Archive for Agosto, 2011

Anos 80 – Década de Ouro do Automobilismo

Decidimos mostrar hoje um dos melhores vídeos de homenágem ao desposto automóvel que alguma vez vimos. São cerca de 5 minutos realizados por Antti Kalhola repletos de boas recordações, onde quem realmente gosta de automóveis e de competição automóvel pode rever os bons e os maus momentos de uma década em que a competição automovel sofreu gandes modificações.

Desde as vitórias às derrotas, passando pelas grandes perdas humanas, tais como Ayrton Senna, Henri Toivonen, Colin Mcrae, Gilles Villeneuve entre muitos outros, aos quais deixamos aqui a nossa sentida homenágem e um agradecimento por terem proprocinado tantas emossões aos amantes do desporto automóvel.


Um calendário para inspirar e pensar

À primeira vista pode parecer mais um calendário com modelos muitos bonitas e decotes muito grandes. Mas não é. Quer dizer, é, mas não é. Não podemos resumir a tão pouco quanto isso. Para além disso, este calendário tem conteúdo, tem um segundo sentido!

A acção é da Surfrider Foundation (Europa), fundação criada em 1990 por surfistas preocupados na preservação do oceano e das suas praias.

As fotografias trazem-nos modelos com bikinis de petróleo para que relembremos o derramamento catastrófico no Golfo do México no ano passado, sem contar com todos os outros ao redor do mundo. Um contraste entre o límpido azul da água que todos tanto valorizámos e o sujo preto do petróleo, que constantemente estraga as lindas paisagens e prejudica imenso a vida marinha.

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Escolher tipos de letra

A escolha do tipo de letra para um Designer é uma tarefa importantíssima e com algum grau de complexidade. Ao fazer a selecção o criativo tem de ter em conta quais as finalidades do projecto, que mensagem quer transmitir, etc. Como li no texto de um blog : ‘ São muitos os fatores que influenciam essa decisão, como a adequação ao objetivo comunicacional, género, processo reprodutivo, condições de visualização, níveis de informação, idioma, contexto histórico, legibilidade, além do alinhamento retórico ao discurso da mensagem.’

Muito se fala sobre a escolha apropriada da face tipográfica, levando-se em conta os diferentes fatores da comunicação, mas uma das mais difíceis decisões recai sobre o valor semântico, no que diz respeito ao significado ou personalidade da forma da letra. A dificuldade vem do fato de ser um fator subjetivo, de difícil mensuração.

Mas será que as fontes tipográficas têm personalidade própria ou são as pessoas e quem as interpreta que lhe confere a personalidade? Na minha opinião a interpretação da fonte não é independente da sua involvência, ou seja, todos os restantes elementos gráficos que circundam a fonte e os que estão associados à fonte (tais como o seu tamanho, cor) lhe conferem determinado significado. Assim como o indíviduo que a interpreta lhe pode conferir diferentes significados. Citando de novo o texto do blog ‘O significado não está nas palavras, nem nas faces tipográficas, ele está nas pessoas. E esse significado é construído segundo o contexto, de modo que cada situação pode modificar completamente a voz ou personalidade do signo. Não são as partes isoladas que conferem significado à forma e sim suas relações com o contexto, tanto no nível interno do objeto, quanto nos níveis fora dele, que incluem contexto cultural, fisiológico, cognitivo etc. Como disse Fernando Pessoa, “o que vemos não é o que vemos, senão o que somos”.’

Podemos concluir assim, que a ‘personalidade’ não pertence à fonte tipográfica mas sim à relação dinâmica que surge num contexto de uso real. Explicando isto de uma maneira mais simplificada, as pessoas ao ‘lerem’ um trabalho gráfico não vão observar e avaliar apenas a fonte escolhida mas todo o conjunto do trabalho, tipo de disposição, outros elementos utilizados, etc.

Cabe ao Designer saber que fonte tipográfica utilizar adequando-a ao tipo de trabalho e para além disso saber encaixando-a no conjunto do trabalho, só assim a fonte vai ganhar ‘vida’.

Deixamos em seguida um video humoristico sobre fontes.

 Fonte: blog

Nikon Coolpix AW100 à prova de água e quedas

Um dos principais problemas quando fazemos saídas fotográficas (1.º Sábado de cada mês) e saídas de convívio (2.º Domingo de cada mês) é precisamente o cuidado que por vezes necessitamos de ter com a nossa máquina fotográfica de forma a que a mesma se não danifique de forma alguma. Assim sendo, lá teremos nós de ter um especial cuidado no trilho que estamos a efectuar para que o nosso equipamento não caia no chão, não bata em alguma pedra, não se molhe… não isto, não aquilo… Ora, precisamente a pensar neste problema, a Nikon lançou um novo modelo na gama Coolpix, a AW100 que é desenvolvida a pensar precisamente em todos aqueles que gostam de se aventurar, garantindo protecção contra chuva, intempéries, choques, baixas temperaturas, enfim, uma série de características só disponíveis habitualmente em câmaras profissionais.

Nikon Coolpix AW 100

Nikon Coolpix AW 100

A Nikon Coolpix AW100 trás ainda muito mais que isso, sendo impermeável até 10 m de profundidade, resistente a choques de alturas até 1,5 m e à prova de congelamento para temperaturas até -10°C. Mas além disso regista a localização exacta (latitude e longitude) onde foi tirada a fotografia, entre outras características.

Abaixo seguem listadas aquelas características que pessoalmente considero mais relevantes na Nikon Coolpix AW100. Para obter mais informações aobre a Nikon Coolpix AW100, dirija-se à página oficial da Nikon.


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Pintores e Obras – Amadeu de Souza Cardoso

Pretendemos ao longo dos próximos meses apresentar vários artistas plásticos e as suas respectivas obras mais marcantes.

Esta semana é dedicada a um dos grandes pintores Portugueses que só viu o seu trabalho reconhecido praticamente depois de morrer. Ainda nos dias de hoje e talvez um pouco por falta de interesse,  poucas vezes é lembrado pelos portugueses.

Aqui deixamos um pouco da história da sua vida e ao longo das próximas semanas apresentaremos também alguns dos seus trabalhos.

Precursor da arte moderna, faleceu prematuramente aos 31 anos de idade vítima de pneumonia, Amadeo de Souza-Cardozo não viu o seu trabalho reconhecido.

Seguiu o mesmo trilho dos vanguardistas de todos os tempos e de todas as actividades, administrando a incompreensão alheia. À humanidade custa aceitar novos processos ou ideias e, por conseguinte, para os precursores, a apreciação objectiva e o coroamento dos seus esforços dá-se, ou no final da vida, ou somente após sua morte.

Nasceu em 1887 e faleceu em 1918, e as primeiras experiências de Souza-Cardozo deram-se no desenho, especialmente como caricaturista. Aos 19 anos, mudou-se para Paris, tomando contacto primeiro com o Impressionismo e depois com o Expressionismo e o Cubismo.
Uma das coisas que lhe valeu foi a sua aproximação com Amadeu Modigliani, de quem se tornou amigo, compartilhando com ele um atelier e até realizando exposições juntos, em 1911.

Em 1912 publicou um álbum com 20 desenhos e em seguida, copiou o conto de Flaubert La légende de Saint Julien l’Hospitalier, trabalhos que foram ignorados pelos apreciadores de arte. Este último trabalho, depois de ficar por muitos anos nas mãos do editor, acabou por ser adquirido pela própria viúva do pintor, para evitar que fosse destruído.

Depois de participar numa exposição nos Estados Unidos, em 1913, voltou a Portugal, onde conseguiu efectuar duas exposições, respectivamente no Porto e em Lisboa, que causou escândalo entre os seus compatriotas. Que fez com que as suas obras fossem criticadas e houvesse confronto físico entre críticos e defensores da arte moderna.

Depois da Primeira Guerra Mundial, em 1918, surgiu a grande oportunidade de desenvolver e encontrar o reconhecimento da sua obra, mas Souza-Cardozo não teve tempo para esperar. Morreu nesse mesmo ano e muito tempo se passou até que as opiniões fossem revistas e seu nome ocupasse o devido lugar na história da pintura portuguesa.

Em 1925, a França realizou uma retrospectiva do pintor, com 150 trabalhos, bem aceites pelo público e pela crítica. Dez anos depois, em Portugal, foi criado um prémio para distinguir pintores modernistas, que recebeu o nome de «Prémio Souza-Cardozo». Em 1953, a Biblioteca-Museu de Amarante deu a uma de suas salas o nome do pintor. Em 1958, a Casa de Portugal, em Paris, realizou uma exposição das suas obras.

Lentamente o nome de Souza-Cardozo ganhou a devida importância em Portugal.

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