tradição em muitos lares portugueses o nosso bom amigo bacalhau. A pensar nesse ritual, optei por apresentar-vos hoje, mais uma embalagem de azeite, desta feita, não o nosso conceituadíssimo Azeite Gallo, com as suas edições especiais, nem mesmo da sua colheita ao luar, bem útil para o serão de amanhã, nem vos quero falar do Azeite Oliveira da Serra, igualmente uma das mais afamadas e prestigiadas marcas nacionais. Não. Hoje quero falar-vos de um outro azeite, também do mediterrâneo. Anteriormente já aqui havíamos apresentado o Capriolo, uma marca de topo, no que ao azeite italiano diz respeito. Hoje quero-vos apresentar um azeite da Sofia, ou seja, da Grécia.

Sofia's drop | imagem: The Dieline

Sofia's drop | imagem: The Dieline

Hoje quero-vos apresentar a “Sofia’s drop”, uma embalagem que é uma gota de sabedoria, mestria e inclusive de design. Este azeite é proveniente de uma região inóspita, chamada Peloponeso, obviamente da Grécia. Peloponeso significa, traduzindo no seu sentido mais lato, tesouro cultural e natural. Podemos portanto assim dizer que se juntaram sinergias entre os deuses daquele céu grego e, a amada e inestimável sabedoria daquele povo, que mesmo em tempos de provação, soube dar à antiga terra dos seus antepassados o amor e a dedicação perfeita para que aquela simbiose entre deus e os homens, entre o profano e o mítico, entre a terra e a cultura, fizesse surgir vindo dos céus uma “gota de sofia”, uma criação com um excepcional valor nutritivo, repleto de sabores ancestrais, nos quais, os fatores humanos foram reduzidos ao menor impacto possível.

Sofia's drop | imagem: The Dieline

Sofia's drop | imagem: The Dieline

A embalagem é uma criação de Kosmas Apatangelos, um reconhecido estúdio de design, com vários prémios além fronteiras, na sua grande maioria relacionados com a embalagem. A sua mais recente criação, a “gota de sofia” é disso mesmo uma real prova conseguindo arrecadar o segundo grande prémio nacional em Design de embalagem.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

E mais uma vez a Coca Cola surpreende…

Já todos sabemos que as publicidades da coca-cola são, regra geral, excelentes. E são de tal forma diferentes e originais que se tornam especiais.

Todos os anos na altura do Natal sai uma campanha da Coca-Cola. Quem não se lembra da urso a beber uma garrafa da marca, ou então a do comboio? Para não falar do Pai Natal. Não há melhor publicidade no Mundo do que a do Pai Natal!

Mas este ano surgiu uma publicidade diferente. Uma publicidade que apela a uma perspetiva diferente.


Já que nas notícias, todos os meios de comnicação social, conversas do dia-a-dia e basicamente todas as horas do nosso dia, não se consegue ver outra coisa, senão tristezas, dificuldades, crise, pobreza… a Coca-cola decidiu este ano inspirar os portugueses ao menos durantes uns dias, a verem a possibilidade de um futuro melhor. A ao menos terem essa esperança… É que se nos deixarmos vencer pela atualidade, se só virmos as coisas más e deixar-mos de pensar nas coisas boas que nos acontecem, cada vez é pior e cada vez ficamos mais desanimados.

Por isso, hoje o artigo é um voto de esperança. Um voto de esperança de que todos os portugueses que tenham visto este anúncio tenham visto uma luz ao fundo do túnel. As dificuldades existem, é verdade, mas temos de ver para além delas. A vida também tem coisas boas, e se virmos bem, por cada dia de chuva há dois de sol. Reparemos melhor nas coisas boas que nos rodeiam.

Desejo-vos um bom ano de 2012. Que seja melhor que 2011 e pior que 2013 :P

Até para o ano!


 

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

O Postal de Natal a Alta Velocidade

A ideia da divisão de desportivos da BMW, a BMW M, foi de desenhar um postal de natal com temas alusivos à respetiva época.

Até aqui nada de anormal, mas se acrescentar-mos o novo BMW M5 de 560cv, um piloto profissional e um ilustrador suíço à “receita”, as coisas mudam de figura…A M propôs o desafio a Gavin Patterson, um ilustrador suíço. Desenhar um postal de natal dentro do novo M5 enquanto este era conduzido por Gavin Patterson, um piloto profissional, tendo como cenário o circuito francês de l’Anneau Du Rhin. Read more

Johannes Heesters faleceu…

Provavelmente o nome diz-lhe tanto a si como a mim, ou talvez não? Se lhe diz assim tão pouco, passo a explicar. Johannes Heesters é (ou era) o artista mais velho do Mundo.

No passado sábado, véspera de Natal, faleceu o homem que é considerado pelo “Guiness Book” como o artista mais velho do mundo –  108 anos de vida e 90 anos de carreira!

Era tenor e actor holandês e esteve envolto em várias polémicas ao longo do seu percurso e nunca se livrou da reputação de simpatizante do regime nazi de Hitler.  Com mais de nove mil actuações em peças de teatro, musicais e filmes, Heesters terá sido um apoiante de Hitler, que seria também um apreciador do trabalho do actor.

Já este ano, o debilitado Heesters ainda participou numa curta-metragem com o título “Ten”, naquele que foi o seu último trabalho conhecido. Na carreira como cantor, o último lançamento foi o single “Generationen”, de 2007.

fonte: JN 

Isabel Rocha

Licenciada em Ciências da Comunicação pela Universidade de Trás-os-Montes e Alto Douro. Atualmente a trabalhar na empresa Conceitos Diferentes, Lda.

A Impressão Digital é mais barata?

A crescente e constante evolução da tecnologia relativa à impressão digital, trouxe consigo enormes avanços técnicos, mais opções e novas e melhores funcionalidades para impressão comercial, empresarial e de marketing atual. No entanto, no meio de tudo isto, as pessoas confundem-se e chegam a um ponto que não sabem qual o melhor processo de impressão: se o digital, se o offsset. Vamos, hoje, tentar ajudar um pouco nesse sentido.

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Impressão offset, corpo a corpo | Imagem: www.tisk-knjig.si

Antes de continuar, julgo ser importante recordar como funciona o atual sistema de impressão offsset convencional, também chamado de litografia offset. O sistema offsset tradicional (processo de impressão indirecta) funciona com matrizes produzidas através do uso de chapas de alumínio que servem de meio de gravação e, ao mesmo tempo, como meio de transferência da imagem para o material físico a imprimir (normalmente papel). O sistema offset tradicional é, desde a segunda metade do século passado, o principal processo de impressão e o mais usado, tanto em embalagens como os mais variados documentos impressos e de marketing, garantindo sempre uma excelente  qualidade (a qualidade média cifra-se em 175~200 linhas) para médias e grandes tiragens em praticamente em qualquer tipo de papel e, inclusive, alguns suportes “plásticos”, como por exemplo o poliestireno.

Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com
Sistema de impressão Offset | Imagem: portaldasartesgraficas.com

No sistema de impressão indirecta, como já referido anteriormente, existe um objecto entre a matriz e o papel, ao qual se deu o nome de cauchú ou blanqueta. A imagem encontra-se na matriz (antigamente, era necessário o uso de fotolitos para passar a imagem do computador para a chapa. Hoje em dia esse processo é feito automaticamente através do uso de CPS’s) denominada de  chapa e, daqui é transferida para um cilindro coberto com borracha (o tal cauchú) e daí, finalmente, para o suporte físico, vulgarmente papel. Em suma podemos dizer que a matriz (chapa) imprime o cauchú e este o papel. Como podemos ver na imagem, este processo tem de ser repetido por cada cor (CMYK), uma vez que cada corpo da máquina possui apenas uma cor; por outras palavras, a “impressora” imprime uma cor de cada vez até, por adição, imprimir todo o trabalho.

A impressão digital por sua vez, funciona através de um processo muito mais simples e elimina grande parte desta mecânica convencional e acima de tudo, reduz enormemente os custo de preparação e acerto de máquina, sendo por isso muito útil e prática para a realização de provas de cor e alguns trabalhos. Mas… quais as vantagens e desvantagens? Qual é a melhor opção?

Vantagens da impressão  Digital

  • Tempos de execução extremamente mais curtos.
  • Não necessita de acertos de cor, pois a primeira impressão é igual à última.
  • Tiragem certa; menos desperdício e menos variações.
  • Custo mais baixo até cerca de 1250 tiragens.
  • Impressão de dados variáveis.

 

Vantagens de Offset

  • Maior qualidade de imagem.
  • Maior gama de suportes e superfícies de impressão.
  • O custo unitário cai imenso quando a quantidade sobe.
  • Possibilidade de, em impressão folha a folha, suportar formatos maiores de impressão, logo melhor aproveitamento e menores tiragens.

 

 Ainda indeciso? Aqui vai mais uma ajuda:

Quantidade: A impressão offset tem bastantes custos fixos. Em pequenas tiragens o custo da impressão offsset será certamente elevado, mas se aumentar as quantidades, o o custo unitário cai imenso na impressão offset, pois ao contrário da impressão digital, os seus custos variáveis são bastante reduzidos. Em suma: pequenas quantidades opte pela impressão digital, mas em grandes quantidades pense offset.

Suporte de impressão: Necessita de um papel especial ou de um acabamento fora do comum? Pois bem, embora as opções de diferentes materiais e acabamentos estejam a aumentar de dia para dia no mundo do digital, a verdade é que a impressão offset ainda é quem oferece maior flexibilidade.

Cor: As máquina de impressão digital usam normalmente quatro cores (CMYK) de impressão no seu processo, embora algumas já imprimam também em cores Pantone® (cores directas).

 Se necessitar apenas de efectuar uma impressão a uma cor, por exemplo verde, a melhor opção será sem dúvida a impressão offset, pois na impressão digital será necessário recorrer ao sistema de quadricromia, enquanto que no sistema offset, a mesma impressão poderá ser executada recorrendo apenas a uma cor composta (neste caso, o verde).

Se necessita de uma impressão em selecção de cor ou quadricromia (vulgarmente chamada de impressão a quatro cores) o ideal poderá ser a impressão digital, pois quase de certeza irá oferecer-lhe menores custos iniciais.

Se por outro lado planeia efectuar uma impressão em cores directas através do Pantone Matching System ®, a impressão offset vai-lhe oferecer uma maior gama de cores, uma melhor correspondência e maior realismo.

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

impressao digital Heidelberg | imagem: www.instantprinting.org

Prazos: Se o prazo é curto, o digital oferece-lhe quase sempre melhores prazos de entrega.

Povas de cor: O Digital oferece provas precisas e no material que deseja imprimir no final o seu projecto. As provas de cor no processo offset são extremamente caras, quase proibitivas.

Personalização: Não pense mais! A impressão digital oferece-lhe esse serviço a um custo impossível de combater no processo offset, por isso, bem que podemos dizer que impressão personalizada, só se for impressão digital.

Ainda continua com dúvidas? Coloque-as, quem sabe poderemos ajudá-lo.

Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.

Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo

A exposição de fotografia “Harold Edgerton – Fragmentos de Tempo”, reúne um conjunto 58 imagens do seu vasto reportório icónico. Este cientista e fotógrafo foi pioneiro na fotografia de alta velocidade. Com esta exposição pretende-se recuperar alguns dos magníficos instantâneos que Harold Edgerton (1903-1990) partilhou e legou à história da fotografia. Esta surpreendente exposição expande a nossa percepção acerca da beleza da rarefacção da beleza do movimento.

Fraguementos de Tempo

Fragmentos de Tempo

Na segunda metade da década de 1930, e através da utilização de luz estroboscópica Harold espantou o mundo, quando conseguiu pela primeira vez parar o tempo numa imagem fotográfica, capturando assim fascinantes imagens de sequências de um determinado movimento, movimento este, que de outra forma seria imperceptível ao olho humano. Não sei se a sua motivação era científica ou artística, mas a verdade é que vale a pena olhar atentamente para toda a sua obra.

Esta exposição, patente no  Jardim Botânico do Porto (Rua de Campo Alegre, 1191), é inserida nas  comemorações do Centenário da Universidade do Porto e da sua Faculdade de Ciências (FCUP). Até dia 08 de Janeiro de 2012, entre as 14:30 e as 18:30, de Quarta-feira a Domingo, não deixe passar a oportunidade e visite, pois afinal de contas, e em tempos de crise, não existe desculpa quando o acesso é gratuito.

Clique aqui para ouvir o spot publicitário a este evento que tem o patrocínio da Rádio Nova. Pode ainda aceder a esta divulgação feita por Inês Fonseca Santos em Câmara Clara, um programa da RTP.

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Paulo Rocha

Nascido a 15 de Janeiro de 1979 em Santiago de Bougado, Trofa, Portugal. Apaixonado por Fotografia, Artes Gráficas e Turismo Rural/Ambiental. Actualmente assume as funcões de Director Criativo na empresa Conceitos Diferentes Lda, em Vila Nova de Famalicão.