A estrela luminosa da mercedes

Não é todos os dias que um fabricante de carros de luxo decide introduzir um acessório de linha branca apenas para deleite visual externo dos seus modelos, mas a verdade é que a Mercedes-Benz anunciou recentemente a sua estrela luminosa. A  estrela luminosa da mercedes mais não é que uma opção que usa um condutor de luz e tecnologia LED para iluminar a estrela central (simbolo da marca) que se encontra na grelha do radiador.

estrela iluminadaEste bónus está atualmente disponivel para a classe GL, M, E e os modelos CLS. Embora este extra não funcione durante a condução, a verdade é que não deixa de ser um excelente mio publicitário e comunicacional da marca. O luz, apenas se acende quando o carro é desbloqueado, o motor desligado ou suas portas abertas, depois, permanece acessa por 15 segundos e finalmente… desliga-se!

Um show, não?!

Brincar com o fogo, ou não!

Ainda não conhece o trabalho do artista e fotógrafo russo Stanislav Aristov?
Está na altura então.
Diz-se que o problema está nos detalhes e muitas vezes é aí que reside a arte. O Fotógrafo russo Stanislav Aristov pegou em algo tão descartável quanto um fósforo queimado e criou uma série de fotos minimalistas e encantadoras deles queimando e dobrando em belas formas. Pequenos incêndios em volta dos palitos também fazem parte destas imagens. É claro que algumas delas tiveram a ajuda do nosso querido Photoshop, mas são simplesmente belas.

FOSFORO

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Registo de Marcas. Proteja-se! Proteja a sua marca!

Todos nós gostamos de ter uma marca registada, mas o que é isso de registo de marcas? Qual a importância do registo de marcas? E depois de registada, estamos seguros ou é ainda necessário proteger essa mesma marca?

Antes de registar uma marca, seja ela qual for, é importante que se conheça o mercado com o qual comercializamos e as suas especificidades. É deveras importante conhecer as marcas concorrentes que já são comercializadas e como estas funcionam. É igualmente conhecer bem os meandros, os itens que estão sob a proteção dessa mesma marca.

Depois de decidir que existe um espaço para o seu produto, convém, ainda antes de proceder ao registo efetivo da marca, que contacte um parceiro (dependendo como pretende atuar em relação à sua marca) para posteriormente proceder à divulgação e distribuição do produto / marca em causa. Além do mais, quando se contacta com grandes distribuidores, conseguimos por vezes, ser protegidos de algumas eventuais surpresas que se venham a desencantar depois ao longo da vigência da marca, vigência essa que é normalmente de dez anos. Em suma, numa primeira fase o importante é mesmo um elevado conhecimento do mercado em que se insere por forma a lhe permitir de igual modo, uma maior possibilidade de escolha de uma marca que seja realmente apropriada ao produto / serviço que pretende desenvolver e ao mercado que pretende atingir.

Após a escolha marca, faça uma pesquisa cuidada nas principais bases de dados de forma a não entrar em conflito com uma outra marca já existente no mesmo mercado sob o qual você também pretende atuar. Por vezes, pode acontecer de uma determinada marca não estar em uso, ou não ser conhecida, mas estar já registada, por isso, novamente refiro, a importância em se proceder ao um criterioso processo de pesquisa de forma a evitar despesas indesejadas. Além das despesas indesejadas, pior ainda é, se por indisponibilidade de registo da marca pretendida, for obrigado a reformular toda a sua estratégia comunicacional e de interação de mercado.

Uma vez chegada à conclusão que é possível registar o seu produto ou serviço (marca) chega então a árdua tarefa da selecção de um nome. A escolha do nome é deveras importante. Nesta ocasião poderá optar por seleccionar uma marca já conceituada ou então avançar com uma nova marca criada de raiz. Não esqueça, ao seleccionar o nome de ter o especial cuidado de analisar eventuais conotações negativas que possam daí surgir, quer noutros idiomas, quer por vezes no próprio idioma, mas em mercados distintos do seu, pois pode eventualmente essa má conotação posteriormente ser associada por ‘simpatia’ à sua marca.

Nome seleccionado, há que avançar com o registo. Tenha em atenção que o registo de uma marca demora em média cerca de 90 dias. O registo de uma marca deve ocorrer antes de iniciar a comercialização do referido produto ou serviço, se bem que, por vezes tal não ocorra. Abaixo, fica um pequeno gráfico demonstrativo do processo de registo de uma marca.

Processo de registo

É sempre indicado proceder ao registo antes de efetuar qualquer ‘movimento’, pois caso contrário, pode estar a correr alguns riscos, uma vez que está a abrir o jogo para um potencial concorrente, ou terceiro, e este poderá registar a mesma marca primeiro levando a situações complicadas que normalmente  acabam na barra do tribunal.

Após aguardar o término do processo e partindo do pressuposto que a sua marca é realmente registada, é importante que mantenha sempre uma regular monitorização da sua marca através de uma consulta às bases de dados dos diferentes institutos com autoridade para o registo de marca e patentes; uma igual monitorização ao mercado e à forma como o mercado se relaciona com a sua marca; um especial cuidado contra violações parciais ou efetivas do bom uso da sua marca.

Nikon D7100 vs Nikon D300s

Como eu, muita nikonistas continuam a aguardar um equipamento, que se equipare à Nikon D300s. Alguns rumores têm aparecido relativamente à eventual D400 e, cada vez mais, se acredita que não tardará muito a que a Nikon lance a sua Nikon D400, um equipamento verdadeiramente vocacionado para a fotografia de desporto e de natureza.

Enquanto aguardamos que a D400 chegue, vamo-nos contentando com aquilo que a Nikon D7100, atualmente o topo das Nikon DX (APS-C ) tem para oferecer e, muito honestamente, julgo ser um rival, se assim o podemos chamar, digno da Nikon D300s. Vamos lá então a um confronto Nikon D7100 vs Nikon D300s. Bem, já aqui apresentamos um comparativo entre a Nikon D7100 e a sua antecessora, a Nikon D7000, bem como um outro entre a Nikon D7100 vs Nikon D600.

Neste confronto Nikon D7100 vs Nikon D300s, vou começar por referir aquilo que ambas têm em comum, ou basicamente em comum. Ambas têm uma cobertura de visor de 100%; ambas possuem dois cartões de memória individuais, se bem que no caso da Nikon D300s seja uma entrada  para um cartão de memória tipo CF e outro tipo SD e, no caso da Nikon D7100, sejam dois independentes tipo SD; ambas têm um sistema de autofocus composto por 51 pontos pontos de focagem, embora o sistema da Nikon D7100 seja um pouco mais sensível, e basicamente quatro anos de evolução; ambas têm entradas para microfone externo em stereo; e ambas possuem monitores com resolução VGA, entre muitos outros detalhes cada vez mais insignificantes  ;-) . Nikon D7100 vs Nikon D300s Agora, e continuando este confronto  Nikon D7100 vs Nikon D300s, chegou a vez de demonstrar aquilo em que a Nikon D7100 é superior e, é superior em muita, muita coisa, a começar pela qualidade de imagem, uma vez que a Nikon D7100 capta imagens com 24 MegaPixeis, contra os 12 MegaPixeis captados pela Nikon D300s. Mais uma vez lembro que estamos a falar de uma diferença de quatro anos entre ambos os modelos. Além disso, a Nikon possui ainda um outro beneficio a meu ver importante que a ausência de um filtro de baixa passagem. Em relação à sensibilidade ISO, existe que defenda que o facto de a Nikon D300s apenas ter 12 MegaPixeis, a pode favorecer, mas lembro que nos últimos anos a tecnologia dos sensores tem melhorado a cada dia e, temos já uma diferença de duas gerações de sensores CMOS. Embora eu não tenha feito qualquer teste a este respeito, confesso que ficaria bastante surpreso se a nova Nikon D7100 não tivesse ultrapassado a gloriosa Nikon D300s com larga vantagem. Algo que também melhorou bastante foi a captação de vídeo. Aqui digamos que a diferença é abismal e nem se justifica sequer estar a referir o que está melhor num ou em outro. Digamos que a Nikon D7100 capta imagens em vídeo em fullHD e a Nikon D300s, não capta imagens em vídeo… a verdade é praticamente essa. A tela da Nikon D7100 é ligeiramente maior, embora, em contrapartida, muito mais luminosa, principalmente graças a um novo processo de visualização denominado de RGBw.

Porém, mesmo após quatro anos volvidos, a Nikon D300s ainda tem muito para oferecer, a começar pela sua estrutura: a Nikon D300s é toda ela construída em liga de magnésio, logo mais resistente que a Nikon D7100 (na verdade também ligeiramente mais pesada). A velocidade de disparo em contínuo é igualmente mais rápida… é verdade que a diferença pode parecer insignificante, mas é realmente mais rápida. Enquanto que a Nikon D300s consegue chegar aos 8 quadros por segundo, a Nikon D7100 apenas consegue 6 quadros por segundo, bem, ok,  se optarmos pelo novo modelo de corte (1.3 x) existente na Nikon D7100, esta poderá chegar aos 7 quadros por segundo. Outra coisa muito importante é o buffer de cada um dos modelos e aqui a velhinha Nikon D300s dá coça brava à recém chegada Nikon D7100, uma vez que a Nikon D300s possui um buffer muito mais capaz e rápido que a Nikon D7100.

Agora… qual a melhor? Qual será ou deveria ser a vencedora deste comparativo entre a Nikon D7100 vs Nikon D300s?  Não sei, mas sei que o valor de ambas ronda os 1100€, sendo a Nikon D7100 normalmente mais cara uns meros 15 a 20€, por isso… cada qual tire as suas ilações.

De viagem à costa do Pacifico sul

Um brinquedo vive isolado num pequeno escritório e deseja escapar a toda aquela monotonia emergente. Um carrinho de brincar descapotável surge como o seu ponto de partida, um computador de secretária da Apple como o seu mundo a descobrir e, a Internet, mais propriamente a aplicação street view da Google como o seu meio de vivenciar a experiência pela qual tanto anseia: chegar ao pacifico sul.

Assim, num certo dia ao fim da tarde, quando Tom, um humano, abandona o espaço, o brinquedo de mesa, até agora isolado, dirige-se para o carrinho, coloca-o em posição e… com a ajuda dos demais objetos existentes na sala, vive a aventura da sua vida rumo ao pacífico sul.

Esta curta metragem é um projeto pessoal do diretor Tom  Jenkins. A música proporcionada pelo Cinematic Orchestra é simplesmente maravilhosa e envolvente. As filmagens foram conseguidas com uma Canon 5D MkII.

A alegria da Sangria Lolea

A sangria é um coquetel (do inglês cocktail) tipicamente espanhol da qual se pode desfrutar na companhia agradável de amigos. A sangria é, não só em Espanha, como em todos os países latinos sinonimo de encontros sociais, celebração, alegria, boa disposição e quem sabe, muito divertimento e macada!

Sangria

A sangria é uma bebida ou coquetel feita com base numa mistura de vinho tinto ou vinho branco, mais sumo de fruta e pedaços variados de frutos. Muitas das vezes junta-se ainda um pau de canela e / ou algumas ervas aromáticas. No final é adicionado açúcar a gosto. A sangria pode levar outras bebidas alcoólicas como aguardente (cachaça, no Brasil), licores, ou outros tipos de vinhos regionais. Esta é uma bebida que se deve sempre beber fresca, eventualmente inclusive com um ou dois cubos de gelo.

Sangria

A lolea é uma das muitas marcas de sangria existentes no mercado espanhol, que se tenta distinguir das demais proporcionando aos seus clientes os mais altos níveis de exigência em termos de padrões de qualidade e sabor. Além disso, recentemente optaram por um novo design dos seus produtos para melhor se apresentarem num mercado mais jovial e veraneante.

Sangria

A marca Lolea nasce no seio de um grupo de amigos adeptos do tradicionalismo espanhol e do seu artesanato. As suas garrafas ostentam neste momento imensos circulos impressos a positivo ou a negativo, que visam representar de forma icónica os diferentes frutos ali presentes.

A tipografia foi reduzida ao minimo, bem como o uso de diferentes tonalidades de cor. Pretende-se assim apresentar um design fresco, leve e suave tal como a própria bebida o deve ser.

Sangria

O design foi elaborado pela estudio versus, uma agência com sede no país de nuestros hermanos. O estudio versus nasceu em 92, já na última década do século XX através dos designers Javier Almalé y Nieves Añaños.

Esta é a nossa assinatura

A Apple está a mudar a sua forma de interagir com o público e fê-lo com a nova campanha à qual apelidou de “Esta é a nossa assinatura”. Neste momento apresenta uma assinatura diferentes, já não apela aos consumidores para pensarem diferente, se calhar porque quem naquela empresa pensava diferente, verdadeiramente diferente, já não se encontra no ativo, assim, a Apple optou por uma abordagem diferente, no fundo a abordagem esperada de todos os amantes da forma de pensar e agir de Steve Jobs… sentimento: esta é a nossa assinatura! Com este novo anúncio, denominado de: esta é a nossa assinatura, a Apple apela à apresentação e existência de conceitos diferentes, mais do que pensar fora da caixa. O vídeo é obviamente sentimentalista e quiçá um pouco piegas, mas é provavelmente a abordagem mais indicada para a nova estratégia da Apple. Esperemos pelo lançamento da nova versão IOS daqui a uns três mesinhos… e depois falamos e veremos se realmente esta é a nossa assinatura, ou se é apenas a deles.

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